Feliz Ano Novo.

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É isso pessoal, chegamos nas derradeiras e últimas horas do ano 2016, alegres por estar terminando. 
O que esperar de 2017?
Torcer por um ano melhor é de praxe, ter muita saúde é primordial, ter paz  é necessário e ter prosperidade faz a gente se sentir bem, para chegar ao final do próximo ano é poder dizer que valeu a pena todo o esforço.
Bom é isso que desejo a todos. Um ótimo 2017, muita saúde, muita paz e prosperidade. Que venham muitos jogos, que venham muitas boas partidas e grandes momentos de lazer junto aos amigos e familiares.

Um Feliz 2017.

Forte Abraço!

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Autor: Hermes

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Star Wars : Destiny

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Grande aposta de final de ano da Galápagos Jogos, o Star Wars : Destiny é um card/dice game colecionável com a franquia mais rentável de todos os tempos, não tem como dar errado certo?

Mais ou menos, vou explicar. Tendo na equipe criativa o renomado Corey Konieczka (do Imperial Assault, Runewars e Eldritch Horror), o Star Wars : Destiny tem todos os elementos para ser um sucesso, mas ele cai no mesmo problema de quase todos os colecionáveis, é um poço sem fundo de gastos para você ter um “deck” para ganhar.

Essa primeira leva que chegou ao Brasil vem com dois decks prontos, o do Kylo Ren e o da Rey, e a indefectível caixa com boosters, que em cada envelope trazem um dado e cinco novas cartas.

Mesa preparada para uma partidinha de Destiny.

As regras do Star Wars : Destiny, são tranquilas de assimilar. Durante o turno temos uma alternância de ações até que os dois lados passem. Essas ações podem ser, rolar dados, baixar cartas e ativar dados já rolados.

O coração das ações vem dos dados, é lá onde você adquire recursos para poder baixar as cartas, usa poderes especiais, consegue escudos para prevenir danos e ataca seus adversários.

Na partida que eu fiz, senti que o deck da Rey é mais fraco que o do Kylo, então a menos que logo de cara venham suportes e equipamentos que adicionem rápido novos dados ao seu pool, a tendência é que a Rey apanhe muito até que comece a fazer alguma coisa.

O que não vem nos decks pré-montados,
você vai encontrar nos boosters.

No final, ganha o lado que conseguir eliminar os personagem do adversário primeiro, e uma partida completa dura em média uns 40 minutos no máximo.

Fiquei com a impressão de um jogo gostoso, mas que para se tornar competitivo, precisa gastar uma grana em boosters, e ao contrário do X-Wing, que você sabe exatamente o que comprar para fazer uma frota decente, nele vai a questão da sorte ou ficar a mercê da galera que vai meter a mão numa carta rara.

Então dado esse aviso, se você é fã da franquia, minha sugestão é : joga uma ou duas partidas (de preferência com decks diferentes) e se curtir, cai dentro… E que a força (do cartão de crédito) esteja com você.

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Autor: Carlos “Cacá”

Em Basar Höyük.

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Claro que é sobre jogos de tabuleiro que estou falando. Gosto destes achados, notícias sobre jogos antigos, gosto e leio sobre arqueologia, paleontologia, afinal sou curioso sobre certos assuntos. Bom, voltando ao tema, me parece que falamos do avô  dos jogos, encontrado em um sítio arqueológico no sul da atual Turquia, chamado  Basar Höyük. São 49 peças, segundo os especialistas, pertencentes a um jogo cuja idade foi estimada em até 3100 AC, dai o mais velinho, o avô dos jogos?!

Imagens do sítio na atual Turquia.

Nítido são os dados de quatro faces, que também são usados no jogo Real de Ur, por outro lado, algumas peças de mesmo formato, podem e fazem remeter a ideia de algum jogo. Agora falta achar o manual de regras?? rs…

Olha ai as peças encontradas.

Lembro que para o Jogo Real de Ur, os especialistas juntaram cacos e por fim criaram um mecanismo para fazer funcionar o jogo, inspirado em jogos mais recentes, como os jogos de caminhada de peças a exemplo do conhecido Ludo. Mas tinham o tabuleiro e as peças, agora não, embora tenham encontrado peças similares em sítios da Síria, mas ainda assim vai depender de novos achados, do contrário são peças de um jogo muito antigo, mas dai como de fato funcionava somente ???????….. mostra no entanto que o homem a muito busca se entreter com jogos de tabuleiros.

Jogo de tabuleiro é muita cultura, podem ter certeza, e Höyük é também o nome de um jogo de tabuleiro, diria dos mais interessantes. Para os curiosos, em turco Höyük, significa algo como colina, pequena montanha, sítio antigo.

Fonte: Hypperalergic

Abraço!

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Autor: Hermes

Arcária

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Primeiro jogo do autor Raubher Borba, o Arcária é um jogo de destreza onde os jogadores comandam três raças procurando novos territórios para levar o seu povo, uma vez que os humanos estão dominando tudo.

Com isso Elfos, Orcs e Anões lutam entre si para cumprir seus objetivos e assim começar um novo tempo de prosperidade para seus povo. Dito isso, vamos começar a falar sobre as regras do Arcária.

A caixa em madeira, componentes lindos,
dardo profissionais.

Após os jogadores escolherem uma das raças, sorteamos uma carta de classe, que é um benefício extra, e uma carta de objetivo, que vai comandar a forma com que você vai ganhar a partida.

Os turnos são alternados e você começa decidindo se vai utilizar a habilidade da sua raça ou não, caso utilize terá direito a realizar uma ação de caça, que é feita através de dados e vai te dar pontos para serem utilizados com a carta de classe previamente sorteada.

A mesa pronta para a partida.

Depois disso vem o grande barato do Arcária, a fase de conquista. Diferente de tudo que você já viu por aí, para você conquistar os territórios, temos um alvo de dardos, cada jogador tem direito a 4 lançamentos (isso pode mudar dependendo da raça escolhida), e conforme a combinação de resultados você consegue conquistar algum território ou não.

Para cada dardo que não fixe no alvo, ou que caia na parte onde tem água do mapa, o jogador recebe uma carta de avaria, que é uma coisa ruim para a rodada seguinte.

Com a combinação de dardos você consegue pegar ou não um território.

Uma vez que a raça consiga cumprir o objetivo pessoal, ou conquiste 5 territórios, o jogo acaba com a vitória dessa raça.

O jogo é totalmente artesanal, mesmo na sua versão final, mas mesmo assim a qualidade dos componentes está muito boa (só tem que melhorar cartas e dados), quanto as regras, ainda tem que ajustar algumas coisas e o Raubher tem ouvido bastante o pessoal que tem jogado.

O autor (de camisa azul), o Leandro (do The Meeple) e eu.

O Arcária é um jogo leve, bonito, com componentes de qualidade e que apesar de ainda não estar 100% com as regras prontas, tem potencial para divertir a galera mais light.

Hoje ele está em financiamento pelo Catarse, e mesmo que não feche os 100%, todos que apoiarem o jogo receberão a sua cópia (é a Campanha Flexível).

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Autor: Carlos “Cacá”

Para quem curte criar jogos e prototipá-los.

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Naquelas andanças eletrônicas que vez e outra fazemos, pelo menos eu faço…passei por uma pagina onde rola muito assunto sobre jogos HM e criações novas, deparei com esta chamada interessante postado pela Priscila Terra, autoria de  Vince Vader no Updateordie. Trata da criação de um  conceito desenvolvido por Marcelo Bossoli do estúdio Vectoria, sobre confecção de protótipos.

Muita  gente aspira criar jogos, outros criam e na certa há boas ideias em desenvolvimento.

Mas dai fazer um protótipo o assunto é outro, é preciso algo entre ser um artesão, usar recursos diversos como gráficas express, para enfim chegar a um jogo modelo, onde as pessoas podem palpar componentes e ter uma ideia prévia da arte envolvida.

Então criar protótipos pode requerer do autor saber usar determinados softwares de desenho, achar materiais adequados e peças físicas. É um processo completo e muita gente fica a deriva, sem saber como chegar lá.

Ai entra a ideia do Marcelo, ele criou um conceito, um kit com o qual o autor pode efetivamente usar modelos padrões, e chegar a um protótipo do jogo. Trata-se de uma compilações de arquivos de diferentes modelos de peças, ligadas a variados temas como ficção, medieval, fantasia (em breve mais arquivos). Desta forma o autor escolhe o que melhor se adapta as suas necessidades, para de fato chegar a um jogo físico e efetivamente  poder testa-lo.

É possível baixar uma versão gratuita, ou uma versão bem mais completa paga, tudo  pelo site da Vectoria. Achei a ideia muito bacana, uma mão na roda para muita gente. É um novo elemento que pode sim revelar muita gente boa na criação de jogos.

Fica aqui meus parabéns ao Marcelo Bissoli pela boa ideia e iniciativa.

Abraço!

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Autor: Hermes

Prévia print an play do Húsz

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Opa! Em janeiro pra fevereiro sai (finalmente) o Húsz! Até lá, se você quiser jogar a prévia dele, faça o print and play que o Studio Teia de Jogos disponibilizou. Clica aqui para fazer download.

Brevemente, lá no site do Teia de Jogos, também haverá um kit de peças da Ludeka para quem quiser fazer um print and play mais bonitinho. É isso aí: quem quiser imprimir e fazer uma versão 100% home made terá essa opção; quem quiser uma versão caseira mais legal com peças bonitinhas terá opção também. Pra quem gostou e quiser adquirir, no final de janeiro para o começo de fevereiro vai poder comprar a versão final com caixa bonitona e todos os componentes com direito a autógrafo do autor (eu). =)

Aguardem novidades!

#GoGamers

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Autor: VINCE VADER