Itaipa-Wars 2017, como foi?

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Fiz a chamada para este evento em dezembro passado, agora a pouco conversei com o Gerson Monteiro ( Ludobellun), um dos organizadores junto com seu Francisco, mostrou-se feliz com o resultado.
Como os jogos de guerra, não são lá a preferência nacional, poucos e pequenos grupos espalhados pelo Brasil, é que realmente fazem acontecer. É uma iniciativa para divulgar os jogos, conhecer pessoas ligadas ao estilo, não diferente do que os jogadores de outros jogos fazem. A grande diferença é que são jogos de guerra, e não adianta insistir. A conversa do pessoal é sobre jogos de guerra, história militar e tudo que de alguma forma esta relacionado com este assunto.

Alguns dos participantes, o Gerson Monteiro esta no centro, o senhor baixinho é meu amigo Francisco do Soldatino Brasiliano.

O local, foi mais que adequado, muito bom.

Primeiramente, falou nesse estilo de jogo, jogos de guerra, deparamos com alguns esteriótipos gravados na memória coletiva:

1-são jogos demorados;
2-são jogos com muitas regras;
3-tem que conhecer assuntos relacionados a guerra;
4-além de clichês pé no saco, típico dos bostinhas do  politicamente correto, “sou contra a guerra”.

Bom ai digo:

1-sim, tem jogos bem demorados, mas também há jogos onde as partidas, não duram mais que muitos  eurogames.
2-sim, tem muitas regras, mas também muitos jogos de guerra, permitem o aprendizado gradual, acrescentado novos conjuntos de regras, e assim aprofundado o mergulho do jogador sobre o  assunto.
3-verdade, é bom, mas aprender é parte do pacote em todo jogo, euro ou wargame;
4-ninguém que gosta de jogos de guerra que eu conheço, quer declarar guerra, ou deseja isso, são pessoas que apenas gostam de  jogos que exigem algo a mais em tática, estratégia e conhecimento, simples, só isso.

Agora voltando ao assunto, Itaipa-Wars, contou com poucos presentes, mas em aproximadamente 48 hrs de jogatina, disputaram diversas partidas de diferentes jogos de guerra, observe ai:

-MBT
-Andean Abyss
-Warfighter
-For the People
-A Distan Plain
-Objective Kiev(C3I)
-Peleliu
-Labyrinth
-Normandy 44
-The Defense of Lwow

Fica claro que o pessoal teve muito trabalho (força de expressão), mas principalmente muita diversão , sem poder deixar de lado a tática e a estratégia. Alguns dos jogos listados, são uma soma de jogos de guerra e geo política, caso do Labyrinth e o Andean Abyss, recomendo, é jogo tenso. Outros mais leves como o Kiev e o Defence of Lwow, bons jogos para quem quer começar a se aventurar com esse tipo de jogo, e não podiam faltar os táticos,  como o MBT, ou seja enfrentamento com carros de combate, ai sim, o jogador precisa de preferência ter algum conhecimento a mais sobre o assunto. Por conta disso, já fica claro que os jogos de guerra, são sim uma boa opção de jogos, e não necessariamente, o cidadão precisa ser um militar para joga-los.

De básico, afinal é assim em todo grupo de jogo, nem todos participantes conhecem todos os jogos, mas de ante mão, um dos jogadores já conhecia o jogo que ia a mesa, para ensinar os demais e tornar o tempo de aprendizado menor e mais proveitoso.

Bom cidadão, fica o convite para participar dos próximos eventos, do Itaipa-Wars, ou outros que possam surgir,  que sei que vão acontecer.

Há muito a ser feito, para mudar este cenário, quebre o paradigma,  experimente jogar e mudar sua ideia e imagem sobre os jogos de guerra. Tenho certeza que muito jogador, vai encontrar neles bons jogos. Digo isso, porque esse segmento é muito pequeno, embora os jogos na certa estão entre os melhores.

Agora essa é para os WARGAMERS, por conta dos fatores acima mencionados, também de impressões que coli nos anos de vivência no meio dos jogos de tabuleiros, aquela imagem de jogos complexos, que as pessoas tem sobre os jogos de guerra, cabe a você mudar.
Digo isso por conta do que vejo aqui no blog, ou quando era moderador lá na Ilha do Tabuleiro. Sempre que o assunto era ou é  relacionado a jogos de guerra, em geral há muita procura por informações, muito acesso é verificado,  há muita curiosidade e disso se deduz, que também há muitos interessados.
Então SENHOR WARGAMER  desça do pedestal (não se sinta ofendido), seja SIMPÁTICO E RECEPTIVO com o potencial novo jogador, para que ele volte, para que ele passe a se aprofundar no assunto, que é vasto. É assim que se fez e faz com os outros jogos (não wargames), afinal no fim todos vão ganhar, você, o novato, o mercado. Os eventos vão crescer, iniciativas vão pipocar e é esse, só esse o objetivo final.

Abrigado!

Grande Abraço!

E que venham mais eventos sobre jogos de guerra.

Nota: imagens gentilmente cedidas pelo Gerson Monteiro, que também contribuiu com informações e relatos sobre o evento em geral.

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Autor: Hermes

Projeto Kit Maker Êba!

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Imaginem que você receba em suas mãos uma caixa, composta basicamente por elementos encontrados facilmente por aí como copos plásticos, palitos de picolé, balões, entre outros, e o seu objetivo é pegar seus filhos e junto com eles transformar esses elementos em brinquedos e jogos, de forma a desenvolver a criatividade mas principalmente, fazer dessa uma experiência de brincar JUNTO.

Bem, foi com essa intenção que surgiu o Kit Maker Êba! (Experimentar – Brincar – Aprender), sendo o projeto de final de curso de design da Lisandra Rodriguez, ela está desde novembro do ano passado fazendo testes abertos, para ver a receptividade do projeto e se ele tem futuro além da faculdade.

Os pequenos experimentando com os componentes.

Eu tive oportunidade de ser um dos testadores da “brincadeira” e aproveitei bastante com meu muleque de 9 anos e com a minha pequena de 3.

Basicamente a proposta é, a partir de cartões disponibilizados na caixa, criar brinquedos e jogos com os diversos componentes de fazem parte da caixa, o que aconteceu lá em casa na realidade, foi que as crianças ditaram o ritmo da brincadeira, desenvolvendo eles mesmos brinquedos e brincadeiras.

Dá pra inventar muito com os componentes.

Apesar de ter fugido um pouco do que a Lisandra queria, serviu como uma resposta também, sobre que direcionamento as cartas devem tomar (eu achei que a falta de imagens nos desafios fez com que a mulecada preferisse fazer outra coisa).

A intenção da Lisandra é que depois de passada a fase de validação na faculdade, o projeto tome vida e ganhe uma dimensão maior, com um site de trocas de ideias entre os pais, encontros e outros desdobramentos bacanas.

No fundo o projeto está lindo, a proposta é muito legal, e eu espero de verdade que além de uma nota boa (risos) ele também consiga chegar a muitas famílias porquê a ideia é muito bacana.

Até futebol de peteleco a gente fez.

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Autor: Carlos “Cacá”

CODENAMES PICTURES

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Em abril do ano passado fiz uma resenha acalorada (com direito a vídeo) sobre o CODENAMES, jogaço do tcheco Vlaada Chvátil (sou fã do cara). Esta semana chegou pra mim o CODENAMES PICTURES: mesma regra de adivinhar padrões, mas – agora – com imagens. Divertidíssimo e, na minha opinião, mais difícil que o original.

Um detalhe importante: as figuras não são óbvias. Elas possuem misturas interessantes de elementos. Dá uma olhada no exemplo a seguir: o fusca não é apenas um fusquinha, é um carro inseto; o canguru é uma espécie de “cangurussauro”. Ou seja, cada cartinha – além do elemento óbvio – permite uma série de outras interpretações e correlações. Já tinha gente jogando a regra do CODENAMES com as cartas do DIXIT, mas estas aqui são mais focadas no esquema do jogo.

No final do manual há a sugestão para misturar o jogo original com esse, criando novas modalidades para o game. Bem bacana mesmo. Mais uma bela aquisição para a ludoteca.

#GoGamers

Blog de Origem: Game Analyticz
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Autor: VINCE VADER

Novidades no fim do mês

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As editoras alemãs (em especial) aproveitam o mês de janeiro para fazer o lançamento de algumas das suas novidades editoriais na feira dedicada aos brinquedos – Spielwarenmesse.

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Spielwarenmesse realiza-se em Nuremberga de 1 a 6 de fevereiro e é uma feira dedicada aos profissionais da área e comunicação social especializada.

Há várias editoras a preparar lançamentos para a Spielwarenmesse e o site Spielen.de fez uma listagem bem pormenorizada AQUI.

Blog de Origem: JogoEu
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Autor: abruk

Mysterium

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Um fantasma assombra uma antiga mansão e os um grupo de médiuns são chamados para tentar, através de sonhos, solucionar esse mistério e trazer paz à casa, essa é a premissa do Mysterium, recentemente lançado no Brasil.

Os jogadores são divididos, um toma a parte do atormentado fantasma, e os outros serão os médiuns que através de cartas (estilo Dixit) vão tentar descobrir o assassino, a arma utilizada e aonde aconteceu o crime (soa familiar?) que vitimou o fantasma do jogo.

O jogo se divide em três seguimentos, onde todos os jogadores primeiro precisam acertar o seu suspeito, depois o local e finalmente a arma. Se TODOS os jogadores conseguirem acertar isso tudo antes de chegar a sétima rodada.

A mesa sendo preparada para a partida,
com o fantasma se posicionando.

Se conseguirem, acontece uma rodada final onde dentre as suspeitas de cada jogador, vamos escolher uma combinação que será realmente a que vai ganhar o jogo.

Todo esse andamento do fantasma escolher carta e tentar adivinhar qual o seu suspeito, é a alma (com trocadilho) do jogo, mas apesar disso acaba sendo a parte mais decepcionante da experiência.

Primeiro por que com uma mesa de muitos jogadores, o trabalho do fantasma acaba tendo um AP muito grande, e a chance da mesa dispersar é enorme.

Todos os suspeitos, locais e armas disponíveis.

Segundo, que em momento nenhum o jogo empolga ou se torna envolvente, e com a menos que você tenha uma galera que “compre a experiência”, acho que pode vir a se tornar algo bem frustrante, pois ele promete ser um Dixit com objetivo e no final você acaba sentindo vontade de jogar o Dixit mesmo.

Recomendo a quem está curioso com o Mysterium jogar uma partida de experiência para ver se realmente vai vingar na sua mesa.

As cartas, tipo Dixit, te dão as dicas.

Essa e outros jogos estão disponíveis para jogar e comprar na  
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Rua Corrêa Dutra, 99 sobreloja 214 – Catete / Rio de Janeiro

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Autor: Carlos “Cacá”

Rum & Pirates

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Velho conhecido e um dos primeiros (se não o primeiro) Feld que eu joguei, no Rum & Pirates somos piratas que acabam de voltar de suas aventuras, e resolvem comemorar pela cidade arrumando confusão, bebendo, namorando e pilhando uns tesouros pelo caminho.

O jogo tem uma mecânica de movimentação muito bacana, você começa com 10 piratas e precisa mover o Capitão pela interseções da cidade, para isso você deixa uma quantidade de piratas seus até chegar ao próximo ponto e resolve a ação, caso queira pode gastar uma moeda para fazer isso novamente.

A cidade com seus becos e as muitas ações disponíveis.

As ações é que são divertidas, você pode pegar mais piratas da reserva, arrumar um encontro pela cidade, pegar um tesouro (tentando evitar o escorpião), dar porrada nos “puliça”, chamar os amigos para ir pro bar, e no final de uma noite tão cheia ir dormir.

Mas óbvio que a hora da soneca entre piratas não é uma coisa calma, então acontece uma disputa pela melhor cama, disputa essa resolvida com muitas rolagens de dados.

Na hora de dormir, a disputa pela melhor ‘caminha’.

Depois de cinco rodadas o jogo acaba e o pirata com mais tesouros é o vencedor, simples assim.

O Rum & Pirates, é uma farra que suporta até 5 jogadores, e é do tipo de jogo que funciona bem como alívio depois de um jogo mais pesado, além de ser um Feld com direito a praticamente todos os elementos que transformaram ele em um dos maiores designers europeus.

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Autor: Carlos “Cacá”