Sede Campestre de volta a ativa by Bira

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Depois de longo afastamento das jogas GamersPoA…

A sede campestre (Viamão) teve sua reestreia em grande estilo…

Começamos já na sexta com 2 partidas de clássicos e tocamos ao longo do domingo com muito jogo, e boas risadas…

O primeiro da noite foi o Railroad Tycoon… com a noite fria pacarai…optamos por jogar dentro de casa ao invés da churrasqueira… a mesa sentiu o tamanho do bicho, mas deu conta do recado

A região de Nova York disputada como sempre me deu minha primeira vitória…nunca havia vencido no RT essa joga rendeu também a primeira derrota do Lock, mas foi foda, foi no critério de desempate…

Jesse teve de ir e tocamos para o bom Clash of Culture…sem comentários sobre o jogo…

Bonito fácil de pegar, pegado, sempre parelho o jogo é um dos mais fodas de CIV que já joguei..
A coisa como sempre começou equilibrada, cada um no seu lado separado por um rio e montanhas…

Só que após a invenção dos barcos, rios são feitos para serem cruzados e a cidadezinha que abaixo está vermelha

Vira azul com um passe de mágica…ah que pena Lock!!!! hehehe
Apesar da boa jogada as duas Wonder do Mateus deram a vitória para o craque do jogo…
Mas a diversão foi muito…

Cama pra galera…vamos descansar que amanhã tem mais…
E foi…pontualmente as 10:30 Gaudério e o Solon com seus maravilhosos Home-Mades chegaram chegando…

Enquanto optamos por abrir os trabalhos com o excelente Chicago Express…

A dupla Batman e Robin…encararam um Axis & Allies…e isso foi o dia inteiro!!!!!

Terminado o Chicago com o resultado óbvio (5vitória do véio aqui) fomos pro Rango…

Na volta ficamos sabendo que o Adrian, Julian e o Solon Rabello estariam chegando… Fomos para uma rapidinha de Die Meuterer…jogo bom e simples, divertidíssimos…

Com a chegada do restante da galera…Tivemos de dividir de novo as mesas…

Enquanto  Adrian, Julian e eu jogávamos Cleópatra and the Society of Architects, os parça Solon, Solon, Gaudério e Mateus foram para um Pirates Cove…

A dupla Sertaneja ainda brigava pelo domínio da Europa…sei que foram duas partidas de A&A…

No Cleópatra o jogo foi pegado e muito divertido, já havia jogado o mesmo uma vez e tinha achado mais ou menos…mas dessa vez o jogo brilhou…bonito pacas e com mecânicas bem divertidas e malucas, vc deve ganhar dinheiro, mas sem se corromper…vence quem tiver mais grana…só que o mais corrupto sai fora…mesmo se tiver mais dinheiro!!!

Enquanto o Adrian vencia e o Julian se corrompia, na outra mesa o Pirates Cove dividia opiniões…os dois Solons curtiram o game e dividiram a vitória…já o Gaudério odiou o jogo e o Mateus achou bem fraco, mas acho que aí está um pouco relacionado com sua sorte em rolar 1 e 1 SEMPRE…hehehehe

Como eu tava jogando e anfitriando a galera nem sei do que se trata o jogo…mas pela cara de “comido” do Mateus é mais um com tema pirata que afunda no grupo…

Pra fechar a tarde ainda rolou um party muito divertido com interpretação de papéis, mentiras, traições, tenso e intrigante…além de bem rapidinho…foram duas paritidinhas de Coup…jogo de carta por isso a cara do Solon…tá aí um cara que não curte cartas…ne do correio!!! hehehe

O Axis acabando ainda rolou um Dice Town sem fotos…

Muito legal…Valew…
Até a próxima
Braços

Blog de Origem: GamersPOA
Link: http://www.gamerspoa.com.br/2013/06/sede-campestre-de-volta-ativa-by-bira.html
Autor: Ubiratã de Oliveira

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Cthulhu Dice, simples, rápido e divertido.

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Cthulhu, Arkhan Horror, Elder Sing, tudo é parte de um história em comum. Os jogos são um mais fácil, outro mais rápido e outro leva a fama, cito Arkhan por ser o jogo do tipo punk (não joguei ainda). Entre estes o Elder Sing é com certeza o que mais vezes joguei. Achei bacana, porem  não é a linha de jogos que mais gosto, mas também não acho um jogo ruim ou chato, têm hora para jogar e com certeza vai agradar vez e outra.

Tive agora a oportunidade de conhecer o Cthulhu Dice.

Bom o  jogo têm  realmente poucas peças. São 18 pedras de vidros que representam a sanidade do jogador, mais um dado de 12 faces, aliais uma belissíma peça. Cada face têm um símbolo que por sua vez causa um efeito.

A ideia é cada jogador atacar um oponente, quando então lança o dado e observa o símbolo e por consequência aplica o efeito contra este oponente.  O oponente então contra ataque o atacante, lança o dado e aplica o efeito do símbolo resultante.

Então olha o jogo resumido para você:

1- alternar a vez do jogador inicial ao iniciar a rodada,
2- escolher a vítima,
3- lançar o dado,
4- aplicar o efeito,
5- vitima contra ataque…. e assim alternar para cada jogador participante.

O jogador que perde suas três pedras de sanidade é considerado louco, não pode mais ser atacado, mas continua a atacar. Pode recuperar a sanidade e voltar ao jogo normalmente.

Aquele que sobrar com uma pedra de sanidade vence a partida, o lha que isto pode ocorrer muito rápido.
O jogo pode ser jogado por seis jogadores, como já disse é rápido, divertido e simples, mas simples mesmo.

O dado de dose lados é muito bonito.
Os símbolos são:
– Signo Amarelo – a vitima perde uma sanidade;
– Tentáculo –  retira uma sanidade da vitima e trás para sua mão;

– Signo antigo ( estrela) – recebe uma sanidade desde o centro da mesa que é Cthulhu;
– Cthulhu – todos perdem uma sanidade;

– olho que tudo vê- o jogador escolhe qualquer efeito nesta sua vez;
Então amigos é isso, fica a dica, uma pequena resenha de um jogo simples e rápido, nem por isso deixa de ser uma boa opção de diversão, condição que garante ao jogo grande aceite entre os grupos de jogadores.

Abraço!

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
Link: http://mundodotabuleiro.blogspot.com/2013/06/cthulhu-dice-simples-rapido-e-divertido.html
Autor: Hermes

Fique Sabendo – O terrível chupa cabra virou Chupacabras Dice

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É isso mesmo a sinistra criiatura chamada de Chupa Cabra ( lenda mais recente ao estilo criaturas fantásticas), virou um jogo de dados com o título, ChupaCabra Survive the Night, já é possível imaginar que o negócio deste jogo é diversão. O jogo foi lançado em Abril de 2013, autores Brian Frodema,  David Blackchard e John Jacobsen.

Idade sugerida a partir dos 8 anos, bom para a família apesar do tema terror ???
Número de jogadores de 2 a 4
Estimativa de tempo de duração não indicada, mas com certeza jogo rápido


Fonte BGG

Bom pessoal,  o tema evoca ao terror, mas com toda certeza é pura diversão, típico deste  tipo de jogo a exemplo do Zombie Dices. Então quem tiver oportunidade, deparar com o jogo, quem sabe vale jogar para conhecer e tecer maiores comentários sobre o jogo.

Abraço!

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
Link: http://mundodotabuleiro.blogspot.com/2013/06/fique-sabendo-o-terrivel-chupa-cabra.html
Autor: Hermes

TUTTI BUONA GENTE

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Mais uma joga na Sukuletus, o frio está espantando a galera das jogas mas a zona sul resiste bravamente!
O jogo da vez foi o Bootleggers. Cada jogador é uma familia que produz e tenta vender seu whisky. O problema é a lei seca e tudo tem que ser feito na clandestinidade, se necessário com o uso da força.
No ai bambini!
O jogo é um controle de área, quem controlar os bares tem prioridade na venda, mas a parte mais divertida do jogo é na hora de negociar as cargas, as vezes sua família não produziu tanto, outras precisa emprestar um caminhão para transportar a carga, rola todo tipo de negócio e chantagem!
 Pausa para a sopa de capelleti temática
Na primeira partida tentei a via da chantagem, ameaçando os adversários a carta do “FBI” que confisca a carga de uma caminhão, mas o Felipe não se deixou corromper e as metralhadoras cuspiram balas entre nossas famílias.
O dono do bar ganha $$$ nas vendas dos outros.
Enquanto isso o Marcio aproveitou pra entregar muito whisky nos
caminhões q locava do Cleber por uma generosa comissão.
Capo di tutti capi
O jogo foi aprovado pela galera que se divertiu muito!

Blog de Origem: GamersPOA
Link: http://www.gamerspoa.com.br/2013/06/tutti-buona-gente.html
Autor: Riffel

Die Palast von Carrara

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Carrara

Sinopse:

Cada jogador representa o/a patriarca/matriarca de uma família nobre. O Rei ordenou a construção de edifício imponentes em diferentes cidades enriquecidos com materiais exclusivos. Ao longo do jogo  o Rei é convidado a visitar as diferentes obras para atestar dos seus progressos e em função da sua avaliação as famílias conseguirão obter pontos de vitória e moedas, com as quais poderão comprar mais materiais de construção. A família vencedora será a que tiver mais pontos de vitória no fim do jogo.

Como se joga:

Antes de iniciar o jogo é preciso baralhar as fichas de edifícios formando um monte ao lado do tabuleiro. Desse monte revelam-se as 9 fichas do topo e colocam-se no tabuleiro, nos 9 espaços dedicados a elas.

Cada jogador recebe 1 biombo; 7 marcadores da sua cor [coloca 1 na escala de pontuação (casa zero) e forma a sua reserva pessoal com os restantes]; recebe dinheiro no valor de 20 e um tabuleiro individual, com o desenho das árvores no canto inferior direito, virado para cima. O primeiro jogador recebe um cubo preto, o segundo jogador recebe um cubo azul, o terceiro recebe um cubo verde e o quarto recebe um cubo vermelho.

Ao lado do tabuleiro, além do monte de fichas de edifícios, colocam-se os objetos em madeira, representando 6 símbolos diferentes, devidamente separados. No canto superior esquerdo do tabuleiro principal coloca-se seis objetos diferentes.

Para terminar posiciona-se o tabuleiro de objetivos ao lado do tabuleiro e alinha-se a roleta de forma a que a seta fique virada para o setor V. Depois coloca-se os blocos coloridos dentro do saco preto e retiram-se 6, que se colocam no setor I da roleta.

O jogo está pronto para começar!

No seu turno cada jogador executa uma ação de 3 possíveis e, no fim do seu turno, pode fazer ainda mais uma opcional:

  1. Comprar cubos;
  2. Comprar edifícios;
  3. Pontuar;
  4. Comprar símbolo (opcional).

Se optar por comprar cubos, o jogador roda a roleta 1 espaço para a direita e depois coloca cubos do saco preto no setor I da roleta de forma a ter 12 cubos no total sobre a roleta. Depois de colocar os cubos do saco sobre a roleta, o jogador escolhe um dos setor e pode comprar os cubos que desejar desse setor pelo preço indicado nesse setor das cores selecionadas. Há setores que não têm o preço de algumas das cores, logo se houver dessas cores, o jogador pode ficar com esses blocos sem ter de os pagar.

Os cubos comprados colocam-se atrás do biombo.

Se a escolha recair na compra de edifícios, o jogador escolhe um dos 9 edifícios visíveis sobre o tabuleiro principal, e paga, para o saco preto, o seu custo em cubos (varia de 1 a 5). A colocação do edifício faz-se em função das cores pagas, ou seja, se por exemplo alguém comprar um edifício de valor 2 com 1 cubo preto e 1 cubo vermelho, o edifício terá de ser colocado sobre a cidade de Lérici, pois essa é a única cidade que aceita compras com cubos pretos.

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Como se pode ver no exemplo de baixo, o jogador já tem sobre o seu tabuleiro pessoal 6 edifícios construídos. Dois estão sobre a cidade de Livorno (a cidade mais à esquerda), um sobre a cidade de Lucca, dois sobre a cidade de Viareggio e outro sobre a cidade de Massa.

Edifícios

Para construir os dois edifícios em Livorno, por exemplo, o jogador só pode pagar com cubos brancos, enquanto que para construir em Lucca já pode pagar com cubos brancos e/ou amarelos e/ou vermelhos. No caso das construções sobre a cidade de Viareggio a pagamento pode ser feito com cubos brancos e/ou amarelos e/ou vermelhos e/ou verdes. As cores permitidas em cada cidade estão desenhadas sob o nome da cidade como se pode ver na imagem de baixo (a cidade de Livorno ficou cortada).

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A terceira opção de ação é pontuar. O jogador tem desde o início do jogo 6 marcadores em madeira da sua cor, esses marcadores servem para marcar as 6 pontuações que poderá realizar ao longo de toda a partida, por isso, importa ser astuto na forma como pontuamos!

Os jogadores podem pontuar de duas formas: por cidades iguais ou por edifícios .

Se o jogador optar por pontuar por uma cidade tem ter o número mínimo exigido da cidade que quer pontuar (ver imagem em baixo), colocar o seu marcador de madeira sobre a cidade (no tabuleiro principal) e fazer a contagem dos pontos.

Os pontos obtidos numa pontuação de cidade resumem-se ao total do valor dos edifícios que o jogador tem na respetiva cidade (valor no canto superior direito da ficha de edifício) a multiplicar pelo fator indicado sobre o desenho da cidade (pontos ou moedas).

Pontuar cidade

No exemplo da imagem o jogador decidiu pontuar por Massa, a cidade de Massa só pode ser pontuada se o jogador tiver no mínimo 3 edifícios. Como o jogador tinha 3 edifícios pode colocar o seu marcador sobre a cidade e pontuar. Somando os 3 edifícios que tem sobre Massa, no seu tabuleiro pessoal, o jogador obtém 9 (5+3+1) , multiplicando pelo fator  1 ponto  obtem 9 pontos (9×1). Em seguida avança 9 pontos na escala de pontuação.

Se o fator de multiplicação fosse moedas o procedimento era o mesmo mas em vez de avançar na escala de pontuação, receberia moedas da reserva.

Os pontos obtidos numa pontuação por edifícios iguais calculam-se quase da mesma forma, desta feita o jogador soma o valor do edifício escolhido e multiplica esse valor pelo fator multiplicador de cada cidade onde tenha esse tipo de edifício.

pontuar edi

Voltando de novo ao exemplo de cima, o jogador decidiu pontuar pelas bibliotecas. Tem uma biblioteca de valor 3 sobre Pisa o que lhe permite obter 9 moedas (3×3) e outra, de valor 2, sobre Massa, obtendo 2 pontos (2×1). As moedas 9 moedas ganha-as da reserva e os 2 pontos regista-os com o avanço de 2 casas na escala de pontuação. O jogador ainda de colocar um dos seus marcador de pontuação em madeira sobre o ícone das bibliotecas, na parte inferior do seu tabuleiro pessoal.

Nos dois tipos de pontuação o jogador irá ganhar ainda objetos referentes aos edifícios envolvidos na pontuação, isto é, pegando nos exemplos anteriores, no caso da pontuação pela cidade de Massa o jogador ganharia uma bandeira (pelo castelo), uma porta (pela porta) e uma coroa (pelo Palácio). No exemplo da pontuação por edifícios, o jogador ganharia 2 livros (pelas 2 bibliotecas pontuadas). Quando um determinado objeto se esgotar ninguém mais poderá ganhá-lo.

Antes de passar a vez, o jogador pode (opcional) gastar 10 moedas em troca de um dos objetos da reserva do tabuleiro principal.

O jogo termina quando um dos jogadores consegue cumprir os 3 objetivos do tabuleiro de objetivos (variável em função do número de jogadores).

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As condições são:

  • ter feito 4 pontuações;
  • ter 8, 7 ou 6 objetos a 2, 3 ou 4 jogadores respetivamente e;
  • alcançar 30, 25 ou 20 pontos a 2, 3 ou 4 jogadores respetivamente, no somatório de todos os edifícios construídos.

Assim que alguém consiga alcançar estes três objetivos o jogo termina imediatamente e faz-se a contagem final.

  • 3 PV por cada objeto ganho durante o jogo;
  • somatório de pontos proveniente dos seus edifícios construídos;
  • 1 PV por cada 5 moedas.

O vencedor será o jogador com mais pontos de vitória na escala de pontuação.

O jogo traz ainda uma expansão que é essencial depois de se jogar 2 ou 3 vezes o jogo base, aliás, a verdadeira diversão deste jogo acontece quando se joga com a expansão.

A expansão adiciona condições de fim de jogo variáveis e uma forma de pontuação extra no fim do jogo, além disso será possível construir e/ou melhorar edifícios já construídos com os novos edifícios de valor 8. Esses edifícios trazem consigo a possibilidade de ganhar fichas que modificam os multiplicadores simples das cidades dos tabuleiros pessoais.

A profundidade estratégica é de tal forma melhorada com a expansão que a versão base só deverá ser jogada mesmo para aprender o jogo no início porque depois disso é um desperdício não jogar o jogo com a expansão

Avaliação:

Die Palast von Carrara é o jogo que tanto se aguardava do senhor Kramer. Este jogo é um valor seguro de diversão com generosa dose estratégica, um euro muito bem feito servido por excelente material e sem dúvida um acrescento muito positivo à vasta gama de jogos da Hans im Glück.

A diferença de riqueza estratégica entre o jogo base e o jogo com a expansão é de tal ordem que é inconcebível separá-los depois de se experimentarem em conjunto. O jogo base serve muito bem para jogar numa fase inicial, como forma de aprender os conceitos básicos, mas a verdadeira alma do jogo está dentro do “envelope branco”. Um mimo de jogo altamente recomendado!

Pedro:

Pontos fortes:
– aprendizagem simples e rápida;
Pontos fracos:
– passamos quase o tempo todo a fazer apenas uma de duas ações: ou comprar recursos, ou comprar edifícios, o que se por vezes se torna monótono;
A escolha e planificação atempada da avaliação das cidades é sem dúvida a decisão fulcral do jogo.
Naqueles dias em que temos apenas uma horita pra jogar e queremos algo “descomplicado” mas que não seja um simples jogo de cartas,  “The Palaces of Carrara” é uma das opções acertadas.

Ligações:

Site da Hans Im Glück -> AQUI

Ficha BGG -> AQUI

Vídeo -> AQUI

Comprar:

Amazon.de -> AQUI

Blog de Origem: JogoEu
Link: http://jogoeu.wordpress.com/2013/06/28/die-palast-von-carrara/
Autor: abruk

Quantidade & Qualidade By Bira

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Então depois de um tempo afastado consegui enfim ir numa joga de sábado…
No Gaudério reunimos: Patrick, Bira e o anfitrião…

O esquema era Euro… e foi o que rolou…começamos com o bom

Thurn and Thaxis

O jogo Euro total, além de ser uma pintura é bem rápido pra pegar regras e manhas do jogo, o Patrick era o único novato do game, mas logo pegou e partiu com uma estratégia de quantidade de cartas, eu fui pra tática de reservar cartas e o Gaudério buscou otimizar pontuação…

Jogo bem jogado de boa, diversão certa…

Manhã frio do inverno gaúcho!!!

Dali fomos para uma de Havana, fui apresentado ao jogo que já conhecia de vista e queria muito testar…a partida foi meio frustrante, por que como era o único newbie da mesa joguei livre e o jogo acabou rápido e de forma fácil, devido a marcação parte a parte entre Gaudério e Patrick!!!

O jogo é bom, mas a partida em si ficou meio vazia quero testar o bicho de novo…

Dali fomos para um Adios Amigos…jogo puramente fun/party, mas que rendeu boas risadas…

Fechamos ainda a joga com uma partida de Coloretto e uma de Hey That´s my Fish…

Joga boa 5 jogos diferentes onde a quantidade de partidas, a variedade e a qualidade andaram juntas com a diversão da galera…

Braços e até amanhã!!!!

Blog de Origem: GamersPOA
Link: http://www.gamerspoa.com.br/2013/06/quantidade-qualidade-by-bira.html
Autor: Ubiratã de Oliveira

Tokaido

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Embarque numa viagem histórica entre as cidades de Quioto (ou Kyoto) e Tóquio (Tokyo) realizada desde o século XI quando a capital japonesa era conhecida como “Edo”, colecionando artigos típicos e desfrutando de uma bela paisagem.
Objetivo:
Fazer o maior número de pontos de vitória ao término da viagem/jogo.
Componentes:
1 tabuleiro de jogo
5 peças de viajantes
5 marcadores de pontos
5 marcadores coloridos
50 moedas
10 tiles de viajantes (personagens)
12 cartas de Termas
60 cartas panorâmicas
25 cartas de comida
24 cartas de lembranças
14 cartas de encontros
7 cartas de bônus
Tokaido é um belíssimo jogo com a arte de Naïade, nome artístico de Xavier Gueniffey Durin (Seasons). Um traço elegante como pede a arte japonesa tradicional, combinada com as cores vivas da cultura pop atual, fazem de Tokaido um daqueles jogos que por si só já vale para ter na estante.
Uma curiosidade interessante e agradará bastante os fãs e estudantes da cultura e língua japonesa: todas as cartas possuem os nomes dos itens em japonês romanizado e no alfabeto original.
Contra, apenas dois fatores técnicos, o berço (ou insert) que torna-se quase inútil caso resolva acondicionar suas cartas em sleeves e as moedinhas típicas que precisam ter seu miolo delicadamente removido.
O Jogo:
Cada jogador embarca nessa viagem em Quioto e ao longo do caminho deve colecionar uma série de itens que lhe renderão pontos ao longo da partida e ao final.
Respeitando a história real, o caminho possui diversas pousadas ou hotéis, que são como check in points do jogo e impedem que um determinado jogador dispare no caminho, criando assim quatro mini caminhos a serem disputados.
Muito da estratégia pessoal é determinada pelo personagem escolhido, que definirá a sua quantia de dinheiro inicial e a sua habilidade. Não existem personagens nem habilidades repetidas.
A partir daí, as opções de paradas são: 1) a loja de lembranças: ao final do jogo pontua-se pela quantidade de conjuntos de tipos de lembranças diferentes; 2) os encontros: são personagens encontrados ao longo da viagem e que darão uma ajudinha, seja em pontos, dinheiro ou ações extras; 3) as termas: dão ao jogador pontos de vitória imediatos; 4) o templo: em troca de ofertas monetárias aos deuses, os jogadores ganham pontos de vitória; 5) as paisagens panorâmicas: a cada parada o jogador recebe um fragmento de uma paisagem e deverá tentar completá-la, cada fragmento lhe confere pontos de vitória; 6) fazenda: ganha 3 dinheiros. E finalmente, o hotel, em que os jogadores são obrigados a parar e devem comprar comida.
O curioso deste jogo é a movimentação. Não existe dado nem custo, apenas a estratégia e oportunidade. A lei é uma só: avança aquele que estiver por último! O jogador que estiver atrás de todos os outros na estrada, deverá mover seu marcador para o ponto vago a sua escolha. Se ele continuar sendo o último, jogará novamente. Caso não, o que estiver em último passará a ser o jogador da vez. Mas não se pode  ultrapassar os hotéis, eles são parada obrigatória. Isso torna cada espaço muito disputado, pois é preciso decidir entre avançar muito para chegar num ponto que te beneficia e dar espaço para os outros jogadores fazerem várias ações, ou fazer uma distância curta e perder o benefício lá da frente. A única conclusão é que não se pode ter tudo neste jogo.
Ao final da partida, além de todos os pontos que ganhou, todas as cartas que acumulou podem lhe

render mais pontos. São 6 cartas especiais, sendo que 3 delas são distribuídas ao longo do jogo para o primeiro que completar cada tipo de paisagem. As outras 3 são dadas ao final para aquele que tiver mais encontros, mais termas e pelo conjunto de comidas mais caro. A contribuição ao templo também é muito bem recompensada.

Parafraseando meu amigo Fabrício, Tokaido pode ser descrito como um jogo de work placement disfarçado com set colection. É leve e muito familiar, com partidas rápidas em torno de 30 a 45 minutos, que deixam com vontade de jogar mais.
Para incrementar, o autor Antoine Bauza (7 Wonders e Ghost Stories) acrescenta várias variantes para deixá-lo ao gosto do cliente. A primeira delas beneficia os “gamers”, incutindo à ordem de largada um valor monetário, beneficiando quem larga por último. A segunda variante é a possibilidade de se usar o caminho inverso para jogar. Como os mini caminhos possuem paradas diferentes, jogar no sentido Tóquio-Quioto exigirá uma estratégia diferente da necessária para Quioto-Tóquio. E a terceira eu aconselho apenas para crianças pequenas pois pode tirar bastante a graça do jogo, que é remover os personagens de cada jogador. Após o lançamento, ainda foi lançada uma promo que adiciona 4 cartas de encontro com novos benefícios.
Não importando qual combinação você escolha, espero que se divirta na terra do sol nascente.
Infos
2 a 5 jogadores
30 a 45 minutos
Acima de 8 anos
Valor médio $30
Editora: FunForge
[Resenha publicada originalmente na Ludo Brasil Magazine nº 27]

Blog de Origem: Desbussolados – fanáticos por boardgames
Link: http://desbussolados.blogspot.com/2013/06/tokaido.html
Autor: Renata Palheiros