Viceroy

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Orra! Gostei desse aqui. Card game de blefe com elementos de civilization. Cada jogador precisa construir uma “pirâmide” de cartas arquitetada com a ajuda dos poderes dos personagens. Há um elemento interessante: o canto das cartas quadradas possuem cores que quando combinadas de maneira igual geram bônus e poderes.

Essa dinâmica de formar uma pirâmide de personagens me lembrou um pouco o Westeros Intrigue da série Game of Thrones. Com a diferença que Viceroy é bem mais legal e mais estratégico. Como bom jogo de território europeu, ele possui uma pontuação final cheia de reviravoltas e combinações miraculosas (precisa de bloquinho pra calcular).

A imagem abaixo é um registro da partida: o príncipe segue apoiado pelo berseker (que está abaixo) e mais um personagem. O príncipe, por se encontrar na segunda linha da pirâmide, usa os poderes correspondentes desse nível. Ou seja, quanto mais alto o personagem está, mais caro e mais poderosas são suas habilidades.

Gostei e jogaria de novo. Além do que, é bem rápido. A arte é outro ponto legal do game: bem feita e com cara de épico RPGístico.

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Autor: VINCE VADER

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Football Stars: Partida completa em Português

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Esta semana vamos jogar “Football Stars”. Este jogo é na sua essência um jogo de confronto entre 2 a 6 jogadores, onde a gestão da mão e das cartas em jogo é essencial para surpreender o adversário. Um jogo que provavelmente passou despercebido a muitos gamers que provavelmente o confundiram com um simples produto de merchandising de futebol. Nada mais injusto! Esqueçam o tema, esqueçam os clubes, absorvam o jogo. Um jogo para amantes de futebol mas também para aqueles que nunca perceberam na vida o que é um fora-de-jogo!

Blog de Origem: JogoEu
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Autor: theblackboardgaming

Dissecando o Moongha Invaders

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A três anos atrás o grande Martin Wallace fechou um projeto via KickStarter chamado Moongha Invaders. Era sua primeira com miniaturas de plástico e como esperado foi um sucesso.

A promessa era do jogo ser entregue em julho de 2013, bem, mais de dois anos depois de MUITOS problemas com produção, finalmente o jogo chegou na casa dos financiadores e a pergunta é : valeu a espera?

Uns três quilos de componentes para compensar o tempo de espera.

Ao abrir a caixa (que é tão grande quanto a do Caverna e maior que a do Terra Mystica) temos mais de 3kg de cartolina, papel e plástico, muito plástico.

As cartas ficaram ótimas, o tabuleiro é lindo, agora o cerne do problema, as miniaturas de plástico, ficaram bacanas, mas abaixo da qualidade de uma Cool Mini or Not e algumas vieram empenadas por conta do transporte, mas nada que água quente não resolva.

Junto com outros jogos da Treefrog ele destoa pelo tamanho

O Moongha Invaders, na verdade acabou sendo dois jogos em um, pois um dos bônus alcançados via KickStarter foi a versão para dois jogadores, que é completamente diferente em mecânica do jogo original para 3 ou 4 jogadores. Vou falar agora um pouco da versão full que foi a que joguei ontem.

No jogo somos um time de monstros dispostos a causar o máximo de destruição nas cidades do mundo, e assim deixarmos nossa marca para posteridade (e ganhar pontos com isso).

Para atrapalhar temos os monstros dos outros jogadores, heróis e as forças armadas que tentam a todo custo impedir a destruição mundial.

Mas as miniaturas ficaram bacanas.

A mecânica do jogo tem bem a cara do Martin, temos 7 ações disponíveis no jogo, a cada rodada temos um setup inicial fixo de tokens para elas e uma rolagem de dados para que essas ações recebam mais tokens e assim elas possam ser realizadas mais vezes.

Os jogadores se revezam realizando essas ações (que variam entre pipocar monstros, atacar cidade/monstros/militares, mover, colocar militares/heróis no jogo) e quando todos passarem a rodada acaba e uma nova se inicia.

Durante o jogo, os monstros atacando as cidades pelo mundo.

O jogo termina quando finalizamos a 9ª rodada (no caso de 3 jogadores) ou na rodada em que um dos jogadores não tiver mais marcadores de escombro para colocar no tabuleiro.

Quando isso acontece vamos a pontuação (são 4 formas de se pontuar no jogo) e quem tiver mais pontos no final é a grande gangue de monstros!!

Visão geral do tabuleiro durante a partida.

O jogo é bem consistente, gostoso de jogar, tem uma duração bastante boa (foram umas 2 horas com três jogadores) e fica visualmente muito maneiro.

Respondendo a pergunta lá de cima : Cara, esperar 2 anos para receber um jogo é complicado, mas o resultado do Moongha Invaders não decepciona, e é com certeza um dos melhores lançamentos do Martin Wallace nesses 3 anos desde que ele abriu o financiamento.

Minha medalha de paciência assinada pelo “tio” Martin.

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Autor: Carlos “Cacá”

Dark Dealings – a caixa

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A norte americana Nevermore Games lançamento em junho do próximo ano a campanha de financiamento para o seu próximo jogo Dark Dealings .

Dark Dealings é um jogo de Michael D. Kelley para 1 a 6 jogadores com mais de 10 anos e com uma duração aproximada de 15 a 20 minutos.

Trata-se de um filler de cartas com boas ilustrações que promete entreter casual gamers.

A editora revelou hoje a arte final da caixa.

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Entretanto a campanha de financiamento pode ser acompanhada AQUI e será uma campanha EU-Friendly.

Para quem quiser saber mais do jogo poderá ler as regras AQUI.

 

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Autor: abruk

Dissecando os Piratas!

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O pessoal da Geeks n’ Orcs gentilmente no cederam uma cópia do Piratas! para jogarmos e fazermos uma resenha para o blog.

Primeiro falando um pouco da produção, pegamos a edição final do jogo, e ela está muito caprichada. As cartas com gramatura muito boa e verniz, manual claro e bem explicadinho, arte cartunesca bem bonitinha e a caixinha boa para levar nos eventos.

Agora um pouco das regras, o Piratas! é um jogo de 2 a 6 jogadores onde cada um precisa para ganhar ter no início da sua rodada 5 tesouros.

Tudo que vem na caixinha do Piratas!

Em cada rodada você faz 2 ações dentre 3 possíveis, que são : jogar uma carta, comprar uma carta e chamar um outro jogador para um duelo.

As duas primeiras ações são auto explicativas, a ação de duelo é que é mais complicadinha mas é a mais divertida também.

Você escolhe uma carta de canhão da sua mão, escolhe um jogador e mede forças com ele. Quem ganhar tem direito a roubar uma carta do outro.

Fácil de explicar e jogar.

E o jogo é basicamente isso, um filler que se joga em no máximo 20 minutos, a criançada pega bem o jogo (a arte nesse ponto colabora pra caramba) e todo mundo joga fácil.

Curti o Piratas! e para quem curte jogos leves e rapidinhos ele está com um preço super convidativo (R$ 35,00 no site da Geeks n’ Orcs).

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Autor: Carlos “Cacá”

Como foi o Battle Royal, o primeiro Nacional de Battle Scenes.

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Organização explicando as regras do Battle Royal.

A pedidos do meu old friend Carlos Couto irei tentar passar aqui um pouco da minha participação no Battle Royal 2015 que aconteceu no último sábado em São Paulo, vamos lá:

A Copag mandou bem na escolha do Hotel onde aconteceria o evento! O local era realmente de fácil acesso, bem próximo a uma estação do metrô.

Cheguei lá cerca de 10 minutos antes do horário limite, havia uma boa quantidade de pessoas na porta que dava acesso ao credenciamento e pelo visto estava tudo no seu tempo porque não havia fila alguma.

Jogadores fazendo “social” antes das batalhas.

Fui direto ao atendimento validar minha inscrição e receber o kit, que ficou muito legal mesmo. Havia na bolsa da Copag um copo, carta promo, 2 boosters, deck box exclusivo e 1 vale com 15% de desconto na loja e frete grátis. Eu particularmente curti mesmo o kit, levando-se em consideração que a inscrição era de apenas R$35,00.

No hotel tinha também uma pequena bancada vendendo material de Battle Scenes, Pokemón e o Livro “Doença e Cura” do Fabian Balbinot (criador de Battle Scenes), que estava ao lado atendendo a todas as pessoas com uma simpatia incrível.
 

A premiação para os três primeiros colocados, nota 10.

Consegui conversar uns minutos com Balbinot e enquanto falávamos ele assinou meu livro e vários cards. Em seguida encontrei com Wagner Macedo da MTCG e sua equipe, eles haviam feito uma blusa legal com homenagem ao nosso colega Lucas de Castro que faleceu prematuramente mês passado.

Até que chegou a hora, a organização chamou os jogadores e abriu as portas! Entramos no salão ouvindo o bom e velho AC/DC!! Fomos orientados a sentar e em seguida algumas informações passadas e quando acabou, lá fora estavam os pareamentos da primeira rodada e o campeonato funcionou assim:

Batalhas comendo solta!

– após todo mundo estar devidamente sentado e em condições, era dado o aviso de 40min seguido do boa sorte;
– não havia qualquer aviso e quando acabavam os 40 min, simplesmente acabava e isso gerou certos problemas por conta de jogadores slowplay e afins;
– como informado antes, não havia pausa para almoço. vc precisava se virar, e ali perto não havia nada, nem sequer um ambulante vendendo bebida.

As mesas eram grandes, as cadeiras confortáveis, traziam água de tempos em tempos para todos os participantes. Tudo bem arrumado e planejado, sinceramente quanto a organização não vi ponto negativo mesmo.

Nova Battle Box apresentada durante o torneio.

Quando estávamos próximos ao final da rodada que definiria os 8 primeiros foi dado o aviso que antes das partidas finais eles iriam revelar a tão esperada nova Battle Box. Caramba que Battle Box! Dr. Estranho e Pantera V2,  de quebra 1 cenário para os Illuminati, 2 dados e 7 boosters!!

Assim que acabou a apresentação da Battle Box, praticamente todos foram embora e deram início a etapa final. Dei uma checada com calma nos textos do Pantera e Estranho, como ficaram apenas os envolvidos aproveitei para conversar mais um pouco com Fabian e saber um pouco mais sobre a criação do game e coisas do tipo.

O amigo Marcelo Moura e o autor do jogo Fabian Balbinot.

Não acompanhei os jogos finais, até porque havia um cordão de “isolamento” com as mesas dos 8 com espaço para 1 juiz em cada. Com isso não dava para ver direito o que acontecia, preferi encerrar por ali.

Essa matéria foi escrita pelo amigo Marcelo Moura.

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Autor: Carlos “Cacá”

Abrindo o Gunrunners e o Sapotagem

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Peguei minhas cópias de dois lançamentos nacionais, e vou falar um pouco da qualidade de cada um dele (uma vez que já rolou resenha de ambos aqui no blog), estou falando do Gunrunners (da Pensamento Coletivo) e do Sapotagem (da Ace Studios).

O Gunrunners chegou através de pré-venda e é o primeiro da linha “small box” da editora, e está com uma qualidade fora de série. Caixa muito boa, cartas resistentes e bem coloridas.

Os cubos (que marcam as caixas de armas) são de plástico, e o fornecedor conseguiu corrigir o problema de rebarbas que tanto incomodou no versão final do Caçadores da Galáxia.

Nota 10 para a produção, para quem quiser ele está à venda no site da Pensamento Coletivo.

O Sapotagem também é o primeiro “small box” da Ace Studios e é um produto 100% nacional, com design, arte e produção feitas por aqui.

As cartas ficaram show, a caixa também assim como os tokens, toda a produção está caprichada e o Sapotagem também já pode ser pedido através do site da Ace Studios.

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Autor: Carlos “Cacá”