Terminator…tem T800 no pedaço!

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Dias atrás, jogamos algumas partidas do Terminator, trata-se de um jogo de guerra de nível operacional, homem contra homem, no caso máquina contra humanos, resumindo um jogo de escaramuça.

Usamos as mais básicas das regras, para que o pessoal pude-se sentir o gosto de um jogo de guerra, neste caso com miniaturas, ambientado no confronto entre humanos e máquinas como o T800, aquele mesmo dos filmes do “Exterminador do Futuro“, interpretado por Arnold Scharznegger.

Quem trouxe o jogo foi o Rafael, apaixonado por jogos de guerra com miniaturas, frequentador de jogatinas junto com o pessoal do Tropas Polares de Curitiba. O diorama é de sua autoria, comporta diferentes elementos modulares de casario, ruas e miniaturas fantasticamente pintadas.

A ideia central do confronto…uma patrulha humana fazendo rondas entre as ruínas de uma cidade, depara com dois T800. De pronto é necessário buscar abrigo, mas os T800 notaram os humanos a partem para operação de busca e destruição. A patrulha é dividida em dois grupos, um dos quais tomou posição entre ruínas a direita da rua por onde avançavam, enquanto o outro grupo adentra um prédio a esquerda. Avaliada a situação os T800 seguem por trás de tubulações de uma antiga usina nuclear destruída,  e tentam atacar em movimento de pinça a posição humana que foi montada a direita da rua.

Os soldados cientes do perigo, pois o cerco era eminente, recuam para o prédio onde o restante da patrulha buscou abrigo, mas na fuga a primeira baixa, cabo Dornelles  é morto por um dos implacáveis  T800. O recuo foi desesperado e um forte confronto tem início. O grupo humano novamente se separa e logo um segundo humano é eliminado, chama-se Jota, foi nesse momento que no desespero o soldado Scott , sai do abrigo no prédio a esquerda, parte para o ataque e causa avarias sérias no T800 que se aproximava. O segundo T800 “que insiste em ser chamado de “O 800”, entra no confronto. Então o soldado Mulders ataque de outra posição em um terceiro prédio, mas comete o erro de avançar para a rua e é prontamente é eliminado pelo “O 800”. Enquanto isso o T800 atingido por Scott se retira avariado. Foi quando Scott comete o fatal erro de avançar contra o “O 800, que no melhor estilo Busca e Destruição o elimina. Enquanto o último humano, Paul Sem Dedo ( porque perdera um dedo em uma luta contra outro T800 a um ano, arrancado por uma mordida, antes de Paul lhe partir a célula de energia), sobe para o andar superior e consegue causar alguma avaria no “O 800”, que demora a responder ao ataque e por fim é destruído por Paul, com ataques precisos e seguidos.

As setas indicam os movimentos dos soldados em fuga 
e os dois T800, ocupando as ruínas a direita da rua.



Um saldo trágico, do grupo de cinco soldados apenas Paul retornou a base naquela noite, exausto mas sobrevivente de um duro combate contra dois T800. Não fosse a desesperada ação de Scott que avariou o primeiro androide, provavelmente a patrulha humana seria exterminada. Dai o soldado Scott receber uma condecoração póstuma.

Baita visual para envolver o jogador. Soldado por dentro do prédio 
 dando combate aos T800 na rua.

Portanto ao sair em missões tome cuidado, este grupo de combate deixou de existir!! rs….bacana em??…. este relato é o que ocorreu em uma das partidas, o confronto foi intenso e emersivo. Não notamos que a partida durou algo de 70 minutos. A diversão foi ótima e todos jogaram, inclusive o povo menos adepto aos jogos de guerra, olha o Dieter ai para provar o que digo.

Até o Dieter jogou!

De minha parte gostei muito, já acostumado a jogos de guerra, inclusive com miniaturas como as do TOI, mas principalmente os HC e similares. Conheço de táticas e não me fiz de rogado, parti para o ataque jogando com os dois T800, contra o Rogério, que jogava este tipo de jogo pela primeira vez e venceu, mas correu bastante.

Um detalhe que me agradou muito nesse tipo de jogo é a proporção entre as miniaturas e os elementos do cenário, sou meio chato com isso e curto muito essa coisa de ter es devidas escalas aplicadas. Bom senhores, se já jogaram não sei, mas recomendo muito. O ambiente é ficção, a imersão temática e muito grande, o balanceamento também, visto um jogador, mesmo ao jogar com dois T800 conseguir quase exterminar o oponente com cinco combatentes.

Soldado Paul sem dedo.

Detalhes dos prédios, show!


Ivo(E), Rafael e Rogério, durante a rápida primeira partida.

O jogo é de Alessio Calvatore, comporta apenas dois jogadores, sugerido para jogadores a partir dos 10 anos, com partidas que podem durar de 30 a 60 minutos, note que quebra aquela velha ideia de que jogos de guerra são infindáveis.

Abraço e fica a dica!

Blog de Origem: Mundo do Tabuleiro
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Autor: Hermes

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