Scythe

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Num passado alternativo onde máquinas e humanos dividem espaço conquistando novos territórios,  produzindo seus bens e tendo que ficar atento aos movimentos das nações inimigas, Scythe conta uma história de exploração e gerenciamento… Com algum conflito no meio!

No jogo somos nações em desenvolvimento, partindo de nossas capitais em busca de novos territórios que nos darão recursos para construirmos nossos mechas e para completarmos objetivos.

Na sua rodada o jogador tem quatro áreas disponíveis onde em cada área dessa pode realizar duas ações, uma principal e uma secundária.

Tudo é lindo no Scythe!

A forma com que esse tabuleiro de ações funciona é que é parte do charme do Scythe, tudo é muito integrado e interage tanto com outras ações como com o que acontece no tabuleiro central, brilhante!

Essas ações vão fazer com que as peças avancem, prédios sejam construídos, recursos sejam recebidos, assim por diante para ganharmos os pontos de vitória que disparam o final da partida.

Esses pontos vem de nove formas diferentes, e você precisa fechar seis para o jogo terminar, e aí pontuarmos para decidir quem será o vencedor.

O core do jogo é esse tabuleiro de ações muito inteligente.

Apesar de visualmente parecer um jogo de conflito direto, ele é muito pontual e de resolução extremamente simples, mas é uma das formas que dá ponto de vitória, então apesar de acontecer pouco, o jogo tem impulsiona para que aconteça.

No final, Scythe acaba sendo um excelente jogo de gerenciamento, com arte linda (as cartas de encontro com suas historinhas são iradas) e apesar do “hype” exagerado, ele merece figurar entre os jogos badalados.

Uma guerra fria danada com conflitos pontuais.

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Autor: Carlos “Cacá”

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Como foi a edição de maio do Castelo das Peças

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Casa cheia na edição de maio do Castelo das Peças.

Neste último sábado (27) aconteceu a edição número 96 do Castelo das Peças.  Desta vez aconteceu na ECDD (Escola de Comunicação e Design Digital) localizada no centro da cidade.  O prédio foi tomado por gente jogando durante o dia todo.  Posso dizer que a ECDD virou o “Prédio das Peças”!!!!

Esta edição tivemos a presença do Sergio Halaban e da Conclave trazendo seus dois novos lançamentos, o Animal upon Animal e Get Bit. O primeiro é um  jogo da Haba voltado para crianças mas com certeza é diversão certa com adultos.  E o GetBit somos naufragos fugindo de um tubarão faminto. A Conclave entregou em mãos um Barony para o acervo do Castelo das Peças.  A Pensamento Coletivo também presenteou para o acervo do evento um Manhattan Project

 

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A cara de felicidade do organizador recebendo jogo para o acervo do evento!!!

 

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Sergio Halaban e Cacá Couto do “E ai tem jogo?”

A Legion CG estava com uma barraquinha vendendo jogos e acessórios além destes dois lançamentos da Conclave.  Teve também alunos do curso de games da ECDD participando.

Tivemos sorteio de um Manhattan Project da Pensamento Coletivo. E o cara que ganhou acho que ficou feliz.  Meus agradecimentos ao pessoal da Legion por fornecer o jogo para sorteio.

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A cara do sortudo recebendo o jogo!!!!

Quero deixar o meu agradecimento aos meus dois monitores que ajudaram bastante no dia.  A Priscila Terra e o Elson Bemfeito.  Não teria conseguido fazer o evento sem ajuda deles.

Os monitores do mês de maio de 2017

Gostaria de deixar registrado os meus mais sinceros agradecimentos  ao pessoal da ECDD.  Tudo ocorreu sem problemas e o pessoal elogiou bastante o lugar.  Se tudo ocorrer bem, em julho estaremos de novo lá.

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Os Alexander(s). O Shamou e o Francisco e a Renata.

 

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Autor: shamou

Há dez anos foi Lançado o Fronteira da Tércos.

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A pouco me dei conta que agora em 2017, fazem 10 anos que lancei o Fronteira???

Mas para começar o que é o Fronteira?

É um jogo com tema medieval, de colocação de peças (tile placemente), fazendo uso de pontos de ação (action points). Cada peça só podia ser posicionada adjacente a peças cuja a iconografia fosse compatível, ao custo de pontos de ação. Vence o jogo quem somar mais pontos, que são também os pontos de ação gastos para montar o seu reino.
Essa aventura começou com a ideia de lançar um jogo no mercado, isso nos idos de 2006/2007. Estava em uma loja, quando observei uns jogos de cartas tipo Magic, expostos numa caixa master, dai a ideia do abestado….vou fazer algo assim!!!
Passei a trabalhar nessa ideia no tempo livre, depois foram horas adicionais, ver gráficas, registrar marcas, prototipagem, testar, facas de corte, matrizes de impressão, isso em Joinville de 2007, então maravilha, tava lá o jogo e tudo mais. Encontrei um representante comercial, trocamos ideias, mas naquela época esse tipo de jogo?
Claro que existia esse tipo de jogo (importando), claro que havia grupos de discussão como a Lista BG-BR (o mercado de então), mas uma loja vender esse tipo de produto??…..  não era nada comum. Embora tenha trocado ideias com os lojistas, o discurso é um, mas vai lá vender para esse  “putos”, depois que você investiu…”é que falta a imagem de algum artista”, até esse tipo de “asneira” cheguei a escutar, mas por fim demonstra o que era o mercado da época, e o lojista quer um produto que gire, não tá lá por altruísmo, ideologia, são negócios, não conte com eles para desenvolver nada.
Bom isso agora é história. O resultado final ficou aquém do esperado, jamais recuperei o dinheiro investido, por conta de uma série de fatores.O pessoal da gráfica, não fez um bom trabalho, mas o idiota aqui, ainda pagou adiantado, dá para ver o tipinho. 
No final vendi algo em torno de 270 jogos, de um lote de 500 unidades, parece bom, mas há sempre investimentos maiores que dependiam de outros fatores, para tornar o negócio lucrativo e isso não ocorreu.
Também tenho minha parcela de culpa nessa história, fiz uma serie de besteiras como:
-registrar a marca, devia deixar o barco andar primeiro, para ver como o negócio funcionava de fato, para depois fazer isso, muita grana perdida aqui;
-a primeira versão de regras ficou mau escrita, confusa, cria uma péssima imagem;
-a qualidade gráfica como já mencionei ficou ruim, cria outra péssima imagem;
-não participava de grupos de discussão, embora acompanha-se a leitura das discussões, iria ajudar a criar diretrizes;
-pouco testado, embora o jogo funciona-se bem, teria fatalmente modificado alguns pontos antes de lançar;
Mas fazer o que, como dizia Rommel, “os planos de batalha funcionam até a batalha começar”.

Bom, chega de falar do que deu errado, outro aspecto curioso, haviam outras seis expansões desenvolvidas para o jogo, nunca lançadas, salvo alguns raros exemplares da expansão Território, que anexava tabuleiros modulares, pois a versão original era jogada sobre a mesa sem uso de tabuleiros. Mas como expansões iriam adicionar vikings, barcos, (era o passo seguinte), haveria também dragões, feiticeiras, novas construções, mercadores e mercadorias, uma miríada de nuances que tornaria o jogo sempre mais denso, embora continua-se a ser um tile placement e action point.
Contei com a ajuda de alguns amigos, familiares, cito em especial o apoio (posteriormente em 2008), do Alessandro Caporal, mentor e mantenedor da Ilha do Tabuleiro. Está ai o registro dessa história, os dez anos do jogo Fronteira da Tércos, minha primeira aventura como criador de jogos. 
Abraço!

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Autor: Hermes

Protótipos : Spider Invasion / Slow Motion / [Dp-6] / Maracanã

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Tenho nesses anos de blog jogado muitos jogos ainda em desenvolvimento, em níveis que variam desde “ei, tive uma ideia, saca só” até “essa é a versão que vai pro KS amanhã”, e são sempre experiências interessantes.

Fiz um apanhado de 4 joguinhos que joguei recentemente, para a galera já ir ficando antenada com os nomes para futuras referências na hora de comprar joguinhos novos, me acompanhem nessa passada rápida de olho e divirtam-se.

SPIDER’S INVASION
Jordan Florio de Oliveira

Nesse mini-game uma invasão de aranhas alienígenas ameaça a humanidade, e precisamos nos defender enviando caças para irem detonando os invasores.

Spider’s Invasion é um card-game que teoricamente vai até 4 jogadores, mas que meu feeling foi de jogo solo ou no máximo pra 2 onde você tem uma disposição de cartas bem ao estilo “space invaders” do Atari e vai posicionando seus caças para tentar conter as ameaças, mas precisa sempre ficar de olho pois tem mais gente invadindo do que caças atacando.

O jogo é bem filler e acho que ainda falta molho e detalhes a serem arrumados, ele demorou uns 15 minutos de partida e o Jordan pretende lançar ele ainda esse ano.

SLOW MOTION
Leandro Pires

Nesse jogo somos apostadores numa corrida de lesmas, e numa “corrida” dessas criaturinhas, não se espera que o grande vencedor seja o melhor, então ganha quem aposta nas lesmas mais lerdas!

Jogo de corrida usando cartas para mover as lesmas e umas combinações de ícones para dar uns poderes extras, somados às apostas que no final vão pontuar e definir o vencedor.

Family game, interação entre os jogadores, ainda precisa de ajustes mas tá ficando com a cara de jogos da Haba. Pra ficar de olho.

[DP6]
Nordan Manz

Uma guerra está rolando no mundo, e uma estação submarina, comandada por duas nações estão fazendo experimentos bizarros para tentar mudar o equilíbrio do conflito, qual será a nação que vai levar a descoberta feita mais rápido para a superfície? Esse é o mote do [DP6].

O jogo funciona com tiles que são organizados de forma que você precisa ir progredindo, passando por eles até chegar ao ponto de partida do mini-submarino que vai levar o tripulante vencedor, mas pelo caminho temos alagamentos, portas fechadas e uma criatura que vai comendo seus amiguinhos.

Achei o jogo muito legal, dinâmico, com alguma decisão interessante envolvida (a parte de abrir portas dos dois lados é bem legal), fora que está com uma arte fora de série.

Corajoso o Nordan trabalhar com jogo para apenas 2, mas acho que saindo com um preço convidativo tem tudo para ser sucesso. Pra por na wish-list!

MARACANÃ
Rodrigo Rego

Para o fã de futebol, o canto das torcidas, o bandeirão, o estádio cheio, é o combustível que o time precisa para que ele consiga tirar o seu melhor e conseguir se superar e ganhar as partidas, e é esse feeling que o Rodrigo quis passar com o Maracanã.

O jogo é um 2p onde cada jogador é um time, e tem num rondel de ações tiles para ir colocando no seu lado da arquibancada, e com isso ir avançando na trilha de pontos para ir fazendo os gols para ganhar a partida.

A cada escolha, além de melhorar as coisas do seu lado, você ainda tenta desabilitar tiles que seriam interessantes para a torcida rival.

Com o estádio cheio, ganha o time que fizer mais gols e havendo empate rola uma disputa de pênaltis muito bem sacadinha para resolver o time que vai poder zoar o adversário.

Tudo é acerto no Maracanã, timming, tema, mecânicas, o Rodrigo fez (na minha humilde opinião) o seu melhor jogo e um dos 2p mais legais que eu já joguei. Must have!

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Autor: Carlos “Cacá”

IHRYSKO: revisitando esta belíssima loja de Bratislava (Eslováquia)

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Ano passado, quando eu morei na Bratislava (Eslováquia), visitei exaustivamente este belo local. A loja IHRYSKO (que significa “playground”) foi um bom refúgio para jogar uns games e conhecer uns locais que são fãs do hobby (escrevi um post sobre o lugar aqui). Na recente visita que fiz nesta querida cidade, desci do trem e a primeira coisa que fiz foi passar lá pra ver umas novidades. Foi bem legal rever o dono da IHRYSKO que lembrou de mim e também lembrou que sou fã de jogos abstratos. Clique aqui para ver o site.

A loja tem uma variedade foda, preços bons e uma organização impecável. Tem uma área enorme pra jogar e é frequentada por gente muito legal. Olha algumas imagens do belo local..

Nessa última visita, descobri que do lado tem uma cervejaria sensacional chamada Komín! É a “Ružinovský pivovar Komín“. Boas cervejas artesanais com preço honestíssimo. Ah! E Komín significa chaminé; olha que belo lugar:

Mais um excelente passeio!

Obrigado, Bratislava!

#GoGamers

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Autor: VINCE VADER

Port Royal

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Port Royal é o terceiro jogo do Pfister que a Paper Games está trazendo para o Brasil, e o segundo card-game, esse fala de piratas e comerciantes, mas é um push-your-luck muito bacana, vamos falar um pouco dele.

No jogo, temos um deck com navios trazendo tesouros, pessoas para serem contratadas e contratos a serem cumpridos e precisamos ir pegando essas cartas para juntarmos pontos de vitória.

Na sua rodada você vai abrindo cartas, uma por uma, as cartas de navio dão moedas, existem cinco cores diferentes de navio, e são eles que vão indicar quantas cartas você vai comprar depois de decidir parar, ou, se você tirar um navio da mesma cor, se vai parar sem comprar nada.

Você vai abrindo carta, ganhando ouro e contratando gente.

Se o seu turno termina normalmente, você vê quantas cores diferentes de navio saíram, de uma a três te permite comprar uma cartas das exibidas, com quatro cores, compra-se duas cartas, e com cinco cores, três cartas.

Os navios dão dinheiro, que é usado para comprar os outros personagens que vão dar benefícios para o restante do jogo, recursos para que os contratos sejam cumpridos, proteção para navios menos interessantes e os pontos de vitória para o final da partida.

Assim que o jogador da vez termina a(s) sua(s) compra(s) os outros jogadores tem o direito de fazer a mesma quantidade de compras também, com a desvantagem de terem que pagar uma moeda para o jogador da vez.

No final, ganha os pontos pelas pessoas contratadas e contratos cumpridos.

Quando um dos jogadores fecha 12 pontos, a rodada termina e no final quem tiver mais pontos de vitória é o vencedor.

Port Royal é um jogo “redondo”, tudo funciona direitinho, tem a questão do push-your-luck que eu particularmente adoro, a única ressalva fica pelo tempo, ele poderia ser mais curto pelo que se propõe, mas isso é facilmente ajustável descendo a quantidade de pontos de vitória necessários para o final de jogo.

 Mais uma vez o Alexander Pfister acerta, e nós temos mais uma bela opção de card-game divertido para a coleção.

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Autor: Carlos “Cacá”