Quadropolis

Em Quadropolis somos arquitetos construindo prédios, shoppings, parques e competindo com outros arquitetos para qual cidade vai ficar mais bonita.

O jogo dura 4 rodadas, em cada uma delas são sorteados tiles numa matriz 5×5 onde temos a oferta de prédios que darão pontos de diversas formas ao serem colocados no nosso espaço individual.

A primeira coisa que eu curti muito no Quadropolis foi essa seleção de tiles. Cada jogador tem quatro funcionários numerados de 1 a 4, você posiciona um deles no tabuleiro central para pegar um dos tiles, e o número dele vai definir onde você vai colocar aquele tile no seu tabuleiro.

Tabuleiro central com os tiles que você pode pegar.

Isso é um dos grandes baratos do jogo, pois como você geralmente vai precisar combar um prédio com o outro, saber quem mandar na hora certa é muito importante.

Outra coisa que dificulta essa seleção de tiles é o urbanista. Cada vez que um dos arquitetos é colocado no tabuleiro central, no lugar onde foi tirado o tile entra o urbanista, que fica travando uma coluna e uma linha daquela matriz, e as vezes isso quebra uma jogada boa que você já tinha pensado.

A cada vez que você constrói prédios também pode receber pessoas e produzir energia. Esses elementos também são fundamentais na sua partida, pois você vai precisar alocá-los pelos seus prédios e o excedente vai te tirar pontos no final do jogo.

Na nossa cidade os prédios precisam se
combinar para pontuar mais.

No final de quatro rodadas, faz-se uma verificação dos combos entre os prédios e quem tiver a maior pontuação é o melhor arquiteto.

Quadropolis é daqueles jogos que passam meio abaixo do radar, mas quando você senta para jogar te surpreendem positivamente e você tem vontade de jogar mais vezes. Eu fiquei fã e torço para que ele um dia chegue no nosso mercado.

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Autor: Carlos “Cacá”

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Fields of Green

Você cansou da Cidade Grande e incentivado por iniciativas do governo, comprou um terreninho e agora quer expandir seu agro-negócio. Essa é a premissa do Fields of Green, primeiro trazido para o Brasil pela Flick Games Studios e que vamos falar um pouquinho agora.

Fields of Green é basicamente um jogo de cartas, são 4 turnos de jogo e em cada um deles pegamos 6 cartas que serão draftadas entre os jogadores.

No comecinho, poucas construções, mas tudo tem que funcionar.

Existem quatro tipos diferentes de cartas, plantações, criações, estruturas e construções e toda vez que selecionamos elas escolhemos entre construí-las na nossa fazenda, ou descartamos para outras funções (como pegar novos silos e torres d’água).

Depois da fase de draft vem a fase de colheita onde o jogo fica bem interessante. O grande lance do Fields of Green é fazer com que a sua “engine” rode para que todas as cartas sejam utilizadas para que você produza, ganhe dinheiro e pontos.

Se por acaso você não conseguir que alguma das suas cartas de colheita não funcione, ela vira um descampado e para de funcionar para as rodadas seguintes (podendo ser ativada novamente mais tarde, mas você vai ter que pagar por isso).

As pilhas com as cartas a serem compradas.

O jogo flui super bem, e no final da fase de colheita do quarto turno, contamos os pontos (que vem de diversas fontes) para sabermos quem é o melhor fazendeiro.

Eu curto muito jogo com “pega-isso-pra-fazer-aquilo” e o Fields of Green é bem isso, a produção está super caprichada, e a única coisa que me incomodou foi a falta de interação entre os jogadores (existente só no draft), mas ainda assim o jogo é bastante bacana e em funciona redondo para dois jogadores (pra mim, a melhor configuração dele).

No decorrer do jogo sua fazenda vai ficando enorme.

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Com essa resenha vem “de brinde” o primeiro LEMBRADOR, que é um PDF com um resumão ricamente ilustrado com fotos, para ajudar a lembrar as regras do jogo e facilitar na hora de explicar para os novos jogadores. Espero que gostem e qualquer correção, escrevam pra gente : promoeaitemjogo@bol.com.br

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Autor: Carlos “Cacá”

Container – reprint pela Mercury

A editora Mercury Games anunciou o lançamento do reprint de um dos mais aclamados e procurados do mercado de jogos de tabuleiro – Container: 10th Anniversary Jumbo Edition!

Container é um jogo de Franz-Benno Delonge para 3 a 5 jogadores com mais de 12 anos e com uma duração aproximada de 90 minutos.

O jogo tem algumas modificações das regras básicas, que supostamente resolvem alguns problemas que a crítica apontava ao jogo base, e sabe-se que há já material para uma expansão no futuro não muito distante.

A produção do jogo vai ser de elevada qualidade, contendo miniaturas muito realistas dos navios e contentores. A qualidade paga-se obviamente e o preço não estará longe dos 100€, pelo menos para esta versão Jumbo. Há ainda dúvidas se a editora venderá o jogo numa versão menos kitada e, por conseguinte, mais barata.

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Autor: abruk

Notre Dame

Outro jogão do Stefan Feld completando 10 anos em 2017 e que eu (apesar de amar) ainda não tinha escrito nada sobre ele é o Notre Dame.

Situado no final do século XIV, os jogadores são chefes de famílias proeminentes da França disputando poder e prestígio cuidando do seu bairro ao entorno da belíssima catedral que dá nome ao jogo.

O jogo é dividido em três fases com três odadas cada uma, onde selecionamos três cartas do nosso deck, e fazemos um draft com os outros jogadores e ao final teremos três cartas e realizaremos as ações de duas delas.

Cada bairro tem seus locais de ação e no centro a Catedral.

São nove ações possíveis, que estão diretamente relacionadas ao nosso bairro e a Catedral, e para todas eles precisamos pegar cubos que estão no pool de influência, colocamos no local indicado e realizamos a ação na hora.

Uma das grandes sacadas no Notre Dame é justamente essa colocação de influência, pois em cada espaço que vamos colocando é observado se já existiam outros cubos colocados previamente, e isso faz com que a ação realizada fique melhor.

As cartas de ação, das três, você só usa duas por rodada.

Depois de fecharmos os três turnos de cada fase temos a oportunidade de subornar um personagem do jogo. Esse é outro barato do jogo, pois essas cartas tem uns poderes interessantes para o decorrer da partida e como são divididas para cada umas das três fases, elas vão te proporcionar coisas bem boas para situações que você deve estar enfrentando (como praga, falta de dinheiro ou dar aquele aumento de pontos).

Ao final de cada fase vem a praga, o nível de ratos no seu bairro aumenta, e se ele chega a um determinado ponto, você começa a perder prestígio (que são os pontos de vitória) e cubos, mas uma estratégia inteligente pode fazer você tirar proveito até mesmo das adversidades do jogo.

Além das cartas de ação, os personagens que dão benefícios.

No final das três fases, o jogador com mais pontos de prestígio leva a partida.

Notre Dame é daqueles jogos que servem como lição de design, tudo nele funciona de forma fluida e da mesma forma apertada, então jogar ele é bem fácil, mas jogar ele direito é um daqueles desafios que o Stefan Feld sabe fazer muito bem.

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Autor: Carlos “Cacá”

Clank!

Esse foi um dos deck buildings mais bacanas que já joguei. Bem tematizado, com excelentes mecânicas e uma produção muito boa. Este game é um excelente exemplo de como a camada narrativa de um game vai se sobrepondo ao seu gameplay.

Em Clank! Somos aventureiros entrando em uma dungeon para roubar tesouros de um dragão. O deck building funciona conforme você vai matando os monstros e adquirindo equipamentos especiais (que são as cartas coletadas). Quando você se locomove pelo tabuleiro pode fazer barulhos (os “clanks” que dão nome pro game) e isso pode acordar o Dragão; se movimentar em silêncio é sempre melhor.

Cada vez que você faz barulho coloca um token em uma área do tabuleiro. Quando o dragão acorda, joga-se todos os tokens em um saco e sorteia-se um número. Se sair a sua cor, você toma dano. Bem divertida essa dinâmica. O importante é tentar montar um deck com cartas que anulem os CLANKS! e que tenham muitos pontos.

Arte legal e diversão garantida. Imagens do BGG.

#GoGamers

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Autor: VINCE VADER