TOP 3 : Jogos de Cartas

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Quando comento sobre um jogo que eu gosto, muitas vezes acabo elencando ele em algum TOP, seja pela mecânica, tema, autor ou algum outro critério doido. Por isso vou começar essa série de TOP 3 para ajudar aos amigos que procuram algo específico, e também para dar aquela pausa estratégica entre a tonelada de resenhas.

Abrindo a série, meu TOP 3 de jogos de cartas, apesar de já jogar cartas desde muito pequeno (com Mico-Preto, Super Trunfo e o indefectível Buraco com a família), foi com o Magic e Jihad que a coisa ficou séria.

Mas depois de conhecer os jogos modernos a gente ganha uma nova dimensão do que dá para se criar e a quantidade de utilizações que as nossas cartinhas podem ter, então esses são os três jogos que para mim trazem o melhor que se pode extrair desses joguinhos.

GLORY TO ROME

Criado pelo grande Carl Chudyk (mesmo do Red7 e do Mottainai) ele foi um dos primeiros jogos que eu vi que usa as cartas de praticamente todas as formas possíveis.

As cartas podem ser patronos, prédios, recursos, material e as decisões são sempre apertadas e além disso, o andamento do jogo com você seguindo o patrono puxado, ou esperando para trabalhar num próximo turno é bem legal.

Dos três é o único que vocês não vão conseguir arrumar fácil, mas tendo a oportunidade, joguem!

DOMINION

Pai dos jogos de deck-building, quando saiu (a quase 10 anos já), o Dominion explodiu minha cabeça e como a minha, a de praticamente toda a comunidade gamer.

A grande sacada de você ir montando o seu jogo enquanto joga, e com as cartas disponíveis para todos, corrigiu uma das coisas que eu acho mais chatas nos CCG’s, que é ter que pensar no deck, vem a sinergia das cartas e acabar tendo que correr atrás daquela carta que só meia dúzia de pessoas tem.

Com a chegada dos deck-buildings está tudo lá para você, a sua estratégia é pensada na hora e todos tem as mesmas possibilidades. JOGÃO!

7 WONDERS e 7 WONDERS DUEL

Quando eu conheci o 7 Wonders eu praticamente só joguei ele durante um tempão, que jogo gostoso, que ideia bacana e que utilização do draft criativa.

Tudo no jogo me deixou feliz, usar os recursos dos vizinhos, a utilização das cartas, as Eras, as maravilhas, realmente ele chegou a figurar no meu TOP10 geral, mas começou a saturar.

Aí com a LEADERS o jogo ganhou uma nova vida, mais partidas, até a chegada do CITIES, que é legal, mas já não adiciona muito e finalmente com a BABEL o jogo começou a ficar meio de lado… até que chegou o DUEL.

Corrigindo a falha do jogo maior, a versão para 2 do 7 Wonders consegue ter similaridades e ainda assim ter diferenças que tornam o jogo uma experiência nova e traz para o jogo uma turma nova e quem curtia volta a querer jogar tanto o novo, quanto o antigo.

E esses foi meu TOP3 de jogos de cartas. Concordam, discordam, comentem aí e deem sugestões para os próximos TOP’s.

Blog de Origem: E aí, tem jogo? – A sua página sobre jogos de tabuleiro moderno.
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Autor: Carlos “Cacá”

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