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Blog de Origem: Desbussolados – fanáticos por boardgames
Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/05/star-trek-tos-building-deck-game.html
Autor: Renata Palheiros
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Blog de Origem: Desbussolados – fanáticos por boardgames
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Autor: Renata Palheiros
O perfil de um game designer é o de trabalhar de forma independente ou Freelance. Alex Bykov é diferente. Ele é um funcionário contratado, e trabalha exclusivamente para a divisão de card games da Bandai – a terceira maior fabricante de brinquedos do mundo. Onde ela decide investir, lá está ele, o canivete suíço, com suas ideias e trabalho duro. Bykov mostra, nessa entrevista, e sua fala sempre no “nós”, que veste a camisa, sabe trabalhar em equipe e jogar para o time. Sem dúvida, vemos aqui uma maneira peculiar de criar jogos, em relação ao que se vê no mundo dos jogos de cartas e tabuleiro modernos. Conheça mais sobre esse interessante processo de criação, e descubra detalhes exclusivos sobre Star Trek: The Original Series BDG e a personalidade do designer por trás do jogo. Com vocês, Alex Bykov!
DB) Um dos aspectos mais satisfatórios em Star Trek: TOS BD é o cuidado que foi tomado para tornar cada carta temática em seus efeitos, o que é aparente aos fãs da série. Conte para a gente sobre o processo de design por trás desse aspecto. Por exemplo, você tomava notas enquanto assistia os episódios de TOS com a intenção de criar cada uma das cartas?
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| Bykov ao centro com a equipe Bandai |
Arnaldo “Arnie” Carvalho, 37 anos, é terapeuta e boardgamer, criador do Niterói das Peças.
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Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/04/entrevista-alex-bykov-bandai.html
Autor: Renata Palheiros
Vanessa Santos – A gente queria que o pessoal viesse mais. Gamer mesmo vem pouco. Eles já tem muitos
jogos, então para eles não interessa muito. A gente quer fazer campeonatos aqui. Acho que vai dar certo.
Arnaldo “Arnie” Carvalho, 37 anos, é terapeuta e boardgamer, criador do Niterói das Peças.
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Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/04/entrevista-vanessa-santos-funbox.html
Autor: Renata Palheiros
Há algum tempo, soube de uma nova iniciativa no mundo dos jogos de tabuleiro chamada Funbox. Um local onde se podia jogar e alugar jogos para levar para casa. A idéia para mim não era nova: fui o primeiro sócio daquela que talvez tenha sido a primeira locadora de jogos do mundo, a Além da Imaginação em Niterói (isso foi no final dos anos 80). A notícia me fazia farejar um reflorescimento do hobby no Brasil. Mas como seria esse lugar? Seria possível jogar no próprio espaço, como já se faz em alguns poucos bares temáticos espalhados pelo país? O acervo seria variado o bastante, atual o bastante, inovador o bastante para justificar que alguém alugue ao invés de comprar?
Para além de espaço físico e acervo, minha maior preocupação quando entro em um estabelecimento comercial é sempre a qualidade de atendimento; e confesso que a Funbox me surpreendeu. Mal cheguei, e lá estava a proprietária Vanessa Santos e seu fiel escudeiro e Acessor para Assuntos nada Aleatórios Massaoka, prontos para me receber, o que ocorreu com grande alegria. Eles me apresentaram a todos os presentes da loja: Jo Nobrega (de Brasília, coincidentemente turistando pela Funbox no mesmo dia que eu!), Jorge Fugimoto, Rafael Faria, o designer de Cook-off Luís Francisco Baroni, e o genial Higa. Ambiente bem humorado, pessoas inteligentes e bacanas, chegando mais e mais. Primeiro o Alexandre “Monstro” AC, depois Gustavo “Aero” Barreto, depois Jaime Fernando, entre outros!
obsoleta. Primeiro você precisa é de amigos. Depois você precisa de uma ferramenta de interação. E finalmente, você precisa de um ambiente onde essa interação possa ocorrer de maneira fluída. É justamente a facilidade de se jogar os jogos, a banalização do acesso, que faz a gente de repente perceber que o forte do jogar está nas pessoas. São as pessoas, o calor humano, a interação que fazem alguém continuar preferindo os jogos físicos aos virtuais. E isso me foi provado repetidamente em cada hora que se passou dentro da Funbox, pois é isto mesmo o que a “Caixa da diversão” Funbox tem a oferecer.
Arnaldo “Arnie” Carvalho, 37 anos, é terapeuta e boardgamer, criador do Niterói das Peças.
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Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/04/a-experiencia-funbox.html
Autor: Renata Palheiros
Por Arnaldo V. Carvalho
Se fosse um gamer típico, também não sei se curtiria tanto o tema do jogo. Possivelmente, não investiria o valor estimado (cerca de R$75,00) no Cook-off se o encontrasse numa prateleira da Ri Happy ou a venda no Mercado Livre. Mas acho que há bons motivos para a comunidade inteira participar do financiamento coletivo do primeiro jogo da Funbox.
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Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/04/financiamento-coletivo-cook-off.html
Autor: Renata Palheiros
Com a turma já velha de guerra: Brito, Graça, Renata, Fabrício, Michael, Rafael e Arnaldo e Fabrício, somando dez participantes.
A contagem ponto a ponto foi emocionante e fiquei satisfeitíssima com meu resultado. Rafa se sagrou o campeão da noite com as duas vitórias e Fab o rei do empate! :P
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Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/04/31-e-32-arariboards.html
Autor: Renata Palheiros
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Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/04/seasons.html
Autor: Renata Palheiros
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| Arnie na partida de Aero contra o criador do jogo. |
Gustavo Barreto: Eu sempre gostei de jogos e me considero uma pessoa criativa. Criar jogos passou a ser um exercício de criatividade. Criar um jogo é em si um jogo. Há dedução, é estimulante, e no final das contas deixa uma contribuição para a humanidade.![]() |
| Vince Vader |
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Autor: Renata Palheiros
Março terminando, é chegada a hora do resumo das jogas do Arariboard. Este mês contando com a colaboração dos amigos desbussolados Fab e Arnie.
26º Arariboard (03/03/13)
Por Fabrício Mello
Colocação:
Eduardo 37 pontos
Fabrício 37 pontos
Marcio 36 pontos
renata 34 pontos
Michael 23 pontos
27º Arariboard (10/03/13)
Por Arnaldo Carvalho

Pela segunda vez, duas mesas! Nessa noite o povo experimentou o cardgame de Shadows over Camelot, antes de minha chegada.
Cheguei e mostrei rapidamente três joguinhos que levei como opção (Kingdoms, King of Siam e Iluminatti: NWO). Então chegou minha filha Clara, estreando no Arariboard, e, havendo seis pessoas, foi decidida a divisão do grupo em duas mesas. Em uma rolou Agrícola enquanto noutra, King of Siam.
O Agrícola foi ensinado por Brito para Clara e Marcio, que gostaram muito e não se saíram mal para primeira partida, encostando em pontuação no Brito.
No mesmo tempo do Agrícola, o Siam pôde ser jogado duas vezes na outra mesa. Na primeira, vitória de Fabrício, que “controlou” o jogo desde o princípio. Na segunda, tudo podia acontecer até o último ato, e terminou com vitória minha, nas condições de desempate mais extremas. O mesmo jogo, duas manifestações completamente diferentes.
Talvez um dia valha a pena escrever sobre o King, mas o que posso reafirmar aqui é que trata-se de uma mecânica muito distinta das do Euro comum. Lembro, porém, aos interessados, uma análise de Fabrício, quando bem disse ao final da segunda partida: “os jogos normalmente terminam com você expandindo sua árvore de possibilidades. No Siam é invertido, termina-se com muita escassez, mas isso é feito não só mantendo, mas desenvolvendo um clima de tensão em torno dos acontecimentos”. É realmente um game a ser experimentado por todos!
A noite foi tranquila e agradável, saímos mais uma vez com ótima impressão do nosso mini-evento e da qualidade humana de nossos novos amigos.
28º Arariboard (17/03/13)
Por Rê Palheiros
Lançamento da última Essen, o domingo foi dedicado exclusivamente ao Myrmes. Jogo com temática super original, nos propõe o controle de um formigueiro, desde o nascimento das larvas, seu desenvolvimento para formigas operárias e soldados, até a obtenção de recursos para o desenvolvimento e manutenção do formigueiro. Falando assim parece ser só mais um euro, econômico com work placement (que eu adoro), mas não é, tem sua originalidade.
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| detalhe da superfície |
Temos que administrar dois ambientes, a colônia que cuida das formigas, e o ambiente externo, a superfície. Nesta, a idéia é usar peças meio tétris, meio quebra-cabeças, para ocupar o território o melhor possível e dele obter recursos como comida, terra e pedra que melhorarão a estrutura do formigueiro. Além de ataques a outros insetos. Não é preciso dizer que em poucas jogadas o espaço fica escasso, e pequenos combates são realizados contra os formigueiros adversários.
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| tensão em busca da melhor jogada |
Estava com medo de ser um jogo muito heavy pelos comentários que tinha lido, mas não. É um jogo cerebral sim, mas médio, dá pra levar na boa. Nossa partida durou 3h mas confesso que não senti, e tinhamos 3 pessoas jogando pela primeira vez. Com certeza esse tempo pode baixar nas próximas partidas.
Expectativa positiva confirmada!
Colocação:
Brito 80 pontos
Renata 54 pontos
Fab 45 pontos
Graça 40 pontos
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| formiga perdida no caminho errado! |
29º Arariboard (24/03/13)
30º Arariboard (31/03/13)
Por Fabrício Mello
Colocação:
Fab 81 pontos
Rafa 69 pontos
Rê 57 pontos
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| detalhe das paisagens |
Em seguida, foi a vez do Libertália, minha cópia, vendo mesa pela primeira vez. Jogo de cartas bem estratégico, com tema de piratas e seleção simultânea de papéis. Aprovadíssimo por todos.
Colocação:
Fab 77 pontos
Rafa e Rê 72 pontos
=^^=
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Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/03/26-27-28-29-e-30-arariboards.html
Autor: Renata Palheiros
Na fase de ação, o jogador deve ativar um prédio e executar a ação descrita, que pode ser conquistar uma cidade, entrar em uma rota de navegação para descobrir um novo mundo, combater com outro jogador por um território e pegar cartas. A princípio, somente a Europa está livre para se conquistar. Para entrar em qualquer outra região é preciso navegar toda a rota até as cartas e alguém se tornará o Governador daquele continente.
E como se ganha esse jogo? Basicamente, avançando o nível de indústria (tijolos), cultura (vaso), finanças (moeda) e política (escudo), conquistando cidades e colecionando cartas.Blog de Origem: Desbussolados – fanáticos por boardgames
Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/03/endeavor.html
Autor: Renata Palheiros