CONCORDIA – Como Jogar

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Como Jogar o jogo de tabuleiro Concordia, desenhado por Mac Gerdts.
Para mais Informações:
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Blog de Origem: JogoEu
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Autor: theblackboardgaming

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Pensa em um diorama bacana, agora olha esse, bom demais para jogos de guerra.

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Coisa de maluco!!!… talvez?…diria mais coisa de gente séria e bem informada, veja as imagens desse diorama sensacional feito por um grupo de entusiasta e maquetistas na Alemanha, o diorama construído em uma sala de um museu da cidade de Celle, representa a batalha de Waterloo travada em 1815 entre tropas napoleônicas, inglesas e prussinas, batalha que pôs fim a era de Napoleão.
Fiquei pensando,  que uma vez com tudo aquilo na mão, daria um belo cenário para jogo de guerra com figuras de 28mm. Material postado no blog Geschichte als hobby: sehen-lesen-spilen ( História como Hobby: olhar-ler e brincar).

Imagem do blog Geschichte, de parte do diorama 
e os responsáveis por esta bela obra de arte.
Vale dar uma olhada, principalmente para os apreciadores de jogos de guerra com miniaturas.
Abraço!

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
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Autor: Hermes

Artificium | Артифициум

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Orra! Um jogo russo! Simples e gostoso. Daqueles euro games old school rapidinhos e cheio de ícones ao invés de texto. Artificium é sobre produzir recursos, fazer com que esses recursos virem coisas mais poderosas e contratar magos e guerreiros para sua vila.

O game é bem rápido e ágil. Há uma fase de draft com a mesa na qual os players trocam cartas da mão com recursos disponíveis em um pool comum. Depois há uma fase de compra e venda. Finalmente joga-se cartas para evoluir ou comprar mais recursos. É bem equilibrado, mas percebemos – jogando em 3 players – que uma escorregada arrebenta seu jogo inteiro.

Fazia tempo que não jogava um eurinho desse naipe. Bem agradável e comporta até 6 pessoas. Mais um da ludoteca do amigo Estevão. Imagens do BGG.

#GoGamers

Blog de Origem: Game Analyticz
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Autor: VINCE VADER

Geek House: mais um espaço com coisas legais em SP

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A Geek House é mais uma loja lúdica para visitar em SP. Estive lá no último sábado para uma rápida visita. Tem HQs, games, miniaturas e tudo o que alguém precisa pra ser feliz. Tem um espaço para jogar em cima e embaixo da loja. E ainda tem um café legal para a pausa entre games!

Clique aqui para conhecer o site oficial e mais informações.

Blog de Origem: Game Analyticz
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Autor: VINCE VADER

Puerto Rico para quem não conhece.

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Passados treze anos, para mim Puerto Rico continua o mesmo jogão, um dos meus favoritos sempre, e o porque disso?..diria pela simplicidade, combinação de elementos e contextualização, ele ainda esta acima da média. A ideia de seu funcionamento é realmente muito simples, o jogador escolhe o que quer fazer, entre as opções disponíveis, todas ativadas por personagens que historicamente, fizeram parte do período colonial na América.
Ao escolher e executar a ação, o jogador  recebe um bônus,  já todos os demais jogadores, executam a mesma ação, mas sem receber esse bônus. Em síntese não é mais nada do que isso, a cada rodada uma gama de ações são realizadas, enquanto outras não e isto fará parte da estratégia durante a partida.

Cubos de madeira que representam os bens produzidos.

Mas o que cada personagem histórico pode fazer?…. a começar pelo prefeito,  conseguir  os trabalhadores que são necessários para trabalhar nas plantações e benfeitorias,  dai é o produtor que ativa a ação de produzir nas plantações e benfeitorias e uma vez com produtos na mão, o capitão é usado para exportar a produção. Note que o personagem é vinculado a uma atividade, e são inter-relacionados, de modo que um depende do outro (um processo ordenado),  para conseguir chegar a um fim. Continuando, o colono pode abrir novas plantações, o construtor pode erguer novas benfeitorias e prédios, enquanto o mercador compra os produtos, dai  para obter algum dinheiro. Não vamos esquecer do  minerador, é o único que nada produz, mas sempre é possível obter algum dinheiro de sua atividade, então não o despreze. Uma dica, dinheiro é coisa difícil de conseguir no Puerto Rico, então atento a esse detalhe, note que esta dificuldade  é típica da época representada no jogo. O cartão do governador apenas sinaliza o jogador inicial da rodada, o primeiro a escolher um personagem para executar a ação.

Geral dos componentes, cartões dos personagens ( topo),  
barcos, mercado, plantações da reserva geral.

Bom o jogador ao começar, tem um tabuleiro que lhe permite posicionar plantações, ou prédios de benfeitorias no que é a cidade de San Juan. Cada espaço é ocupado por uma peça, e esta para ser considerada ativa ( dai capaz de produzir), deve estar ocupada por um trabalhador ou mais, afinal as peças com mais espaços, podem produzir tantos produtos quantos  espaços existirem, mas só produzem igual ao total de trabalhadores disponíveis sobre a peça. Dai temos maiores e menores propriedades, algo que cabe bem ao cotexto, não acham?

Tabuleiro do jogador com plantações e benfeitorias, é importante 
alinhar a produção, ou seja, se na agricultura você produz tabaco, 
tenha processadores de tabaco como benfeitorias, isto é 
básico para o jogador ( veja na imagem abaixo).

Somando tudo,  temos personagens de uma época, terra, propriedades agrícolas e urbanas. Estas últimas vão incrementar o jogo de modo a evidenciar o desenvolvimento da colônia, quando novas atividades são acrescentadas ao tabuleiro do jogador, ao custo de dinheiro. Estas peças são compradas do tabuleiro central para este fim,  mas são no entanto limitadas, o que e vai gerar assimetrias entre os jogadores, o que é ótimo. Ao pagar por elas com dinheiro, a peça confere pontos de vitória para o jogador, seus esforços são re-compensados, afinal  reflete o aspecto de desenvolvimento da colônia.

As benfeitorias, na banca central, a quantidade é limitada, dai que 
ao desenvolver seu tabuleiro, ocorre a assimetria, 
cada jogador com diferentes capacidades.

A ideia é conseguir mais pontos de vitória para ganhar a partida, e estes são obtidos com a atividade do Capitão, ao exportar produtos pelos navios.  Ou seja uma cadeia produtiva deve ser montada pelo jogador, onde o produto final é exportado, e conforme as benfeitorias em sua colônia, poderá gerar mais produtividade, dinheiro ou pontos de vitória.

Os barcos, recebem produtos alternadamente durante a fase 
do capitão, mas cada barco recebe apenas um tipo de mercadoria.

Essa é a essência do Puerto Rico, ele contextualiza muito bem uma época, ele envolve o jogador, o fator sorte é praticamente inexistente, para muitos motivo de critica, mas que não tira os méritos do jogo em momento algum, pois vai exigir do jogador, jogar bem para almejar vencer a partida…fica no final aquele gostinho de “quero mais”.

Não tenha duvidas “é um baita jogo”, Andreas Seyfarth foi um feliz  no desenvolvimento, que a mais de uma década figura entre os melhores jogos já criados. Comporta de 2 a 5 jogadores, a partir dos 12 anos e em média o tempo de duração da partida vai de 90 a 150 minutos. Não é um jogo dos mais fáceis, mas também não é um bicho de sete cabeças, as pessoas sentem um pouco de dificuldade em se adaptar a mecânica de escolha das ações, de quem recebe ou não bônus, mas nada que umas quatro ou cinco rodadas da partida não coloquem nos eixos.

Puerto Rico por anos se manteve como o Top Um do site do BGG, a maior comunidade mundial as voltas com jogos de tabuleiros. No Brasil, o jogo pode ser adquerido na loja virtual da Grow, e figura facilmente como o melhor de sua coleção, fica a dica e a opção, na certa sempre agrada ao jogador que curte os eurogames.

Abraço!

As imagens do jogo são da versão da Grow.

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
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Autor: Hermes