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Arquivos diários:09/08/2012

Die Legenden von Andor

A Kosmos vai lançar o jogo Die Legenden von Andor, o autor Michael Menzel, e já tem um teaser e tudo: Filed under: Anúncio, Boardgame Tagged: Boardgame, Die Legenden von Andor, Eurogame, Kosmos, Michael Menzel, Noticias

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Autor: Firepigeon

 
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Publicado por em 09/08/2012 em Firepigeon

 

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Vamos a Gize

A White Goblin Games continua na sua senda de lançamentos a apresentar na Essen 2012, e desta vez foi o Pyramidion, do autor Yannick Gervaus, que leva 2 a 4 jogadores à terra dos faraós, em pleno Egipto antigo. Cada jogador é um encarregado de obra que tem de providenciar os materiais de construção da [...]

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Publicado por em 09/08/2012 em Firepigeon

 

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BoltAction.net

A WWPD anunciou o lançamento do portal BoltAction.net para cobrir tudo quanto esteja relacionado com o ruleset Bolt Action editado pela Warlord Games. Filed under: Anúncio, Miniaturas, Online Tagged: Bolt Action, BoltAction.net, Miniaturas, Noticias, Online, Warlord Games

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Autor: Firepigeon

 
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Publicado por em 09/08/2012 em Firepigeon

 

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Discworld: Tradução das Cartas de Áreas

Segue neste post link para baixar as cartas de Áreas  traduzidas do jogo Discworld: Ankh-Morpork.


Os jogadores adquirem estas cartas quando constroem um edifício na área.


Imprimir em papel 90 gramas e colocar no shield junto com a carta original.


Outras traduções deste e outros jogos estão disponíveis para impressão lá em cima no menu “Para Imprimir”.
Bom jogo!


Blog de Origem: REDOMANET
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Autor: Ricardo Stavale

 
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Publicado por em 09/08/2012 em Redoma Net

 

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Primeiras impressões : Summoner Wars

Ontem o carteiro me deixou uma surpresa, chegou meu Summoner Wars do projeto de financiamento coletivo iniciado pela Galápagos Jogos.

Tudo que você recebe na caixa (tirando o tabuleiro rígido).

A caixa é está muito boa, padrão internacional, ao abrir não tem nenhum insert e já reparamos que os Elfos da Selva estão lá junto com as duas facções básicas.

Além das três facções e do mercenário bonus, temos também os 5 dados brancos, os marcadores de dano, um livreto de regras (muito bom por sinal) e o tabuleiro dobrável.

Não se assustem, os Elfos da Floresta já vem dentro da caixa.

A diferença no financiamento entre comprar sem o tabuleiro rígido ou com ele era bem pequena, e valeu o investimento. O tabuleiro rígio apesar de vir “solto” (ele não cabe na caixa do jogo), ele está muito bem produzido, são dois lados dobrados que juntos formam um tabuleirão.

Só me arrependi de não ter pego os dados bonitões.

As cartas estão no padrão internacional, eu não tive acesso ao jogo lá de fora, mas acredito que estejam totalmente compatíveis com o jogo importado, o que daria para utilizar as expansões americanas sem o menor problema.

E é isso, agora é ler as regras e colocar na fila de coisas que eu tenho que jogar para resenhar (que já tem pelo menos uns 6 jogos em espera, heheheh).

Blog de Origem: E aí, tem jogo? – A sua página sobre jogos de tabuleiro moderno.
Link: http://eaitemjogo.blogspot.com/2012/08/primeiras-impressoes-summoner-wars.html
Autor: Cacá

 
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Publicado por em 09/08/2012 em E ai Tem Jogo?

 

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Terça na Catali.se por Vitto

Bom, chegou a terça-feira e no final do dia teve a joga da Catali.se, fiel como a Paquita, pronta a receber a galera. No entanto, foi um dia atípico, com poucas pessoas, ao contrário do que vinha acontecendo. Nos encontramos eu (Vitto), o Rodrigo (anfitrião), Luciano, Klaus e um novo amigo para o grupo, Rodrigo (o outro, desculpe, esqueci de pegar o sobrenome).

Enquanto esperávamos o pessoal (na verdade só o Klaus, pois o resto havia cancelado) eu, os Rodrigos  (viram o que fiz ali?) e o Luciano jogamos um Dixit, que eu não conhecia, só havia ouvido falar.

O jogo é um ótimo party game, que depende muito da criatividade, conhecimento e intimidade dos jogadores, criando uma sinergia interessante entre estes elementos. Os jogadores competem por pontos, em turno alternados em ordem. No seu turno, o jogador, que é chamado de Narrador, deve criar narrativas (ou dicas) com base em cartas, distribuídas aleatoriamente a todos os jogadores, que possuem artes conceituais, reproduzindo, em regra, cenas inusitadas – por oportuno, diga-se que a arte do jogo é impressionante e muito bela. Esta narrativa, baseada na carta escolhida, é a única dica que os outros jogadores da mesa têm para tentar descobrir a carta correta, pois ela é embaralhada com outras cartas que os outros jogadores escolhem da sua própria mão.

Se ninguém descobrir a carta correta (ou seja, a dica foi muito obscura), o jogador Narrador não ganha pontos. Se todos os jogadores acertarem qual a carta correta (ou seja, a narrativa ou dica foi muito fácil ou flagrante) o jogador que jogou a carta não ganha pontos nenhum e todos os outros pontuam. O jogador Narrador somente pontua se um ou mais (mas não todos) os jogadores acertarem a sua carta, no entanto, todos que acertarem também pontuam. Ou seja, quanto menos pessoas acertarem a carta melhor!

O jogo é muito interessante e cria situações engraçadas. Ótima experiência! Abaixo algumas das fotos que tirei.

Nosso novo amigo, Rodrigo, e o Luciano (posando para uma capa de revista de negócios?) :P

Rodrigo (que cara é essa?!) 

Tabuleiro de pontuação, onde podem ver meu peão branco no lugar da VITÓRIA! (confirmando a regra do grupo, o iniciante SEMPRE vence) ;)
Depois de alguma espera, o Klaus chegou. Pensamos um pouco e demos uma chance para o Supremacia, versão da Grow do Luciano. Jogo antigo, dos anos 80 (o Solon deve ter umas quatro cópias em casa!), que consiste em, como diz o nome, ter total supremacia sobre o globo terrestre, através de conquistas militares ou destruição nuclear! Sinceramente, o jogo tem um tema que até poderia ser interessante, mas na verdade tem uma mecânica que se mostrou um pouco maçante… (o Luciano nos enganou, dizendo que o jogo demoraria apenas uma hora e meia para jogar, o que definitivamente não é verdade!) O jogo não é muito dinâmico, poucas opções e diversidade de jogadas. Em resumo, não gostei. Tanto é verdade que ninguém se opôs a jogarmos com tempo certo e determinarmos o vencedor por dinheiro (foi o Klaus, por míseros 4000 dinheiros a mais que o Rodrigo). 

Valeria mais a pena termos feito uma partida de aprendizado do Axis & Allies, que o Luciano também havia trazido, ou mesmo uma partida de Small World, que eu levei. Abaixo uma foto do ritmo do jogo…
Rodrigo e Luciano, concentrados no que o Klaus dizia.

No final, terminamos a joga por isso, pois já era 23:30.

Era isso, galera, até a próxima!

Blog de Origem: GamersPoA Jogos de Tabuleiro
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Autor: Vitto

 
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Publicado por em 09/08/2012 em Gamers Poa

 

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Colonizadores de Catan


por Maurício Gibrin

Não é nenhum exagero afirmar que Colonizadores de Catan, obra-prima de Klaus Teuber, é um marco na história dos jogos de tabuleiro. Afinal, mesmo se não pode ser considerado o primeiro jogo de tabuleiro “moderno”, Catan (como os fãs gostam de chamá-lo) foi o primeiro a conquistar fama mundial: lançado em 1995 na Alemanha, o jogo foi publicado em mais de 30 idiomas diferentes e já vendeu mais de 15 milhões de cópias no mundo todo!

Claro que o Brasil não podia ficar à margem de todo esse sucesso. A primeira vez que Catan desembarcou por aqui foi em 2000 pelas mãos da Editora Devir, que havia lançado o jogo em Portugal sob o nome “Descobridores de Catan”. Mas podemos dizer que o lançamento “para valer” foi apenas em 2011, quando a Grow colocou o jogo na prateleira de lojas de brinquedo de todo o país.

A ideia do jogo é simples: o objetivo é colonizar a ilha de Catan, composta por 19 hexágonos de terra rodeados por mar. Cada hexágono (à exceção do deserto) tem um tipo de produção entre madeira, tijolos, trigo, lã e minério. As colônias, fundadas nas intersecções dos hexágonos, coletam aquilo que é produzido em suas redondezas.

Em sua vez, o jogador faz basicamente três ações. Primeiro, rola os dados para ver quais foram os hexágonos que produziram naquele turno. Distribuídos os recursos, o jogador pode trocá-los com seus adversários. Em seguida, se tiver os materiais apropriados, ele pode expandir seus domínios, seja pela construção de estradas, seja pela construção de novas colônias ou pela conversão de colônias em cidades (que ganham bônus de produtividade).

O inesperado do jogo acontece quando rola-se o número 7 nos dados: nesse caso, nenhum terreno produz e entra em cena a figura do ladrão – que não apenas rouba um recurso de um dos jogadores, como também se aloja em um dos hexágonos e desvia para si tudo o que ele produz! Para espantar o ladrão de suas terras, um jogador tem duas opções: comprar uma carta de desenvolvimento e tirar um soldado ou então… rolar 7 no dado quando for a sua vez!

Já deve ter dado pra perceber que a sorte é um fator importante em Colonizadores de Catan. Mas, como na maioria dos bons jogos modernos, ela tem um papel pequeno se comparada ao peso das decisões dos jogadores. Onde fundar as colônias, o que construir, para onde expandir e, tão importante quanto tudo isso, que recursos trocar (e com quem). Aliás, o comércio entre os jogadores é tão crucial para o sucesso de Catan que merece um parágrafo à parte.

Na maioria dos jogos de tabuleiro, especialmente nos clássicos, um jogador não tem muito o que fazer quando não é a sua vez. Existe até um termo em inglês para isso, “downtime”, que é justamente quando um jogador fica de braços cruzados, esperando os outros terminarem suas jogadas. A possibilidade de trocas faz com que Catan tenha pouquíssimo “downtime” – afinal você pode ganhar recursos e trocá-los com outro jogador mesmo quando não é a sua vez! Isso faz com que todos fiquem atentos ao jogo por toda a partida, reduzindo ao mínimo os momentos de inatividade.

Com exceção da caixa (que não é o forte da Grow), os demais componentes de Colonizadores de Catan são impecáveis. Peças plásticas representam as estradas, colônias e cidades de cada jogador e resistentes peças de cartão são usadas para formar o tabuleiro. A arte em geral é bem feita, e houve até o cuidado de imprimir placas de ajuda para os jogadores com o custo de cada construção.

Quem ainda não conhece os jogos de tabuleiro “modernos” fará um enorme favor a si mesmo conseguindo uma cópia de Colonizadores de Catan. E quem já os conhece terá uma agradável surpresa ao descobrir um jogo que continua atual, mesmo se mais de 15 anos já se passaram desde o seu lançamento.

Maurício Gibrin é jornalista e autor de jogos de tabuleiro

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Autor: sergiohalaban

 
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Publicado por em 09/08/2012 em Ludo Mania

 

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Dice Age

O autor Tristan Convert conseguiu passar pelo Kickstarter e depois de grandes problemas de produção começou a fazer chegar aos jogadores o seu jogo Dice Age, um jogo de dados como nunca foi visto até aqui, em que os dados podem ter a forma de um tanque, de uma casa, ou de outra coisa qualquer. Filed [...]

Blog de Origem: Firepigeon & Friends Games & Geekiness
Link: http://firepigeon.wordpress.com/2012/08/09/dice-age/
Autor: Firepigeon

 
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Publicado por em 09/08/2012 em Firepigeon

 

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Vish

Viiiish, tinha edição maconhada no vídeo do Ouro de Tolo. Voltaremos em breve com ele mais apresentável pra você poder levar pra conhecer a família. :D

Blog de Origem: aBoard Games
Link: http://www.aboardgames.net/2012/08/vish/
Autor: WeirdOrchid

 
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Publicado por em 09/08/2012 em aBoard Games

 

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O Download vai começar

A Fantasy Flight Games já disponibilizou as regras para o Android: Netrunner, que podes descarregar aqui. Filed under: Anúncio, Boardgame Tagged: Android: Netrunner, Boardgame, Cardgame, FFG, Netrunner, Noticias

Blog de Origem: Firepigeon & Friends Games & Geekiness
Link: http://firepigeon.wordpress.com/2012/08/09/o-download-vai-comecar/
Autor: Firepigeon

 
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Publicado por em 09/08/2012 em Firepigeon

 

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