RSS

Arquivos da Tag: entretenimento

Preparando a Batalha

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here
Para quem curte história militar, conhece jogos de guerra, jogos com miniaturas são no minimo um apelo interessante. Conversando com o meu amigo Rafael Furlaneto, sobre o jogo Flames of War, indaguei alguns dos aspectos e detalhes de funcionamento do jogo, diga-se de passagem muito interessante, os caras que criaram o jogo com toda certeza pesquisaram bastante. Então na onda deste jogo, resolvi explorar algumas possibilidades e soltar a criatividade, seguem algumas imagens de um pretenso jogo com miniaturas militares da segunda guerra mundial.

Alguns T34 Russos, este foi sem duvida um dos principais carros de combate da segunda guerra mundial e chegou a pesar na balança ao superar todos os carros de combate dos alemães, quando de sua aparição nos campos de batalha.
De fácil produção forma largamente empregados e produzidos durante a guerra.
Escala aproximada 1:150 ( 34mm no comprimento do casco).
Ao fundo três canhões( estes ainda não são réplicas.
Pequenas réplicas do carro de combate alemão Tigre, considerado o melhor da segunda guerra mundial. Em torno de 1400 foram construídos durante a guerra, e esta associado a relatos impressionantes, dai sua fama entre as tropas aliadas, pois reunia dois dos três requisitos principais para os carros de combate. 
Era muito bem blindado, portanto difícil de ser destruído, o que exigia que os carros aliados, tivessem que se aproximar demais, para poder ataca-lo com sucesso. Ai residia o segundo problema, o poder de fogo do Tigre era ótimo a longa distância e quanto mais perto pior ficava para enfrenta-lo.
O Tigre foi uma das respostas  alemãs para fazer frente ao T34 no front Russo.
Ambos carros participaram da batalha de Prochorowka a maior batalha de carros de combate já travada.
Nota: A miniatura do Tigre tem aproximadamanete 38mm.
Bom é isso assim que conseguir fazer mais peças vou postar outro tópico até culminar numa partida.
Abraço!

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
Link: http://mundodotabuleiro.blogspot.com/2013/05/preparando-batalha.html
Autor: Hermes

 
Deixe um comentário

Publicado por em 18/05/2013 em Mundo do Tabuleiro

 

Tags: , , ,

Mars Attacks War-Game

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here

A Mantic Games adquiriu a licença para produzir war-game baseado na clássica coleção de cards Mars Attacks.

O novo jogo será lançado em 2014 e combinará miniaturas esculpidas de alta qualidade com uma dinâmica jogabilidade tática.

Mars Attacks War-Game

Mars Attacks é a primeira licença adquirida pela Mantic Games, que já produz os jogos autorais Warpath e Dreadball. Ele incluirá novos personagens e facções, que também estarão presentes nos vindouros quadrinhos e brinquedos que serão lançados em comemoração aos 50 anos da franquia.

Blog de Origem: » Tabuleiro
Link: http://raccoon.com.br/2013/05/16/mars-attacks-war-game/
Autor: Helio Greca

 
Deixe um comentário

Publicado por em 17/05/2013 em Rocky Raccoon

 

Tags: , , , ,

Dominant Spécies !

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here

Caixa do jogo !


3 estreias ocorreram no final de semana passado: Dominant Spécies, Gonzaga e Hawaii… Deixemos então Gonzaga e Hawaii para depois, e vou me atrever a escrever algumas palavras sobre Dominant Spécies…
Antes de mais nada, Dominant Spécies é um jogaço !!! Mesmo estreando à mesa, o Jogo mostrou porque é tão conceituado… Embora pareça um “Euro”, Dominant Spécies, pelo menos para nós, está bem acima do que normalmente jogamos… É um jogo “JOGO”, e as possibilidades durante a partida são muitas, e o conhecimento do jogo não se faz da noite para o dia… É preciso jogá-lo, 1, 2, 5, 10 vezes, e ir descobrindo por onde trilhar seu caminho para chegar à vitória… 



Tabuleiro do Jogo 1ª Edição !


Mais ou menos já sabíamos o que iríamos encontrar pela frente, e por incrivel que possa parecer, Dominant Spécies é um jogo fácil… Fácil de pegar, fácil de entender as regras, manual muito bem elaborado e estruturado, marcador de rondas no Tabuleiro que não deixa dúvida sobre onde estamos e o que iremos fazer à frente… À cada rodada todos os jogadores possuem a mesma informação, e componentes feitos para se ter uma idéia de como realmente está a situação do jogo no Tabuleiro…
Começamos, é óbvio, arriscando coisas que não faremos em outras partidas, afinal, estávamos “estudando” o jogo… Erros foram cometidos aos montes, principalmente em manter Espécies na Tundra, sem migrá-los… Isso fez com que Pontos preciosos fossem perdidos na Contagem final dos Terrenos… Tundras são úteis pois durante a partida te dão Pontos graças às Tundras adjacentes, mas depois disso, caia fora delas… 1 Ponto apenas não é nada, perto do Oceano, por exemplo, que te dá 9 Pontos… Mas não sabíamos disso, e resolvemos deixar alguns cubinhos nela… Quem sabe, as Espécies tenha gostado do clima mais frio… :D 
Jogamos como se fosse 4 Jogadores: Répteis, Insetos, Aracnídeos e Aves, e isso foi feito com sorteio das Fichas de Jogador… Não escolhemos nada, pois nem sabemos ainda quais as verdadeiras vantagens das outras espécies que ficaram de fora…
À princípio, achamos que Espécies tenham vantagens em algumas Ações do jogo, tornaria o jogo forte para alguns e fraco para outros, mas isso realmente não aconteceu… Existe a vantagem sim, mas ela é diluída na quantidade de possibilidades que o Jogo te fornece…
Não gosto de avaliar Jogo, antes das 5 primeiras partidas, pois corro o risco de me encantar ou odiar algo que não domino, mas Dominant Spécies deixou a mesa com uma sensação de “quero mais”… Tenho em minha coleção, cerca de 85 Jogos, e só tive esta sensação de “quero mais” quando joguei Puerto Rico pela primeira vez…

Cartas do Jogo 1ª Edição !


Será um jogo que verá muitas mesas por aqui, e tenho certeza que a cada partida, iremos descobrir novas possibilidades, afinal, eu e minha Esposa, sentimos que utilizamos metade das possibilidades que o Jogo oferece à você… Mas para aproveitar mesmo, ainda serão necessárias várias e várias partidas, com a mesma Espécie e Espécies diferentes !!!
Posso dizer que é um Jogaço, mesmo com 1 partida apenas nas costas, afinal, embora demorado, jogamos com certa fluidez, mesmo tropeçando nas regras e estratégias !

Apenas um detalhe: Minha Esposa controlava Répteis e Aracnídeos e eu controlava Insetos e Aves, e no meio do Jogo fiz uma jogada que eliminou todos os “cubinhos” Pretos dos Répteis, o que não pude resistir e cair na gargalhada !!! :lol: :lol: :lol: 
Acontece que no restante da partida, os Répteis começaram a aparecer, e no final da partida Lenir venceu com eles !!! :mrgreen: 



Tiles de Terreno do Jogo 1ª Edição !


Portanto Senhores, se ao jogar Dominant Spécies, sua Espécie desaparecer do Tabuleiro, não se assustem… E se forem Répteis, poderão ter ido se esconder atrás de uma moita, e esperar a hora certa de dar o “bote” !!! 
Abraços

Blog de Origem: Clube do Tabuleiro de Campinas
Link: http://clubedotabuleirocampinas.blogspot.com/2013/05/dominant-species.html
Autor: Wagner

 
 

Tags: , , , ,

Tabuleiro Virtual : RA e Tikal

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here
Ontem o pessoal da Codito Development colocou em promoção alguns grandes jogos de tabuleiro que passaram para plataformas iOS e Android e eu como bom muquirana que sou aproveitei para comprar o Tikal (iOS) e o RA (iOS).

O RA é um dos jogos clássicos e na minha opinião, um dos melhores jogos do Reineir Knizia, e o aplicativo dele para iOS ficou muito bem implementado.

O AI é bom e garante umas partidas bem apertadas, o tutorial com as regras é simples, mas funciona (não sei se é muito claro para quem nunca jogou o jogo). Vale o investimento.

O Tikal é outro daqueles jogos que você tem que jogar antes de se considerar um “gamer-moderno”. Classicão da dupla Kramer/Kiesling.

Achei o gráfico desse mais confuso, mas a jogabilidade é bem honesta e as regras com explicação bem clara (esse eu precisava relembrar).

Além desses dois ainda estão em promoção o Tigris & Euphrates (iOS e Android) e o Medici (iOS) todos com o preço de 0,99 centavos de dólar até segunda-feira. Então aproveitem!

Blog de Origem: E aí, tem jogo? – A sua página sobre jogos de tabuleiro moderno.
Link: http://eaitemjogo.blogspot.com/2013/05/tabuleiro-virtual-ra-e-tikal.html
Autor: Cacá

 
Deixe um comentário

Publicado por em 17/05/2013 em E ai Tem Jogo?

 

Tags: , , ,

Quarriors

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here

Esse game chama a atenção pelos componentes. Quarriors é um dice game que vem (no starter pack) com 130 dados (e eu achava que meu game YN – que vem com 42 dados – era exagerado). Pois é, caro leitor, 130 dados coloridos customizados com poderes de raças fantásticas diversas. É bem esquisito e bem caótico. Assinado pelo Sr. Eric Lang é um daqueles games americanos com cartas cheias de textos/poderes e possibilidades de combo mirabolantes.

O jogo em essência é um deck building com dados, ou seja, é um dice building (se é que podemos chamar assim). Cada player começa com um saquinho com 12 dados e deve ir rolando os mesmos para comprar criaturas e magias da mesa. As criaturas e magias são representadas por dados de outras cores, com desenhos e poderes diferenciados. Cada vez que você compra um dado novo ele é adicionado ao seu pool e aumenta as chances de sair uma mão melhor na próxima compra. É divertido usar os dados como criaturas e eles possuem os stats impressos de maneira estratégica (custo, força, defesa e poder especial).

Esteticamente é bem interessante, mas rola uma ligeira confusão visual entre dados, mini tabuleiro e textos das cartas. Cada dado que você adquire possui uma carta de referência no meio da mesa e – muitas vezes – a quantidade de texto é meio grande para uma consulta mais rápida. O game já possui expansões e diverte se a ideia da brincadeira é sacanear o alheio.

É esquisito e ousado na produção. Joguei duas partidas seguidas e ainda quero jogar mais umas três para uma opinião mais aprofundada, mas levou 6 este aqui. Imagens do BGG.

Blog de Origem: Game Analyticz
Link: http://gameanalyticz.blogspot.com/2013/05/quarriors.html
Autor: VINCE VADER

 
Deixe um comentário

Publicado por em 17/05/2013 em Game Analyticz

 

Tags: , , , ,

Resenha : Batman – Gotham City Strategy Game

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here
Ontem rolou a Bat-Gruta para estreiarmos o Batman – Gotham City Strategy Game com a galera lá no Groo.

As regras do jogo são bem tranquilas. Cada jogador assume o papel de um dos quarto arqui-inimigos do Batman e tem por objetivo ser o maior vilão de todos em Gotham City.

Apesar do jogo ser apenas para 4 jogadores na mesa éramos 6, então tivemos o “time” do Duas Caras (Groo e Zombie), o “time” do Croc (Guilherme e Shamou), o LePe de Coringa e eu de Pinguim.

Na sua vez você tem que baixar uma das cartas de “plot” e realizar a ação obrigatória (que é recolher a grana ou influência de determinado lugar ou abrir uma cartinha para ver o que o Batman vai fazer).

 Gotham com a galera toda em jogo.

Depois disso você pode realizar a ação da carta, ou descartar ela para conseguir os recursos (dinheiro, influência e tokens de ameaça).

Feito isso você pode contratar capangas e, ao custo de um ponto de influência, mexer com suas peças no tabuleiro.

O jogo termina quando um dos vilões chegar ao nível 10 ou se o deck de “plot” zerar vemos qual o vilão com maior nível e ele é o vencedor.

Basicamente as regras são essas. O jogo é extremamente dinâmico, com bastante interação e muita cubreada entre os jogadores.

Quã. quã, quã… O maior vilão de Gotham. Foto BGG.

Na nossa partida o que determinou o fim do jogo foi o deck, e o Pinguim estava no nível 8 e foi o vencedor, o Croc veio em segundo, com o Duas-Caras em terceiro e o Coringa, que foi muito perseguido pelo Batman, em último.

Achei o jogo bem bacana, a interação é seu ponto alto e apesar do Batman ficar em segundo plano, a forma com que ele entra no jogo e vai ganhando níveis para piorar a situação dos bandidos é bem elaborada.

Blog de Origem: E aí, tem jogo? – A sua página sobre jogos de tabuleiro moderno.
Link: http://eaitemjogo.blogspot.com/2013/05/resenha-batman-gotham-city-strategy-game.html
Autor: Cacá

 
Deixe um comentário

Publicado por em 16/05/2013 em E ai Tem Jogo?

 

Tags: , , ,

O post perdido das jogas ou melhor, o post atrasado das jogas!

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here

Bom, a vida tem andado tão atrapalhada com a iminência da chegada da Laura que realmente atrasei bastante a redação do post das jogas das duas primeiras semanas de maio. De qualquer maneira, aí vai, seus homens de pouca fé!

Dia 30, véspera do feriado do trabalhador, os trabalhadores os desocupados se reuniram na casa do Mateus, clássico anfitrião, para mais uma joga. Mas a joga era especial, pois era o retorno dos que não foram: Bira voltou a nos prestigiar com sua presença!

Joga começou QUENTE, com uma partida de Alcatraz: The Scapegoat, game onde quatro prisioneiros da prisão de segurança máxima estão planejando escapar, MAS apenas três pode fazê-lo, deixando um para trás como o bode expiatório. É um jogo bem aberto, regras simples, mas que brilham pelo metagame, pela conversa e dissimulação. Nada mais adequado para uma partida de reestreia do nosso recuperado e regenerado mais brilhante cara de pau, Sr. Bira!

Fazendo o papel de cordeirinho, bom, já sabem o que eu acho…
Depois, nos organizamos em duas mesas (na verdade é a mesma mesa, já disse isso pra vocês?).


Galera reunida, mas ninguém nem aí pro fotógrafo…
Um grupo (Eu, Patrick, Marcos e Bira) estreamos o Merchant & Marauders, do Sr. Christian Marcussen, criador do aclamado Clash of Cultures (pelo menos, aclamado aqui no grupo, né?). O jogo tenta simular a carreira de um comandante de um navio na era de ouro da pirataria pelos mares do Caribe. Tanto se pode focar na carreira de um infame pirata ou ser apenas um mercador, com mecânicas e recursos (sem obviamente contar, o tema) que lembram MUITO o antigo jogo Sid Meier’s Pirates. Existem combates navais, abordagem do navio com combate de tripulação, inúmeras missões, rumores, tesouros enterrados, butim de saques, piratas famosos, embarcações navais caçando os piratas (inclusive você!), eventos e dados especiais(!). Ufa! Bastante coisa. O objetivo é acumular Pontos de Glória, retratando sua carreira nos mares do Caribe. O jogo segue turnos alternados entre os jogadores, cada um com três ações cada (já vi isso em algum lugar… :). Você pode patrulhar a parte do mar em que se encontra (o que, se bem sucedido, inicia combates), você pode se mover para uma área de mar ou porto adjacente (caso seja pirata, não entra assim tão facilmente no porto) ou (caso já esteja em um porto) iniciar uma ação de porto, que se desdobra em inúmeras outras ações: vender carga, comprar carga, recrutar tripulantes, reformar ou melhorar seu navio, comprar um navio novo(!), reivindicar uma missão, conseguir um rumor ou enterrar seu tesouro! Algumas mecânicas são bem pensadas (mesmo perdendo a jogada de combate, você ainda pode acertar algumas saraivadas de canhões nos inimigos, por exemplo), mas o jogo não foi unanimidade na mesa, nem mesmo o dono curtiu muito o game e está tentando passá-lo adiante (sou o primeiro da fila). Algumas ações são muito curtas, como tentar patrulhar o mar (Scout) e mover-se (Move), o que permite que você conclua sua ação em segundos, enquanto os outros jogadores, ao executar a ação de porto (Port Action – aquela que se desdobra em várias) pode demorar vários minutos, dando uma impressão de downtime muito grande. De qualquer maneira, me diverti com o jogo, mas não é para qualquer momento, pois a partida demorou pouco mais de 3 horas (sem contar explicação de regras). Abaixo fotinhos!


Patrick lendo uma carta de evento (sai uma todo início de turno).

Barrigudo prestando atenção e Patrick no AP!
Brincadeirinha! :P


Os dados, seus lindos!
Baita tabuleiro! E os baús que guardam o tesouro enterrado dos jogadores! 
No outro lado da mesa, rolou o dice placement velho conhecido da galera, Kingsburg (dos light, um dos meus preferidos). Participaram Solon, Mateus, Gaudério e Bill. Digam aí, quem ganhou?

Final de jogo, verde ganhando por um ponto do azul (só não sei quem é quem).
Depois de se amanciarem com a rainha (ou o rei, sei lá da preferência de cada um), Bill se despediu do grupo e os restantes se enfrentaram em um Lancaster. Como falei, o M&M é mais demorado, e deu para os amigos se enfrentarem em dois jogos diferentes ao tempo de uma só partida nossa. Desse também não peguei o vencedor, porque pouco circulei da mesa.

Gaudério e Solon negociando (ou pelo menos acho).
No sábado pela manhã, dia 4 de maio, nos reunimos novamente, na casa do Mateus, para nossa joga esdrúxula. Eu, Solon e o Gérson nos enfrentamos em um Trajan, um dos recentes do Feld. Baita jogo, curti tanto que comprei. Só falta chegar. Nesse, ganhei por poucos pontos, mas ganhei!


Ótima foto que tirei do tabuleiro… só que não!
Momento compenetração… olha a barriguinha!
 Na outra mesa rolou um Agricola, entre Mateus, Marcos e Bill. Disseram os presentes ter sido um jogo apertado, embatido e muito divertido! Então espero nos comentários suas impressões!

Draft inicial compra-10-escolhe-7, já que usaram o deck gamer nessa partida.
Final super acirrado!
Na 2ª semana de maio não participei da joga, pois foi marcada na quinta-feira, dia 9 de maio (e quarta-feira rolou joga na Chocólatras e eu fui, então a cota da semana já tinha estourado). Apenas fiz aquela visita de médico, rapidinha, o suficiente para rolar um 7 Wonders, aquele clássico filler, que ainda não obrigamos o Bira a jogar desde que voltou!

Contagem dos pontos e eu contando com a vitória :(

Jogo finalizou com a vitória do Patrick, que tem mantido todas as partidas do 7 Wonders registradas no aplicativo de ranking dele, como bem podem ver na foto abaixo.

Fica óbvio que o Patrick adora ranking, até os louros são dourados!


Após a partida, eu parti (ba dum tss) e o pessoal (Patrick, JP e Paulo) se engalfinhou numa partida de Eclipse (dessa fiquei viúvo, to na seca por um Eclipse faz tempo). Pelo que ouvi, foi pegada e combalida, gente experiente quebrando, mas mais detalhes apenas nos comentários. É com vocês!


Eu só vejo amarelo e preto no tabuleiro… cade o terceiro jogador?!


No outro lado da mesa rolou um Tzolkin: The Mayan Calendar, jogo do Mateus, com Solon e Bill, este último, o vencedor. Mas o game não foi muito bem quisto. O dono, novamente, não curtiu o jogo.


Detalhe do tabuleiro com suas engrenagens. É novidade, mas não garante um bom jogo, pelo jeito.
Já no sábado pela manhã, dia 11 de maio, nos reunimos novamente no Mateus, para uma joga esdrúxula, começando 8h45m. Eu, Mateus, Solon, João Pedro e Bill jogamos uma partida de Small World, jogo que os dois últimos não conheciam. Obviamente, adoraram o game, com sua mecânica simples, arte fenomenal, diversão garantida até para não-gamers.

Ganhou o Bill, com os Koboldos de Catapulta. 
Apesar de tudo, a partida foi pegada.
Na noite, rolou mais jogatina, agora na casa do Patrick. Como das últimas vezes houveram problemas com a iluminação (ela não existia, portanto os jogos acabavam com o baixar do sol), Patrick inovou e comprou logo uma lâmpada de holofote ou canhão de luz, sei lá. Só sei que o bixo devia ter uns 4000 lúmen de luminosidade: dentro da sala era DIA!

Olha a felicidade da criança segurando o grandalhão.
De primeira, quando eu cheguei, já estava rolando uma mesa de Seasons. Jogo onde o objetivo é baixar  cartas, que possuem combos e benefícios. As ações são sorteadas a cada turno pela jogada de DADOS GIGANTES (ok, são os de 25mm, mas ele parecem GIGANTES) e os jogadores fazem um draft, sendo que o dado que sobra determina algumas coisas, como a passagem de tempo. A marcação de tempo, a propósito, é separada em quartos (as estações), com cada recurso valendo diferentes valores de pontos. Grande dependência de inglês, pelos textos das cartas e tema meio colado, mas me pareceu divertido. Quero experimentar, pois dessa fiquei de fora. Agora, as fotos!
Patrick: “Que faz essa carta, Bira?” Bira: “Num sei, num intendo esse ingreis.” :P
Patrick patrolou nesse game, também, passando as regras tudo errado… bem a cara dele.
Depois, com a chegada do Marcos, fomos para um Kemet, jogo pegado, batalha comendo solta. Nesse jogo, só ganha pontos aquele que for bem sucedido num ataque, então não adianta se defender. Definitivamente nesse jogo não tem turtling. Curti o game, mas concordo com o Mateus que no final, por o jogo ser bem aberto e com poucos elementos aleatórios, fica na mão de um jogador, que pode até ser o último colocado, decidir quem vencerá a partida. Mas vale mais umas rejogas para experimentar. As miniaturas desse game são um espetáculo a parte! Incríveis! Faltou uma foto em close para mostrá-las. 
Vejam o tabuleiro cheios de pirâmides.
Mais abaixo os tiles, que são habilidades que se compram com orações (o dinheiro do jogo).
Finalizamos, após a saída do Marcos, com mais uma partida de Alcatraz. Vejam só, iniciamos o post, duas semanas atrás, com uma partida de Alcatraz e finalizamos com o próprio. É um baita “fechamento”, hein? ;)

Blog de Origem: GamersPOA
Link: http://www.gamerspoa.com.br/2013/05/o-post-perdido-das-jogas-ou-melhor-o.html
Autor: Vitto

 
Deixe um comentário

Publicado por em 15/05/2013 em Gamers Poa

 

Tags: , , , ,

Próximo Tabuleiros – 26 de maio

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here

Blog de Origem: Tabuleiros da Bahia
Link: http://tabuleirosdabahia.blogspot.com/2013/05/proximo-tabuleiros-26-de-maio.html
Autor: Paolo Bruni

 
Deixe um comentário

Publicado por em 15/05/2013 em Tabuleiros da Bahia

 

Tags: , , , ,

Já que o Vitto não posta mais. By Bira

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here
Então após muitas quintas de joga, a galera mudou pra segunda…nada definitivo, mas uma boa joga light no Gaudério, com direito a pizza paga pelo aniversariante (Renato Gaudério), pena que a foto do Parabéns a Você não rolou (puro esquecimento)

A joga foi light sempre visando por todo mundo na mesa…

Começamos com o To Court to King…

Um General bombado, onde a medida que vc vai tirando combinações nos dados vai ganhando power ups e buscando a missão final que são 7 ou mais dados iguais (quanto maior melhor) o jogo sempre termina pegado, mas dessa vez o Patrick combou muito e rolou muito…mas quase tomou um susto nas minhas rolagens de 6…

Dali com a chegada do Jesse partimos para a pizza e para o Citadels…

O game (home made do Gaudério) baseia-se na escolha de papéis os cais interagem com a mesa de cartas e/ou com os demais jogadores, roubando, matando, destruindo prédios, trocando cartas…no final quem fizer 8 prédios e com esses mais pontos vence o jogo…é legalzinho e dá boa diversão numa mesa certa…na nossa deu Bill fácil, apesar da minha tentativa de Smash the Leader no Bill e Kingmaking pro Patrick já que eu não tinha chance nenhuma mesmo e acabei amargando a ultima posição, mas me divertindo pacas…

Pra fechar nada mais fun e light que o bom e velho Bang…

JP de xerife, eu de Fora de Lei…de cara senti que o Bill era parceiro de crime e o Gaudério o auxiliar, minha dúvida recaiam sobre quem era o Renegado o Wylliam ou o Patrick…O Bill morreu cedo e o Gauderio idem, o jogo estaria ganho se não fosse uma maldita dinamite que sempre estoura na minha mão…aí eu saindo do jogo ficou JP=xerife, contra Patrick e Wylliam (que não sei quem eram) como minha gripe apertava resolvi sair mais cedo e nem vi o resultado final, nem sei quem era Renegado e Fora da Lei…

Valeu a diversão…
Braços

Blog de Origem: GamersPOA
Link: http://www.gamerspoa.com.br/2013/05/ja-que-o-vitto-nao-posta-mais-by-bira.html
Autor: Ubiratã de Oliveira

 
Deixe um comentário

Publicado por em 15/05/2013 em Gamers Poa

 

Tags: , , , ,

MAGIC: eu paro quando eu quiser

Get The Crestock Daily Free Stock Photo Here

Fui heavy user de Magic na minha vida. Comecei a jogar em 1993 e, na época, quase tomei bomba em física e química por causa dos divertidos baralhinhos cheios de elfos, monstros, manas, feitiços, artefatos, etc. Cheguei a jogar profissionalmente em campeonatos pelo interior de São Paulo. Porém, teve uma época que cansou um pouco e eu fiz um jejum de Magic na minha vida.

Isso durou alguns anos e depois – pouco a pouco – eu voltei a comprar uma ou outra carta selecionada, um boosterzinho aqui, uma troca de cartas ali e por aí vai. Na semana passada eu o amigo Guilherme Big resolvemos comprar um pack especial que vem com dois decks pré-montados. Pela primeira vez em muitos anos eu cheguei em casa e resolvi “mexer” no baralho e incrementá-lo com algumas pérolas que estavam guardadas no fundo do baú.

O deck que ficou comigo é o vermelho/azul que leva como personagem chave esse dragão malandrão da foto a seguir, o Izzet (um nome bem bosta, por sinal).

Voltando a jogar com gosto, fiz uma reflexão acurada sobre a lógica do Magic e cheguei a algumas ideias que gostaria de dividir com os nobres leitores. Por que o card game em questão nunca para de fazer sucesso? Vamos elencar alguns pontos sobre o assunto:

1) Magic é dinâmico: por mais que algumas cartas se repitam e outras façam a mesma coisa com nome diferente, uma coleção sempre vai interferir na outra e criar novas possibilidades. A ideia de que uma partida nunca é igual a outra é um argumento de vendas muito bom para este tipo de produto

2) Magic sempre inova: tem gente que detesta o que o Magic se tornou hoje. O que mais se escuta é “os caras transformaram um negócio legal em uma coisa overpower“. Bom, Magic – acima de tudo – é um negócio como qualquer outro de nossa contemporaneidade capitalista e precisa evoluir. Ter saudade do seu baralhinho monocromático de criaturas não faz parte da lógica de vendas da marca. Ao que tudo indica (e estou falando de volume de vendas) parece que a galera que joga gosta das modificações de ruptura que as novas coleções oferecem. Ahhh sim! Tem gente que se incomoda com a quantidade de coleções que saem todo ano; lei da oferta e demanda, caro amigo. Simples assim. A parte boa é que hoje, com internet, você não precisa mais acumular boosters e pode ir logo comprando só o que te interessa.

3) Magic criou uma escola de card games: pois é, a maioria de card games que foram lançados depois do Magic “ressignificam” algum tipo de elemento do Magic. É muito comum quando se vai explicar um card game novo para um amigo usar “metáforas” do Magic para facilitar o processo, como por exemplo “Aí você vira a carta. Tipo o TAP no Magic. Depois você gasta seus recursos. Tipo a mana no Magic.”

4) Magic investe em arte e qualidade: a qualidade é inegável e grande parte das ilustrações são primorosas. Umas das coisas mais legais de colecionar Magic é ficar olhando para os desenhos e flavor texts das cartas.

5) Magic possui história: no princípio do jogo não ficava muito claro que aquilo era um mundo a ser explorado pelos jogadores, mas com o passar dos anos a marca começou a se preocupar em criar uma narrativa que une uma coleção com outra. Goste ou não, é uma maneira interessante de contar uma história combinando pequenas narrativas nos textos de cada cartinha.

6) Magic é lúdico: a lista poderia ser infinita, mas eu vou terminar por aqui (já falei em um post antigo que Magic é um assunto que requer um blog próprio). O grande mérito do Magic é que ele consegue ser lúdico e se reinventar para diferentes gerações. O que o Sr. Richard Garfield criou lá na década de 1990 não era um mero jogo das “cinco cores da magia” e sim uma plataforma expansível de entretenimento.

Dentro desta lógica eu me pergunto se algum dia eu vou deixar de gostar totalmente de Magic. Apesar de já ter vendido muita carta eu ainda guardo uma meia dúzia de deckzinhos prontos para entrarem em campo. E agora voltei a tomar gosto por comprar mais.

Que venham mais e mais coleções!

Blog de Origem: Game Analyticz
Link: http://gameanalyticz.blogspot.com/2013/05/magic-eu-paro-quando-eu-quiser.html
Autor: VINCE VADER

 
Deixe um comentário

Publicado por em 15/05/2013 em Game Analyticz

 

Tags: , , , ,

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.