Dice Forge

Existem inúmeros games com mecânica de deck building. São aqueles que os jogadores começam com um punhado de cartas fraquinho e devem ir dando upgrade até que fique mais poderoso comprando cartas de um pool. Dice Forge segue essa lógica, mas – ao invés de dar upgrade no seu baralho – você dá um boost nos seus dados. Esse fez parte do cardápio da joga extrema de 7 de setembro.

É isso aí. Os jogadores tem dois dados com faces removíveis que podem ser turbinados de acordo com a estratégia de cada um. Todos começam com os dados com faces limitadas e, a cada rodada, devem ir acumulando recursos (por meio das roladas) para comprar novos poderes.

Alguns pontos positivos: jogo engenhoso e criativo. É possível criar boas combinações para ganhar recursos, pontos ou ouro com os dadinhos. Ilustras bonitas.

Algums pontos negativos: o game tem um skin temático que passa em branco; tem uma narrativa de deuses e oferendas que acaba passando despercebida. Desmontar as faces é difícil (precisamos usar uma chavinha de fenda durante a partida). As partidas são muita rápidas; você pisca e já acabou (acho que vale uma house rule para aumentar o número de turnos).

Gostei da dinâmica e do gamelay. Apesar dos problemas, é um game bem legal.

#GoGamers

Blog de Origem: Game Analyticz
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Autor: VINCE VADER

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