Jogando com o(s) filhote(s)

Na época em que mexer nas peças era mais legal.

Quem acompanha o canal a bastante tempo, ou me conhece pessoalmente, sabe que eu tenho filhos e que desde pequenos eles tem contato com meus jogos, tanto para brincarem com os componentes, quanto para jogarem efetivamente.

Esse fim de semana o meu mais velho (que vai fazer 10 anos) quis conhecer uma das minhas recentes aquisições, o Manhattan Project, que eu vinha postergando por achar que o jogo tem coisas demais à se pensar e que ele talvez não conseguisse se divertir. Ledo engano.

Não só se divertiu, como jogou bem, ficando em segundo lugar na partida, e isso realmente me deu a certeza de que ele tá indo por um bom caminho em matéria de aprendizado, observação e afins.

Já mais velho, com sua própria coleção.

Foi aí que resolvi escrever esta postagem para falar como é legal a experiência de jogar com os pequenos e acompanhar o desenvolvimento deles nos jogos e como isso ajuda no crescimento deles.

Quando o Arthur nasceu, eu já estava no mundo dos tabuleiros modernos, e eu nunca fui um pai que reclamava dos pequenos bagunçando meus cd’s, livros e jogos, sempre ficaram ao alcance dele e ele sempre pode abrir, mexer nos componentes e depois guardávamos direitinho.

Com os anos ele começou a jogar coisas fáceis, como Jenga e Villa Paletti (que ajudaram muito na coordenação motora) e começou aos 4 anos a ter a própria coleção, com Pula Macaco, Cai-Não-Cai e jogos da Haba.

Trazendo os amigos para o mundo dos tabuleiros.

Na minha opinião, esse contato tátil com os jogos desde cedo, faz com que a criança fique instigada a querer conhecer mais, a ter vontade de brincar, e com isso você desvia um pouco eles do excesso digital de hoje em dia.

Você consegue em diversos jogos ir adaptando as regras para que eles comecem a entender o conceito básico (com o King of Tokyo sem as cartas ou Carcassonne sem o fazendeiro), e depois ir subindo o grau de dificuldade, conforme eles vão aprendendo a contar e ler, até que você apresente jogos mais complexos sem que eles estranhem as regras.

Agora, partindo para jogos mais pesados.

Hoje, com praticamente 10 anos, ele já joga vários mais pesados com bastante desenvoltura, já me ganhando em partidas de Catan e Carcassonne, e agora eu estou novamente nesse processo com a menorzinha (que acabou de completar 4 anos), que segue os mesmos passos do irmão.

Importante passar o gosto pelos jogos para eles, pois além de ser uma diversão que une todos em casa, é também uma excelente forma de estimular várias áreas cognitivas na mulecada.

De volta para a fase de gostar mais dos componentes.

Blog de Origem: E aí, tem jogo? – A sua página sobre jogos de tabuleiro moderno.
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Autor: Carlos “Cacá”

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