Mecânica 37- Movimento pela Grade – ( Grid Movement ).

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Xadrez, Damas, são grandes exemplos de jogos que usam a mecânica. Portanto uma mecânica bem antiga, no qual as peças são movidas pela grade que é o tabuleiro, não necessariamente apenas movimentos ortogonais, visto que no Xadrez temos peças com movimentos diagonais e mistos. O formato hexagonal da grade também é usado a exemplo do Abalone.
                                                                         Imagem – Fonte BGG- jogo Abalone


Para saber mais sobre outras mecânicas de jogos, consulte “Explicando Mecânicas”  neste blog.

Abraço!

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
Link: http://mundodotabuleiro.blogspot.com/2013/12/mecanica-37-movimento-pela-grade-grid.html
Autor: Hermes

Melhores (e piores) de 2013

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Pois é, nobres leitores! A Veja e a Globo estão fazendo suas retrospectivas e nada mais justo que o Game Analyticz faça a sua também. O ano foi recheado de jogas, novos games e eventos lúdicos. Vou tentar fazer uma síntese de tudo por aqui. Vamos lá:

TOP 3 BEST GAMES:

Terra Mystica
Village
Hansa Teutonica

TOP 3 BOMBAS:

A conclave of wyrms
Dungeon Quest
Kemet

O ano de 2013 foi bem legal pra mim em termos de produção lúdica. A Ceilikan lançou dois card games meus: Álmok e Cartas Assombradas; eu publiquei de maneira independente o OKTO; lancei meu segundo livro, o Doses Lúdicas; produzi dois games para iPhone juntamente com o amigo Parma, o TÍZ e o KOLORS; e apresentei um poster em um dos mais importantes congressos de games da Europa, o F.R.O.G (Future and Reality of Gaming).

É isso aí! Que o ano de 2014 seja muito mais lúdico! Já estou trabalhando em novos games e em um novo livro. Continuem por aqui para acompanhar as novidades. GO GAMERS!

Blog de Origem: Game Analyticz
Link: http://gameanalyticz.blogspot.com/2013/12/melhores-e-piores-de-2013.html
Autor: VINCE VADER

Jogamos The Capitals By Bira

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Então nesse final de semana jogamos o The Capitals (2013), do brasileiro Thiago Boaventura…
Aquisição de Natal do Patrick o cabra veio com as regras estudadas e colocou na mesa…

Quero deixar claro que com o tempo de hobby e tendo jogado e rejogado muitos jogos, lido a respeito, enfim ter vivido o hobby intensamente como nós aqui do  grupo faz com que gente comece a ficar meio mala!!!! Não existe jogo que vc não ligue a outro, que vc não veja uma melhora, uma critica…enfim chato pracarai…

Embora não seja amigo pessoal do Thiago, certamente, já cruzei com ele num fórum da Ilha do Tabuleiro, ou numa fala do BG-Br, ou pelo BGG ou ainda em uma math trade…e vou me limitar nesse review a citar apenas os aspectos positivos do game em reverência e respeito ao cara ter emplacado um game no cenário mundial o que é um grande feito a ser comemorado!!!

Posso começar dizendo que o jogo é uma experiência diferente de quase tudo que a gente já jogou por aqui em tabuleiros, se for fazer uma analogia o SimCity do PC é quem mais chega perto…

O jogo é bonito, bem feito na caixa, nos bits, nos tiles, cores, peças, tabuleiro, regras, iconografia…tudo no capricho.

No jogo vc tem uma cidade e deve cuidar seus aspectos gerais (turismo,cultura, população, emprego, grana, aspectos de serviço publico…) vc sai com um hotel, a prefeitura e uma usina meia boca…e tem a partir daí a chance de ir desenvolvendo, comprando partes da cidade e ir aprimorando partes em detrimento de outras áreas; ou seja; se vc compra um tile de empresa (padaria, por exemplo) vc perde em turismo…

E assim o jogo vai se desenrolando, vc tendo de crescer a população e o emprego junto, sem descuidar do serviço público, nem da diversão do povo…algo bem real, temático e dentro do conceito!!!

O jogo aqui com 5 pessoas durou umas 3 horas com regras,mas foram tres horas de boa, não rola AP, e o donwtime é baixa, demoramos por que curtimos, parando pro refri-cafe-bolachas…tudonum papo ameno e cando risadas das ações, quando por exemplo um jogador fundou uma “favela” onde recebia muita população, mas tinha pouco emprego, ou outro que comprou uma rave que dava muita diversão, e muita população!!!!

Recomendo o jogo para aqueles que são gamers, pois o jogo não se destina pra jogadores eventuais, que curtam jogos médios e longos e o tema, pois é bem temático, não nos pareceu haver formulismo de vitória, mas foi uma partida só…as regras são claras e bem escritas…

Tem problemas?!? Sim todos tem, lembra? somos chatos!!! mas nada que comprometa o jogo, dos 5 na mesa, os 5 acharam bom jogo, 4 jogariam de novo com certeza, 1 talvez…o que mostra que é uma boa pedida para qualquer grupo e presença importante em uma ludoteca…

COMPREM, apoiem  a idéia, incentivem!!! é disso que nosso amado hobby precisa!!!!

Braços

Blog de Origem: GamersPOA
Link: http://www.gamerspoa.com.br/2013/12/jogamos-capitals-by-bira.html
Autor: Ubiratã de Oliveira

Robozinho safadinho !!!

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Hoje levantei decidido a derrotar o Robozinho safado das Expansão “The Gathering Storm”, do jogo “Race for the Galaxy”… Para quem não conhece, recomendo muito este jogo !!!
Cartas pra cá, cartas pra lá, e depois de 2 partidas jogando no nível médio, com 2 Fichas “Coste 6”, tive 2 derrotas !!!
Ainda hei de vencê-lo !!!

Blog de Origem: Clube do Tabuleiro de Campinas
Link: http://clubedotabuleirocampinas.blogspot.com/2013/12/robozinho-safadinho.html
Autor: Wagner

Escavar ouro …. proposta do jogo Pay Dirt

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Outro jogo que vai aparecer em 2014 é Pay Dirt, no qual os jogadores  devem empreender no negócio da escavação de ouro no Alasca. O jogo é inspirado nas pequenas mineradoras, que a cada ano durante um determinado espaço de tempo podem escavar em busca de ouro. Quem limita o tempo de exploração é o inverno polar.

O jogo de Tory Nierman , editado pela Crash Games, comporta de 2 a 4 jogadores com durção estimada em 90 minutos, idade sugerida a partir dos 13 anos. As mecânicas usadas são alocar trabalhadores e leilão o jogo têm em seu tema industria e manufatura..


A arte esta bacana, fonte BGG.

Então para os amantes dos jogos de gerenciamento, somado ao  fato de a idade sugerida apontar 13 anos, podemos esperar de Pay Dirt um jogo estratégico  que vai exigir um pouco mais dos jogadores,

Fica a dica!… fique de olho!

Abraço!

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
Link: http://mundodotabuleiro.blogspot.com/2013/12/escavar-ouro-proposta-do-jogo-pay-dirt.html
Autor: Hermes

Tabulerio Virtual : A Brief History of the World

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Está em promoção até o dia 28/12 na AppleStore o app do A Brief History of the World, que é um jogo de conquista de territórios com regras muito peculiares.

Eu já tinha jogado ele a alguns anos atrás e achado ele bem bacana, no ano passado ele sofreu uma repaginada para os tabuleiros e agora chegou ao iOS.

Apesar de perder muito em visual (uma vez que as miniaturas são sempre um charme) e matéria de jogabilidade a passagem do analógico para o virtual foi bem feita e o tutorial é bem explicado.

O jogo é relativamente rápido e para quem curte um bom joguinho de guerra o A Brief History of the World é uma boa pedida, principalmente a 0,99 centavos.

Blog de Origem: E aí, tem jogo? – A sua página sobre jogos de tabuleiro moderno.
Link: http://eaitemjogo.blogspot.com/2013/12/tabulerio-virtual-brief-history-of-world.html
Autor: Cacá

Craftsmen

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Sint_Craft

Sinopse:

O objetivo é conseguir ter mais pontos de prestígio no fim do jogo e alcança-los supõe usar os seus trabalhadores para produzirem, comercializarem e embarcarem produtos variados bem como construir diferentes edifícios. As ações referidas estão entrelaçadas e é preciso programar bem cada turno para conseguir equilibrar todas as inúmeras variáveis que o jogo apresenta.

Como se joga:

No início do jogo monta-se o jogo como indica o manual de instruções. O tabuleiro tem uma grelha para controlar a ordem de turno.

O jogo dura 12 rondas que se dividem em 3 anos de 4 estações cada um.

Nas três primeiras estações (Primavera, Verão e Outono) há 3 fases, na última (Inverno) há apenas 2.

Em seguida determina-se a ordem de turno. O jogador que tiver a carta de dinheiro menor fica em primeiro, seguido do jogador com a carta de dinheiro menor seguinte e assim sucessivamente.

Image Henk Rolleman

Nas 3 primeiras rondas (Primavera, Verão e Outono) as fases são as seguintes:

  • Fase 1: Colocação de trabalhadores
  • Fase 2: Grémios
  • Fase 3: Fase final

Na fase 1 os jogadores vão colocar os seus discos (trabalhadores/ajudantes) nos espaços disponíveis sob os grémios que existem no tabuleiro:

  • Grémio dos banqueiros
  • Grémio dos construtores
  • Notário
  • Grémio dos artesãos
  • Grémio dos comerciantes
  • Edilidade

Image Bartek Kanafa

Na fase 2 os jogadores vão beneficiar de cada um dos grémios onde colocaram os seus trabalhadores e ter privilégios em função da posição em que os colocaram.

Se o jogadores colocarem os seus trabalhadores no espaço com um círculo dourado têm direito a um privilégio específico do grémio, se for no espaço com círculo prateado e com uma fita verde, dispensa o segundo jogador a colocar aí um trabalhador, de pagar pela ação.

O grémio dos banqueiros permite ganhar dinheiro, o privilégio do primeiro a colocar ali um trabalhador é descartar apenas 1 cartas das 4 biscadas, em vez das duas de quatro biscadas a que todos os outros jogadores estão obrigados.

O grémio dos construtores permite aos jogadores construírem cartas de edifício da sua mão para a sua área de jogos obedecendo às regras de construção. Há 3 tipos de edifícios de construção: básicos, intermédios e avançados.

O privilégio do primeiro a colocar um trabalhador neste grémio é poder construir um dos edifícios sem cumprir a regra de construção, que basicamente é a obrigatoriedade de ter de construir edifícios da mesma cor ao lado uns dos outros, sendo que há edifícios que têm duas cores.

O notário permite que os jogadores adquiram edifícios dos expostos na parte inferior do tabuleiro. Há duas formas de adquirir um edifício: ou pagando o edifício pelo valor marcado no tabuleiro por cima da respetiva carta ou através de leilão.

O privilégio do primeiro a colocar um trabalhador no notário é poder trocar até 3 cartas das expostas pelas 5 primeiras cartas do topo do baralho.

O grémio dos artesãos permite que todos os que coloquem trabalhadores neste grémio possam produzir nos seus edifícios básicos, colocando um cubo de produto na parte superior das suas cartas de edifício de produção básica.

Cada trabalhador colocado no grémio dos artesãos equivale a 3, 4 ou 5 pontos de trabalho conforme se esteja no 1º, 2º ou 3º turno respetivamente. Os pontos de trabalho podem ser usados de 4 formas distintas:

  1. Para produzir matérias-primas;
  2. Para vender no mercado;
  3. Para produzir produtos intermédios;
  4. Para produzir produtos acabados.

O privilégio do primeiro a colocar um trabalhador no grémio dos artesãos é poder produzir duas matérias primas por apenas 1 ponto de trabalho.

Os jogadores que colocarem trabalhadores no grémio dos comerciantes pode comprar produtos intermédios do armazém, essas compras são pagas com as cartas de dinheiro e, o privilégio de ser o primeiro a colocar um trabalhador neste grémio, é poder pagar com produtos do mercado.

Finalmente, todos os jogadores que coloquem trabalhadores na edilidade podem escolher 1 de 3 privilégios:

  1. Ficha de privilégio, que poderá ser usada entre as fases I e V;
  2. Pontos de trabalho;
  3. Mudança da ordem de turno.

Na estação do Inverno apenas se j0gam 2 fases:

  • Fase 1: Grémios
  • Fase 2: Fase final

No Inverno só estão disponíveis os grémios dos construtores e dos artesãos. O procedimento em cada uma das fases é idêntico ao das estações precedentes.

Quando se conclui o Inverno os jogadores ganham pontos de privilégio, o procedimento é feito em 4 etapas:

  1. Navios que zarpam
  2. Avaliação da cidade
  3. Avaliação do armazém
  4. Compra de pontos

Na primeira etapa são atribuídos pontos aos jogadores que tiverem cubos no porto. Os jogadores ganham os pontos por cada um dos 4 navios onde tenham cubos seus. Adicionalmente o jogador/es que estiver/em em maioria em cada um dos navios ganha pontos extra.

Image Der Malte

Na segunda etapa avaliam-se as construções dos jogadores, por cada conjunto de cartas com as 4 cores diferentes os jogadores ganham 3 pontos.

Na terceira etapa os jogadores ganham pontos pelos cubos que tenham no armazém: um ponto por cada cubo.

Finalmente, na quarta etapa os jogadores podem trocar cartas de dinheiro por pontos, para tal têm de entregar 4 cartas de cores diferentes ganhando o valor do somatório dessas cartas em pontos.

Depois deste processo de atribuição de pontos, e no caso de ainda não ser este o fim do terceiro ano, o marcador de ano avança uma casa e começa-se uma nova ronda, com o marcador de estação do ano a regressar à casa da Primavera.

Avaliação:

Craftsmen é um euro totalmente direcionado para os amantes de gestão de recursos.

Fico feliz por ver mais uma editora a apostar numa produção realista, ou seja, um jogo numa caixa de tamanho médio, adequadíssima aos seus conteúdos. Os componentes são bons embora os grafismos não nos tenham seduzido por aí além!

As regras do jogo são uma tortura, este é talvez o maior handicap que podemos apontar ao Craftsmen. A merecer uma revisão urgente!

A complexidade inicial do jogo vai diluindo-se à medida que encadeamos as rondas, no entanto, chegamos ao fim sempre com a sensação de pouco polimento, isto é, o jogo conduz-nos quase durante toda a partida num labirinto quase interminável de relações mais ou menos nebulosas entre produtos e subprodutos ou entre edifícios e combinações de cores! A certa altura pode parecer um pouco surreal, mas o certo é que no fim as coisas funcionam e o resultado final é um jogo interessante que se tem tema não parece mas que nos faz esquecer isso em deterimento da concentração no seguimento do nosso caminho para a vitória.

Este jogo merece um hipótese de todos os amantes de eurogames!

Ligações:

Site da G3AQUI

Ficha BGG AQUI

Comprar:

Philibert AQUI

Blog de Origem: JogoEu
Link: http://jogoeu.wordpress.com/2013/12/26/craftsmen/
Autor: Carlos Abrunhosa