Possessão Arcana

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Tive a oportunidade de jogar a versão de avaliação do Possessão Arcana, jogo brazuca que está em financiamento coletivo (já financiado) e está correndo atrás das metas extendidas.

O jogo é um dungeon crawler, onde os jogadores estão numa luta para encontrar 3 itens mágicos que irão impedir que uma horda de seres demoníacos invada a Terra.

Como todo jogo de dugeon crawler, começamos em uma sala e vamos abrindo o labirinto durante a partida, a cada nova sala temos novos perigos e os personagens vão ficando cada vez mais possuídos. Na partida com 2 jogadores ou mais, quando um jogador é possuído, esse começa a ter por objetivo destruir os outros jogadores, e aí o jogo muda de figura.

Sr. Brown e seu fiel escudeiro Einstein tentando salvar o mundo.

As regras básicas são simples, e apesar do manual pecar em determinados pontos, dá pra se virar bem com os detalhes de magias, combates e afins depois de algumas lidas.

Basicamente no seu turno você tem duas ações dentre algumas possíveis (mover, atacar, pegar/usar itens, conjurar magias, entre outras), depois de todos os personagens jogarem verifica-se se existe algum monstro no tabuleiro, caso não haja tem a Hora do Caos e depois a Invasão Arcana (ambos coisas ruins para os jogadores).

Pilhas de cartas que vão entrando durante o jogo.

Uma vez que você consegue os três itens, vai tentar a sorte contra o “chefão” do jogo (os demônios supremos), vencendo a humanidade tá bem, perdendo viveremos nos caos eterno.

Eu fiz uma partida solo, onde a possessão conta para o fim do jogo, e não consegui vencer, tem combates bem fortes e o personagem que eu escolhi acho que não aguenta o tranco sozinho (mesmo estando acompanhado do seu familiar).

O tema diferente do que a gente vê por aí é um dos pontos altos do jogo assim como os personagens que trazem homenagens a ícones da cultura pop.

A carta de status dos personagens.

Já de negativo, o Possessão Arcana peca no manual, que apesar de tentar explicar o jogo de forma linear, as vezes se perde e fica confuso nos detalhes, mas como o jogo ainda não está sendo produzido, ainda dá tempo de corrigir isso.

O jogo ainda tem 20 dias de financiamento rodando e o pacote básico está saindo por 195,50 (e pode ser parcelado em até 6x), então corram que ainda dá tempo.

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Autor: Carlos “Cacá”

Sheriff of Nottingham

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Opa! Esse aqui é divertido demais. Um game assinado pelos brazucas André Zatz e Sérgio Halaban. É um remake do famigerado JOGO DA FRONTEIRA. A Estrela lançou esse game no Brasil, mas a temática de contrabando na alfândega não soou bem para alguns chatos do grupo dos politicamente corretos.

Agora o game vem com uma nova cara: os players devem passar pelo xerife de Nothinghan contrabandeando vinhos, especiarias e tecidos raros. Nova temática, mesma mecânica.

A cada rodada um jogador faz o papel de xerife e deve “negociar” com as personagens que tentarão trazer produtos mais valiosos. É blefe dos bons e com Role playing fica mais legal. Jogamos em quatro players e foi diversão garantida.

Excelente saber que não deixaram uma boa ideia morrer. A arte tá nota 10 e agora pode voltar a figurar nas ludotecas de muito mais gente. Galápagos é responsável pelo belo remake! Essa galera tá mandando muito!

#GoGamers

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Autor: VINCE VADER

Circular Reasoning !

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Nossas Versões Caseiras são confeccionadas artesanalmente e para uso pessoal somente, sendo proibida qualquer tipo de venda !

Imagem BoardGameGeek !
Nas nossas últimas idas na Ecobrinquedoteca do Parque – Campinas SP, levamos um “Protótipo de Versão Caseira”, se assim podemos dizer, do Jogo Circular Reasoning.
Este Jogo chamou nossa atenção pelo fato de ter pouquíssmos componentes e por ter muita discussão no Forum do Jogo no Bgg e resolvermos riscar rapidamente o Tabuleiro e fazer as peças de Eva 2mm apenas para testarmos o Jogo e ver se realmente é interessante fazer uma Versão Caseira mais elaborada.
Imagem BoardGameGeek !
O Tabuleiro do Jogo é um Círculo dividido em 16 partes e seu Raio dividido em 4 partes, formando assim 4 aneis. Cada jogador possui 3 peças (Utilizamos Eva 2mm quadrados!) nos valores 2, 3 e 4. Além disso, existem 3 “Portais” (Demos este nome!) que servem como acessos dos aneis externos para os aneis internos do Tabuleiro. 
O vencedor do jogo é ser o 1º  a conseguir chegar com suas 3 peças no centro do Tabuleiro.
Imagem BoardGameGeek !
Como o jogo funciona:
O Jogador Inicial começará colocando qualquer uma de suas peças no anel mais externo. Existe um espaço próprio para os Jogadores entrarem no Tabuleiro com suas peças e poderá mover esta peça tantos espaços quanto indicado nela, tanto para a direita, quanto para a esquerda, dentro deste  anel externo.
Os demais Jogadores, à sua vez, também poderão executar suas ações.
No final da rodada, conta-se quantas peças (Independente dos valores) existem em cada anel e faz-se o movimento dos “Portais” sempre no sentido horário. Isso é feito para todos os 3 Portais existentes no Jogo. 
Exemplo: No anel mais externo existem 3 peças dos Jogadores, logo, no final da rodada o Portal referente a este anel deverá mover-se 3 espaços no sentido horário.
Imagem BoarGameGeek !
Sobre os Portais:
Toda vez que no final do movimento de uma das peças, ela ocupar o mesmo espaço do Portal, esta peça sai de um anel mais externo e vai para o próximo, mais interno.
Outra regra que faz sua peça mudar de anel, é quando sua peça está em um determinado local e, no final da rodada, devido ao movimento do Portal, este para no mesmo espaço. Neste caso, mesmo não sendo uma ação do Jogador, a peça também muda de anel.
Imagem BoardGameGeek !
Movimentos das peças dos Jogadores:
Os movimentos das peças dos Jogadores, podem ser feitos tanto no sentido horário, quanto no sentido anti horário e conta-se sempre espaços livres do anel. Se houver peças de outros jogadores, pula-se estes espaços, que não entra na contagem de movimento!
Versão Caseira !
Bloqueios:
Os bloqueios podem ser feitos somente quando as peças estão em um espaço para mudar de anel, já que por exemplo, se um jogador parar o movimento de uma peça no Portal (Que faria ele mudar de anel) e no anel seguinte haver alguma peça sua ou de outro Jogador bloqueando esta ação de mudar de anel, então esta peça deverá parar seu movimento e não muda de anel.
Versão Caseira !
O que achamos do Jogo:
Percebe-se que as regras são bem simples até, mas existe alguma estratégia a ser pensada, já que dependerá dos movimentos e posicionamentos das peças de todos os Jogadores, o sucesso ou não de troca de aneis e consequente prejuizo para atingir o objetivo final, que é chegar primeiro com as suas 3 peças no centro do Tabuleiro.
Nas primeiras partidas que fizemos, achamos o Jogo um pouco caótico e ainda não temos uma definição real de qual a capacidade de controle que os Jogadores tem de suas peças e quais as possibilidades de interferências no Jogo dos demais Jogadores.
Versão Caseira !
Jogo extremamente simples de ser feito uma Versão Caseira e certamente faremos uma Versão mais elaborada e maior, já que a que fizemos foi apenas para testes.
Circular Reasoning é um Jogo bem abstrato e lógico, mas, ainda não temos um posicionamento final de como classificaríamos.
Um jogo onde você faz contas de adição simples o tempo todo e tomadas de decisões como: Devo entrar com outra peça ou mover uma que já estão no Tabuleiro ? Devo mover uma peça que se encontra no Tabuleiro no sentido horário ou no sentido anti-horário ? Posso movimentar alguma peça de modo que no final do seu movimento, consiga impedir que alguma peça dos adversários não consigam mudar de anel ?
Versão Caseira !
Achamos interessante o conceito matemático do Jogo, pois você fica fazendo adições a cada jogada, tentando adivinhar onde os Portais de cada anel vão parar seu movimento, à fim de posicionar suas peças de tal forma, que no final do movimento, coincidam com a casa onde se encontra o Portal.
Jogo bem interessante e fácil de ser feito. Não se trata de algo excepcional, mas é bem simples e com um grau de estratégia até que elevado pelo que é ! Para aqueles que quiserem experimentar, nossa Versão Caseira já mostra como é simples de ser feito. Assim, cada um tira suas conclusões ! 
Por aqui, verá mesa novamente !

Blog de Origem: Clube do Tabuleiro de Campinas
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Autor: Wagner

Império Lendário

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Essa semana joguei Império Lendário, lançamento do Rafael Verri e publicado pela Ludofy. Império Lendário um jogo de civilização para até 4 jogadores onde cada jogador tenta conseguir o maior número de Pontos de Vitória para se tornar a maior civilização da história.
           
Quem conhece jogos de civilização sabe que em geral são jogos bem pesados, com muitas regras e de longa duração, o que me surpreendeu no Império Lendário é a simplicidade das regras, cada civilização possui cinco características que são usadas para comprar e ativar cartas: Trabalhadores, Insumos, Conhecimento, Religião e Militar. Cadas uma dessas características são alimentadas através de rolamento de dados e atualizadas no tabuleiro individual de cada jogador.
Tabuleiro de cada civilização, onde marcamos os avanços.
Ele tem tudo que os demais jogos desse tipo tem, você pode realizar trocas com outras civilizações, construir Maravilhas, desenvolver novas Tecnologias, Unidades Militares, Eventos e usar os benefícios de Personagens históricos, representados por cartas, e você também pode mudar o sistema de governo da sua civilização, indo da Anarquia até a República, ganhando benefícios com essas mudanças. O jogo se passa através de cinco Eras, com uma batalha entre os jogadores ao final de cada Era, sendo a última com apenas uma rodada de duração.
           
No final da quinta Era os jogadores ganham os Pontos de Vitória indicados nas cartas que estão ativadas (baixadas na mesa) e através de cartas Bônus, que servem como objetivos de cada civilização. 
Tabuleiro central com as catas utilizadas no jogo.
A arte do jogo foi trabalho do Diego Sanchez, que eu já conhecia através de alguns jogos do Marcos Macri, e ficou excelente, com destaque para os Personagens. O manual do jogo está bem escrito, mas tivemos que recorrer ao FAQ da Ludopédia em algumas situações. Algumas cartas estão com termos trocados, como as cartas de Tecnologias, que algumas vezes são chamadas de cartas de Conhecimento, gerando uma pequena confusão, mas nada que atrapalhe o jogo, pois a iconografia está muito boa.
Império Lendário é um bom jogo, não tão pesado como Civilization ou Through the Ages, particularmente eu me senti evoluindo minha civilização, embora não tenha achado a parte militar muito presente durante o jogo. Eu gosto muito de jogos de civilização e para quem nunca jogou esse tipo de jogo eu recomendo fortemente.

Essa resenha foi escrita pelo amigo Eduardo Felipe.

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Autor: Carlos “Cacá”

Vivências na Ecobrinquedoteca: 24 e 25.02.2016 !

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Nossas Versões Caseiras são confeccionadas artesanalmente e para uso pessoal somente, sendo proibida qualquer tipo de venda !
Nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2016, estivemos na Ecobrinquedoteca do Parque para mais uma tarde/manhã de Vivências e desta vez muitos jogos foram à mesa, inclusive com alguns testes !
Circular Reasoning: (Versão Caseira)
Este jogo estamos testando ainda, portanto nossa Versão Caseira ainda não é a final e já fizemos algumas adaptações, de forma a tornar o Jogo mais rápido e fácil, já que achamos muito dependente de sorte.
O jogo é bem interessante e agora faremos uma Versão caseira mais caprichada, pois teve boa aceitação ! Mas ainda precisamos jogá-lo mais algumas vezes e ver se as alterações que fizemos nas regras  melhoraram o fator “sorte” do jogo.
Faremos neste Blog uma postagem específica deste Jogo. À princípio, gostamos dele !

Oritama: (Versão Caseira)
Sobre este jogo, já colocamos uma postagem específica aqui no Blog:
Foi a primeira vez que jogamos e nossa Versão Caseira também não é a final. O jogo é rápido e com uma certa estratégia de qual Carta escolher e qual peça executar as Ações. Ainda pretendemos jogá-lo mais vezes e ver quais as mudanças ocorrem de acordo com os animais que entram na partida, já que apenas 5 das 15 Cartas entram no jogo.
Com certeza, falaremos mais detalhadamente sobre este Jogo !

Casa da Felicidade: (Versão Caseira)
Este jogo é da Ecobrinquedoteca e com regras muito simples até, mas que crianças adoram, devido à mecânica fácil  e pelo fato de você ora estar com muitas peças, ora com poucas ou nenhuma e de repente, ver a quantidade começar a subir novamente.
Jogo dependente de sorte, mas muito fácil de ser feito e jogado. 
Para nós foi uma curiosidade, pois foi a primeira vez que jogamos. Enquadra-se naquele Grupo de Jogos que merecem estar na coleção de uma Ecobrinquedoteca.

Pickomino : (Versão Caseira)
Sinceramente, não sei porque este Jogo ainda não está sendo vendido pelas nossas Empresas por aqui.
Pickomino é um Jogo de Dados, cujo objetivo é pegar Cartas numeradas da mesa ou dos adversários. Cada Carta possui um número  e uma quantidade de “minhocas” e o objetivo dos jogadores é no final da partida, possuir a maior quantidade de “minhocas”.
Para pegar 1 Carta, rola-se 8 Dados e faz-se grupos de números (Ou minhocas, se sair!) e faz uma escolha de qual grupo vai escolher. Depois este jogador joga os Dados restantes e repete-se a ação quantas vezes achar interessante.
O problema é que se você pegou um grupo de 3 Dados 5, por exemplo, não poderá mais pegar Dados de valor 5 na sua vez. Além disso, obrigatóriamente terá que ter 1 ou mais Dados de minhoca (Minhoca vale 5) no final do seu turno.
Saber decidir que grupo de Dados pegar  e quando parar é o que manda neste jogo.
Uma vez que acabou sua vez, soma-se todos os Dados que escolheu e pega a Carta de mesmo valor da mesa ou de algum adversário.
Jogo muito legal e fácil de ser feito !
Na Versão Caseira da Ecobrinquedoteca, não temos minhoca no Dado, mas Peixe, mas o jogo é o mesmo !
Recomendamos !

Iglo Pop !: (Versão Caseira)
Já postamos aqui no Blog uma análise sobre este jogo:
Neste jogo, utilizamos a audição para decidir onde apostar as fichas e conseguir com isso, Cartas com Estrela. Vence o jogador que no final da partida conseguir a maior quantidade de estrelas.
Recomendamos o Link acima, para mais detalhes do Jogo.
Jogo mujito interessante e com reghras fáceis. Jáa confecção de uma Versão Caseira dá um pouco de trabalho, mas também é muito bem aceito por todos que jogam.


Ubongo: (Jogo original)
Ubongo já é bem mais conhecido de todos e levamos o Jogo original para jogarmos. Ester jogo foi muito bem aceito por parte de todos e como também ainda não fizemos uma postagem específica sobre ele aqui no Blog, em breve estaremos colocando maiores informações.
Jogo muito recomendado !

Blog de Origem: Clube do Tabuleiro de Campinas
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Autor: Wagner

Patchwork

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Essa semana entrou para venda na Apple Stone e no Google Play o jogo Patchwork, um dos mais novos do grande designer Uwe Rosenberg.

Ainda não joguei a versão analógica dele, então posso dizer que o tutorial foi muita claro, e explicou muito bem o funcionamento do jogo e como ele flui.

Basicamente temos retalhos de tecido para fazer uma colcha, na nossa rodada podemos comprar um desses retalhos (pagando com os botões que nós temos) ou passamos para ganhar botões.

A cada retalho que colocamos na colcha, avançamos um pouco em uma trilha de tempo, quando os dois jogadores chegam ao final da trilha, o jogo termina e ganha quem tiver mais botões e menos buracos na sua colcha.

O Patchwork é brilhante, tem nuances durante o jogo que são muito interessantes (com a hora certa de andar mais ou menos na trilha) e a versão digital é viciante, você não quer parar de jogar.

Para quem curte um bom (e lindo) jogo abstrato, é fã do autor e quer um joguinho excelente a um preço justo (US$ 3 pra iOS) no seu tablet ou celular, a compra é certa.

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Autor: Carlos “Cacá”

Festival des Jeux de Cannes 2016

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Cannes é a “capital” francesa do cinema uma vez por ano com o famoso Festival de Cannes. Nos jogos as coisas são mais ou menos a mesma coisa, com este Festival des Jeux de Cannes a tornar-se cada vez mais uma das referência europeias no que toca a certames profissionais de jogos de tabuleiro.

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Este ano o evento realiza-se no próximo fim de semana e em seu redor há já uma máquina logística enorme a trabalhar.

São muitas as novidades da indústria francesa de jogos, mas não só, que apresentarão os seus novos produtos.

Destaque naturalmente para alguns lançamentos oficiais tais como:

  • Quadropolis da Days of Wonder;
  • Nebula da Space Cownboys;
  • Capitain Sonar da Matagot;
  • Aya da Blackrock Games
  • Sol da Catch Up Games

Paralelamente ao evento realiza-se também a cerimónia de entrega do prémio de melhor jogo do ano em França – As d’Or 2016.

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Este ano os nomeados são:

  • Categoria de Jogo do Ano Adulto:
    • Mafia de Cuba, de Philippe des Pallières e Loïc Lamy, ilustrado por Thomas Vuarchex e editado pela Lui-Même;
    • Mysterium, un jeu d’Oleg Sidorenko e Oleksandr Nevskiy, ilustrado por Igor Burlakov e Xavier Collette, editado pela Libellud;
    • Qui paire gagne, de Stephen Glenn, ilustrado por Jessica Lindsay e editado pela Le Scorpion Masqué.
  • Categoria de Jogo do Ano Criança:
    • Animal Mystère, de Emely Brand, ilustrado por Thies Schwarz et édité par Haba;
    • Le jeu aux mille titres, de Pampuk, ilustrado por Inti Ansa e editado pela Oya;
    • Maître Renard, de Frédéric Vuagnat, ilustrado por Catell-Ruz e editado pela Superlude.
  • Categoria de Jogo do Ano Gamer:
    • 7 wonders Duel, de Antoine Bauza e Bruno Cathala, ilustrado por Miguel Coimbra e editado pela Repos production;
      – Pandemic Legacy, de Matt Leacock e Rob Daviau, ilustrado por Chris Quilliams e editado pela Filosofia
      – T.I.M.E Stories, de Manuel Rozoy, ilustrado por David Lecossu, Benjamin Carré, Pascal Quidault e editado pela Space Cowboys

Blog de Origem: JogoEu
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Autor: abruk