Adiós Calavera!

Sint_AC

Sinopse:

Os jogadores representam a vida ou a morte que procuram o seu oposto (morte / vida), para o conseguir poderão usar os poderes especiais dos seus personagens e assim “fugir” as regras gerais de movimentação dos peões. Quem conseguir alcançar o lado oposto do tabuleiro com todos os seus peões em primeiro lugar, ganha o jogo!

Como se joga:

⇒ Setup

No centro coloca-se o tabuleiro (qualquer face do tabuleiro pode ser usada).

Cada jogador escolhe os 8 discos de uma cor (branco ou preto) e coloca-os nas 8 casas de partida do tabuleiro. Dos 8 discos apenas 4 podem ser colocados com a face de personagem especial voltada para cima, os outros 4 colocam-se com a face genérica voltada para cima. [poderes das personagens explicada mais adiante]

⇒ Desenvolvimento

O jogador inicial será o que esteve no México mais recentemente ou o que esteve mais próximo do México mais recentemente. Joga-se à vez, por turnos, e em cada turno os jogadores irão movimentar um dos seus discos. Se for uma personagem normal (genérica), obedece às seguintes regras gerais de movimentação:

  • Uma personagem move-se tantas casas quantos os discos que estiverem em linha reta  (horizontal ou verticalmente) em relação a si. Contam-se os discos adversários e os discos próprios, inclusive o disco que se pretende movimentar. O jogador pode optar por não mover todas as casas a que tem direito;
  • As personagens só podem mover-se me linha reta. Podem mudar de direção (90º) durante a sua movimentação, quantas vezes desejarem desde que tenham pontos de movimento para executar;
  • Não se pode entrar nem passar por cima da casa do tabuleiro que tem uma vela (no centro do tabuleiro);
  • Pode passar-se por cima das casas de toalha (no centro do tabuleiro), mas não se pode parar nessas casas;
  • Não pode existir mais que um disco por casa no tabuleiro;
  • É proibido passar por cima de discos (do adversário e/ou próprios).

21731349_10155813520015555_8575718020974571522_n

→ Variantes: o objetivo e as movimentações são as mesmas da regra geral )

  • Para iniciantes: Joga-se sem personagens especiais.
  • Para fãs da dificuldade: Joga-se com todas as personagens especiais.
  • Para fãs da sorte: A escolha das 4 personagens é feita de forma aleatória.
  • Para fãs das tomadas de decisão: Colocam-se os personagens com a face genérica voltada para cima, em seguida viram-se dois discos e os jogadores escolhem qual a personagem que pretende usar a personagem especial. Repete-se este procedimento 4 vezes até se encontrarem os 4 discos de personagens especiais.
  • Para fanáticos das tomadas de decisão: O primeiro jogador escolhe 1 personagem especial; o segundo jogador escolhe 2 personagens especiais; em seguida, o primeiro jogador escolhe 2 personagens especiais; a seguir é novamente o segundo jogador a escolher 2 personagens especiais e por fim o primeiro jogador escolhe mais 1 personagem principal.
    A escolha das personagens nunca pode ser de uma personagem igual a uma já escolhida pelo adversário.

→ Habilidades das personagens especiais:

HabilidadesPersonagens.png

⇒ Fim do jogo

Assim que um dos jogadores consiga colocar os seus 8 discos no lado oposto à sua saída, ganha o jogo. Se for o jogador inicial a fazê-lo primeiro, o segundo jogador terá ainda um turno para jogar, podendo assim empatar a partida!

Avaliação:

Adiós Calavera! é um jogo para dois jogadores. É essencialmente um jogo abstrato que vem numa caixa do mesmo formato de jogos como o Targi ou Limes por exemplo.

Os componentes são de boa qualidade, com discos em madeira de tamanho grande e stickers para colar nos dois lados dos 16 discos! Aproveito para deixar já uma dica sobre a operação de colagem dos stickers (pois não vem explicada nas regras!): cada cor tem que levar de um lado uma personagem e do outro lado leva a personagem genérica, por exemplo, se num lado colarem a JESUS (disco preto), na outra face têm de colar um sticker com o desenho de uma caveira; se for o JOSÉ (disco branco), na outra face têm de colar um sticker com o desenho de uma flor!

As regras são extremamente simples e por isso facilmente se explica em 2 ou 3 minutos. É um bom jogo para encontros, pois exige pouquíssimo tempo de explicação e as pessoas começam a jogar num instante (ainda por cima com as habilidades dos personagens traduzidas para português 😉 ). É por isso mesmo um ótimo recurso para quem organiza eventos, que valoriza jogos rápidos de explicar e sem grande necessidade de acompanhamento.

A sua duração é relativamente curta, embora para se jogar bem, tendo a verdadeira noção daquilo que se está a fazer, tomando decisões consequentes, seja necessário bem mais que uma dezena de partidas. As diferentes habilidades dos jogadores abrem uma grande paleta de combinações no momento de escolher as quatro personagens especiais.

Curioso que este jogo me trouxe à memória um outro que também gostei muito de jogar, e que, à semelhança deste, também é um jogo para dois jogadores – Aquatika. Na altura referia na review àquele, que o tema servia apenas para o embelezar. Em relação a este título comungo da mesma opinião, com a diferença de achar o tema de Adiós calavera! menos consensual. No resto, têm dimensões estratégicas diferentes, havendo muito mais para aprender no jogo de Martin Schleger do que no de Alexandre Droit.

Das partidas jogadas fiquei com a impressão que a rápida é uma personagem muito poderosa, mas para ser sincero, não joguei assim tantas partidas que me permitam afirmar isto com absoluta certeza. Certo é que o jogo tem muito rejogabilidade, pois as combinações são muitas, já para não falar das diferentes variantes que elevam ainda mais essas possibilidades!

Para concluir resta-me dizer que gostei de jogar este Adiós Calavera!, gosto muito do Martin Schleger (Bangkok Klongs, Aqua Romana…) e este é seguramente um jogo que terá o seu público, a experiência de jogo é também muito interessante e é mais um bom jogo para ter na ludoteca nos encontros mensais. Para casais que gostam de desafios a dois é também uma interessante proposta, bem como para jogar com um público juvenil. Enfim, acho que devem experimentar!

Ligações:

Site da Mückle Spiele → AQUI

Ficha BGG → AQUI

Vídeo (open the box)  AQUI

Resumo em português  AQUI

Comprar:

Spiele Material  AQUI

Blog de Origem: JogoEu
Link: http://ift.tt/2he0IIO
Autor: abruk

Anúncios

Princes of Florence

No início do século XVI, os jogadores são membros de famílias proeminentes da Itália e buscam artistas e estudiosos para aumentarem o seu prestígios e fazerem da sua família a mais importante.

Em Princes of Florence temo dois momentos distintos, num primeiro momentos são leiloados itens que serão utilizados na segunda parte da segunda fase dos sete turnos que compõe uma partida.

Nessa primeira fase são leiloados três prédios comuns (lagos, jardins e parques), cartas de arrendamento e de prestígio, peças de construtor e de bobos da corte.

Muitos elementos vão entrando durante o jogo.

Esse primeiro leilão é importante PRA CARAMBA, e é um dos mais punitivos dentre os euros “old-school”, pois se você gasta muito pra pegar alguma coisa, ou não consegue pegar o que quer seguidamente, as chances de você ficar micado no jogo são bem grandes.

Na segunda fase, os jogadores se alternam em fazer duas dentre várias ações disponíveis, ações essas como construção de prédios, comprar liberdades e cartas bônus e o principal, fazer uma obra de arte.

O que faz o jogo rodar, é tentar em cada um dos sete turnos fazer essas obras, porquê a quando você faz uma delas ganha a quantidade de pré-requisitos para aquela obra x100, e esse valor você recebe em dinheiro e também pode transformá-los em pontos.

Na nossa área de jogo vamos colocando as construções.

O lance é que a cada turno, o pré-requisito para as obras vai aumentando, e ficando cada vez mais difícil, por isso um bom planejamento em relação a quais obras você vai fazer e quais elementos você vai ter no seu principado para ajudar na confecção dessas obras é super importante.

No final dos sete turnos os jogadores abrem as cartas de prestígio que foram adquiridas nos leilões e se cumprirem seus requisitos somam os pontos a trilha e o jogador com a maior pontuação é o vencedor.

Princes of Florence foi lançado em 2000 pela Alea como a quarta caixa da coleção Big Boxes pelos grandes Wolfgang Kramer e Richard Ulrich (mesma duple do El Grande) e é um daqueles jogos super punitivos, mas que uma vez dominado torna-se um dos grandes novos clássicos dos jogos de tabuleiro modernos.

É super importante pensar como construir para
conseguir mais descontos nas obras de arte.

Blog de Origem: E aí, tem jogo? – A sua página sobre jogos de tabuleiro moderno.
Link: http://ift.tt/2xM3ZcR
Autor: Carlos “Cacá”

Abelhas e Aranha – Versão Caseira !

Abelhas e Aranha – Versão Caseira !

Nossas Versões Caseiras são confeccionadas artesanalmente para uso pessoal somente, sendo proibida qualquer tipo de venda !

Este Jogo é mais uma adaptação do Geiblein, versteck dich!”, que tanto citamos aqui no Blog e que podemos considerar um dos Jogos que mais jogamos por aqui.

http://ift.tt/2a4aV9Z

“Geiblein, versteck dich!”, embora desconhecido da maioria dos jogadores, possui componentes mínimos e sua adaptação para qualquer outro Tema é muito fácil.


Corte da impressão feita em Folha Adesivada !

Temos por aqui Formigas e Tamanduá, que foi a primeira adaptação que fizemos e tambémDengue, que já foi postado aqui no Blog:

http://ift.tt/2aOPgPY

Hoje estamos apresentando nossa Versão Caseira com o tema Abelhas e Aranha, sendo que utilizamos desenhos de Abelhas impressas em folha adesivada, colocado Contact, cortados e colados em Botões de Camisa.

Para as Colmeias, utilizamos Potes de Requeijão e também fizemos da mesma forma que as Abelhas, com folha adesivada e Contact.
Abelhas e Aranha – Componentes !
Já o Dado D6, utilizamos Origami Modular, com desenho nas faces utilizando mesmo método de impressão. Abaixo, colocamos uma sequência da montagem do Dado, feito com a Técnica do Origami Modular.

Estas Versões Caseiras deste Jogo são interessantes pois dá pra fazer adaptações muito legais, principalmente utilizando 1 Predador e 30 Presas ou qualquer outro tema que possa sempre ser colocado esta proporção.
Na Versão Dengue, já apresentada aqui no Blog, utilizamos 1 Mosquito e 30 Focos de Dengue, sendo que ao invés de Tampinhas, simbolizando Formigueiro (Formigas e Tamanduá) e Colmeias (Abelhas e Aranha), resolvemos fazer Casinhas, colocando os Focos do Mosquito dentro delas.
Colando impressão de Abelhas em Botões de Camisa !
Joguinho altamente recomendado, principalmente para aqueles que tem crianças em casa ou aqueles que trabalham com crianças/alunos, já que as Regras são fáceis e a montagem do Jogo mais fácil ainda, pois é possível fazer o Jogo com apenas 1 Dado D6, 6 Tampinhas, 30 Pedrinhas e 1 Semente.
Abelhas e Aranha – Componentes !
Taí mais uma dica !

Blog de Origem: Clube do Tabuleiro de Campinas
Link: http://ift.tt/2xgYiSV
Autor: Wagner