Velharia, Jaipur.

Esse é um daqueles jogos muito tranquilos, para apenas dois jogadores, no papel de negociantes de mercadorias como sedas, ouro, rubis, couro entre outros….ahhh sim dromedários também. Obra de Sebastien Pauchon, indicado para jogadores a partir dos 12 anos (exagerou), jogado em 30 minutos numa melhor de três partidas.

Jogo de cartas, além delas os componentes são um grupo de marcadores, conforme cada tipo de mercadoria, variando com mais peças para as mercadorias mais comuns de menor valor, para menos peças como rubis e ouro, cujo valor é maior. Cada pilha é separada por tipo e valor quando for o caso, além de peças bônus por fazer trocas de mercadorias, misture bem.

Na sua vez embaralhe as cartas, separe inicialmente 3 dromedários para compor o set inicial de mercadorias no mercado (cartas abertas no centro da mesa), cada jogador recebe então 5 cartas e duas mais, são abertas ao lado dos dromedários no mercado central.

Jogar é comprar carta do mercado ou vende mercadoria para o mercado (banca), em troca dos marcadores descritos anteriormente. Ao vender 3, 4 ou 5 mercadorias, recebe um dos bônus equivalentes, em cujo verso, ocorre pontuação extra e variada.

Se houver dromedários no mercado, é obrigado a levar todos para sua mão, aliais abertos na mesa a sua frente. Estes bechenos, tem lá sua função e ao comprar,  podem ser trocados por mercadorias no mercado. Ao final do mão, o jogador com mais cartas de dromedários, recebe um bônus extra.

Basicamente é isso, compra carta, vende carta, e a sacanagem fica por conta de empurrar dromedários para o mercado, notar que mesmo assim conta na pontuação final.

O jogador que ganhar duas mãos seguidas vence, ou então a melhor de três partidas.

Jaipur, jogo de 2009, é tranquilo, rápido, fácil de aprender, bom para jogar nos finais de noite, ou enquanto alguns esperam outros alguns, que não chegaram ainda para a jogatina.

Fica a dica para quem não conhece. Antes que esqueça, velharia!….figura de linguagem , bom jogo.

Abraço!

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Autor: Hermes

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Dice Forge

Vocês já devem ter ouvido falar em dice building, alguns bons exemplos são o Marvel Dice Masters e o Quarriors!, mas eles vão precisar de outra descrição depois de Dice Forge, esse sim é um dice BUILDING!

Em Dice Forge cada jogador começa com 2 dados com as mesmas faces, e precisa durante uma quantidade de rodadas (definidas pela quantidade de jogadores) fazer pontos, e para ajudar nesse processo você pode comprar cartas ou comprar faces para seus dados e melhora-los.

Área de cada jogador, dados, cartas e marcadores!

As rodadas são extremamente simples, os jogadores todos rolam seus dados e ajustam seus marcadores de ouro, sol, lua e pontos, dependendo do que saiam nos dados, aí o jogador da vez faz as suas ações.

São duas ações possíveis, a primeira fazer uma oferenda aos deuses. Essa é a ação que faz do Dice Forge um jogo único.

Nessa ação o jogador gasta ouro para comprar uma ou mais novas faces para o seus dados, podendo assim ir otimizando resultados fazendo upgrades de cada uma das 12 faces iniciais.

 
Aqui você pode comprar novas faces para os seus dados.

A segunda ação é fazer um ato heroico. Nessa ação vamos até o display de cartas, onde temos disponíveis 15 cartas que vão ajudar aos jogadores a fazerem pontos, a terem melhor desempenho na hora da obtenção de recursos pelos dados, entre outras coisas.

Para isso você vai com o seu peão até o lugar escolhido, paga os recursos e pega a cartinha em questão. Essas cartas tem quantidades limitadas, então é legal você se planejar para pegar as melhores para não dar chance aos seus adversários.

E simples assim, você tira uma e coloca outra.

E o jogo é isso, no final das rodadas definidas os jogadores somam os pontos que ganharam durante a partida aos pontos de cartas, e quem tiver mais pontos é o vencedor.

Dice Forge é daqueles jogos que agradam muito, regras simples, alguma interação entre os jogadores, arte muito bonita, produção caprichadíssima, sem necessidade de ler os textos (tudo bem iconizado), é o típico jogo que faria sucesso no mercado nacional, agora é só esperar alguém trazer.

As cartinhas que te ajudam a pontuar, tudo lindão!

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Autor: Carlos “Cacá”

Bandeja board game do McDonald’s

Para divulgar a McDonald’s 5k, a maior corrida feminina da América Latina, a marca do palhaço Ronald disponibilizou um papel de bandeja que é um board game de race to the end.

Há duas maneiras de jogar. A primeira é analógica usando uma batatinha pra girar uma roda (que simula um dado) seguindo os eventos do tabuleiro. A segunda maneira é usando o Facebook bot respondendo quizzes para caminhar na trilha. É uma integração bem legal de plataforma mobile com game e ação de ponto de venda; os jogadores colocam seus nomes e o bot vai conduzindo cada uma das jogadas. Clica na imagem a seguir para ver a brincadeira ampliada:

A criação é da agência DPZ&T e eu fui contratado – junto com meu amigo Paulo Jimenez – para desenvolver a parte de game design/mecânica.

Portfolio lúdico crescendo com esse freela bem diferente. Bem legal ver empresas que estão apostando em linguagens do entretenimento para suas ações de comunicação e marketing.

#GoGamers

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Autor: VINCE VADER

Twilight Imperium 4th Ed.

Um fim-de-semana com a pessoa que você ama, assistir a trilogia do Senhor dos Anéis estendida, ler o seu livro preferido de novo, acompanhar seu time do coração ser Campeão do Mundo e uma partida de Twilight Imperium são experiências que você tem que ter na vida.

Eu sou fã do jogo desde que joguei a primeira versão e depois com a terceira ele virou uma das experiências lúdicas mais completas desde que eu voltei aos jogos de tabuleiro, o único problema, é que cada partida demorava em média de 6 a 8h, o que afasta um pouco (pelo menos a mim) de jogá-lo tantas vezes quanto eu gostaria.

Então quando a Fantasy Flight anunciou no mês passado a quarta edição falando que o jogo tinha ficado mais enxuto, bem, é claro que eu fiquei super animado, não só por ter um dos melhores jogos de todos com uma roupagem nova, mas com a possibilidade de conseguir jogá-lo em menos tempo, e ontem rolou a primeira partida e eu vou falar um pouco dessa experiência pra vocês.

Começando o jogo, no seu home-system.

Twilight Imperium é um jogo-evento, onde cada jogador comanda uma raça que tenta se expandir pelo universo, e para isso precisa colonizar novos planetas, arrumar encrenca ou fazer política com as outras raças, avança seu conhecimento com novas tecnologias, enfim, um 4X com todos os seus elementos.

O jogo funciona inicialmente em três fases distintas, a Status Phase, onde os jogadores vão escolher os papeis que usarão, a Action Phase, onde efetivamente fazemos as ações do jogo e a Status Phase onde verificamos se cumprimos algum dos objetivos, ganhamos cartas de ação e outras coisas.

Um dos grandes baratos do Twilight Imperium são essas cartas, são 8 Strategy Cards que você usa para as mais diversas ações dentro do jogo : Ganhar novos tokens de comando, evitar que algum sistema seu seja invadido, escolher as agendas políticas, fazer construção de novas Space Docks e PDS, produzir bens de troca, conseguir maior maleabilidade com tokens, fazer novas tecnologias e ganhar ponto durante Action Phase.

Muitas cartinhas, muitas figura, muito amor!

Essas cartas são a alma do jogo, e assim como no clássico Puerto Rico, além da ação principal, permitem que os outros jogadores façam ações secundárias que lhes darão benefícios também, e para isso uma boa distribuição entre os tokens de comando (que você usa para ativar sistemas, quantificar sua frota e para usar as secundárias) é muito importante.

Outras ações mais “simples” são feitas sem as cartas. Movimentação, invasões, produção entre outras, também são feitas durante a Action Phase e fazem com que o jogo aconteça, que as porradas apareçam e que planetas sejam conquistados.

Uma adição bacana da quarta edição foi a inclusão de uma quarta fase à partir do momento em que o planeta centra (Mecatol Hex) seja dominado por alguém, essa é a Agenda Phase, e coloca uma fase política ao jogo que torna bem importante ter planetas que te forneçam influência para poder participar ativamente e não ficar prejudicado em alguma das duas votações que sempre acontecem.

Um mapa para 3 jogadores, partida de pouco mais de 4h.

O jogo vai evoluindo dessa forma até que um dos jogadores faça 10 pontos ou até que não se consiga abrir mais nenhum objetivo público e aí o jogador com mais pontos ganha.

As diferenças da 3ª edição para a 4ª fizeram com que o Twilight Imperium ficasse mais fluido, com algumas coisas bem sutis e outras mais contundentes, mas que mostraram que em mais de 10 anos entre uma versão e outra praticamente todas as arestas que tinha para ser cortadas, fossem cortadas.

O jogo melhorou em tempo, produção, beleza e jogabilidade, e hoje é sem dúvida o 4X definitivo para você ter na sua coleção.

As vezes, a porrada é sangrenta!

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Autor: Carlos “Cacá”

Dead of Winter

O apocalipse zumbi está rolando, o inverno chegou e você faz parte de uma colônia de sobreviventes tentando sobreviver e completar objetivos comuns, mas situações extremas fazem com que as pessoas as vezes olhem para o próprio umbigo e esqueçam dos outros.

Com essa premissa, Dead of Winter, lançado no Brasil pela Galápagos Jogos, é um jogo cooperativo onde todos jogam com um objetivo comum e um objetivo pessoal, só que ele também traz a figura do traidor, que pode ou não aparecer, mas deixa o jogo tenso por não sabermos se ele existe.

As regras são simples, no início do jogo cada jogador vai receber uma quantidade de sobreviventes (que vão dar dados de ação), separamos o cenário que vamos enfrentar e quantas turnos teremos para cumprir o objetivo comum à colônia, depois disso cada turno se alterna entre a fase dos jogadores e a fase da colônia.

Na colônia várias informações : crise, lixo, objetivo, etc.

Na fase dos jogadores são reveladas cartas de crise, que são geralmente situações ruins que precisamos resolver para não perdemos moral (quando a moral da colônia chega a zero, todos perdem), depois todos os jogadores rolam seus dados e realizam as ações disponíveis.

Essas ações, podem ser atacar os zumbis (ou sobreviventes), fazer barricadas, limpar o lixo (cada carta usada vai pro lixo, se chegar a uma quantidade grande de lixo a moral cai), jogar cartas, usar habilidade dos sobreviventes, votar para exilar um sobrevivente, doar cartas para resolver a crise entre outras.

O Dead of Winter tem tabuleiros separados para cada localidade (com cartas especiais para cada uma delas) e o tabuleiro da colônia, e em cada localidade você pode encontrar coisas determinadas, então é sempre legal pensar bem para onde enviar seus sobreviventes de acordo com os itens que você precisa conseguir.

Nas localidades tentamos coletar itens importantes
e sobreviver aos ataques zumbis.

Além da crise, dos objetivos, dos zumbis, e do traidor, ainda temos as cartas de encruzilhada, essas cartas vão sendo abertas pelos jogadores e só são ativadas quando algum gatilho seja disparado, aí antes de continuar o jogo essa carta deve ser resolvida.

Depois de terminada a fase dos jogadores, vem a fase da colônia, onde precisamos alimentar os sobreviventes, verificamos se tem lixo demais, resolvemos (ou não) a crise, chegam zumbis, vemos se o objetivo principal foi resolvido e andamos com o marcador de turno.

Na área dos jogadores, a cartinha referente a cada
sobrevivente e os dados de ação.

O jogo segue até que a moral ou o marcador de rodadas chegue a zero (onde todos perdem) ou quando a colônia consegue realizar o objetivo principal, aí os jogadores que conseguiram completar seus objetivos pessoais ganham, caso contrário, mesmo que o objetivo geral seja atingido, aquele(s) jogador(es) perde(m).

Eu demorei muito para conhecer o Dead of Winter, mas agora ele entrou na lista de grandes jogos com tema de terror (possivelmente me fazendo mexer no Top3), ele é bem imersivo, tenso, e mesmo na versão onde sabemos que não tem traidor, temos que ficar cuidando da colônia para não diminuir a moral, tudo muito sinistro, fazendo com que ele seja um daqueles jogos que valem a experiência.

Eu achei a opção dos personagens cartonados mais
legal do que se fossem miniaturas, ponto pro jogo!

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Autor: Carlos “Cacá”

Adiós Calavera!

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Sinopse:

Os jogadores representam a vida ou a morte que procuram o seu oposto (morte / vida), para o conseguir poderão usar os poderes especiais dos seus personagens e assim “fugir” as regras gerais de movimentação dos peões. Quem conseguir alcançar o lado oposto do tabuleiro com todos os seus peões em primeiro lugar, ganha o jogo!

Como se joga:

⇒ Setup

No centro coloca-se o tabuleiro (qualquer face do tabuleiro pode ser usada).

Cada jogador escolhe os 8 discos de uma cor (branco ou preto) e coloca-os nas 8 casas de partida do tabuleiro. Dos 8 discos apenas 4 podem ser colocados com a face de personagem especial voltada para cima, os outros 4 colocam-se com a face genérica voltada para cima. [poderes das personagens explicada mais adiante]

⇒ Desenvolvimento

O jogador inicial será o que esteve no México mais recentemente ou o que esteve mais próximo do México mais recentemente. Joga-se à vez, por turnos, e em cada turno os jogadores irão movimentar um dos seus discos. Se for uma personagem normal (genérica), obedece às seguintes regras gerais de movimentação:

  • Uma personagem move-se tantas casas quantos os discos que estiverem em linha reta  (horizontal ou verticalmente) em relação a si. Contam-se os discos adversários e os discos próprios, inclusive o disco que se pretende movimentar. O jogador pode optar por não mover todas as casas a que tem direito;
  • As personagens só podem mover-se me linha reta. Podem mudar de direção (90º) durante a sua movimentação, quantas vezes desejarem desde que tenham pontos de movimento para executar;
  • Não se pode entrar nem passar por cima da casa do tabuleiro que tem uma vela (no centro do tabuleiro);
  • Pode passar-se por cima das casas de toalha (no centro do tabuleiro), mas não se pode parar nessas casas;
  • Não pode existir mais que um disco por casa no tabuleiro;
  • É proibido passar por cima de discos (do adversário e/ou próprios).

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→ Variantes: o objetivo e as movimentações são as mesmas da regra geral )

  • Para iniciantes: Joga-se sem personagens especiais.
  • Para fãs da dificuldade: Joga-se com todas as personagens especiais.
  • Para fãs da sorte: A escolha das 4 personagens é feita de forma aleatória.
  • Para fãs das tomadas de decisão: Colocam-se os personagens com a face genérica voltada para cima, em seguida viram-se dois discos e os jogadores escolhem qual a personagem que pretende usar a personagem especial. Repete-se este procedimento 4 vezes até se encontrarem os 4 discos de personagens especiais.
  • Para fanáticos das tomadas de decisão: O primeiro jogador escolhe 1 personagem especial; o segundo jogador escolhe 2 personagens especiais; em seguida, o primeiro jogador escolhe 2 personagens especiais; a seguir é novamente o segundo jogador a escolher 2 personagens especiais e por fim o primeiro jogador escolhe mais 1 personagem principal.
    A escolha das personagens nunca pode ser de uma personagem igual a uma já escolhida pelo adversário.

→ Habilidades das personagens especiais:

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⇒ Fim do jogo

Assim que um dos jogadores consiga colocar os seus 8 discos no lado oposto à sua saída, ganha o jogo. Se for o jogador inicial a fazê-lo primeiro, o segundo jogador terá ainda um turno para jogar, podendo assim empatar a partida!

Avaliação:

Adiós Calavera! é um jogo para dois jogadores. É essencialmente um jogo abstrato que vem numa caixa do mesmo formato de jogos como o Targi ou Limes por exemplo.

Os componentes são de boa qualidade, com discos em madeira de tamanho grande e stickers para colar nos dois lados dos 16 discos! Aproveito para deixar já uma dica sobre a operação de colagem dos stickers (pois não vem explicada nas regras!): cada cor tem que levar de um lado uma personagem e do outro lado leva a personagem genérica, por exemplo, se num lado colarem a JESUS (disco preto), na outra face têm de colar um sticker com o desenho de uma caveira; se for o JOSÉ (disco branco), na outra face têm de colar um sticker com o desenho de uma flor!

As regras são extremamente simples e por isso facilmente se explica em 2 ou 3 minutos. É um bom jogo para encontros, pois exige pouquíssimo tempo de explicação e as pessoas começam a jogar num instante (ainda por cima com as habilidades dos personagens traduzidas para português 😉 ). É por isso mesmo um ótimo recurso para quem organiza eventos, que valoriza jogos rápidos de explicar e sem grande necessidade de acompanhamento.

A sua duração é relativamente curta, embora para se jogar bem, tendo a verdadeira noção daquilo que se está a fazer, tomando decisões consequentes, seja necessário bem mais que uma dezena de partidas. As diferentes habilidades dos jogadores abrem uma grande paleta de combinações no momento de escolher as quatro personagens especiais.

Curioso que este jogo me trouxe à memória um outro que também gostei muito de jogar, e que, à semelhança deste, também é um jogo para dois jogadores – Aquatika. Na altura referia na review àquele, que o tema servia apenas para o embelezar. Em relação a este título comungo da mesma opinião, com a diferença de achar o tema de Adiós calavera! menos consensual. No resto, têm dimensões estratégicas diferentes, havendo muito mais para aprender no jogo de Martin Schleger do que no de Alexandre Droit.

Das partidas jogadas fiquei com a impressão que a rápida é uma personagem muito poderosa, mas para ser sincero, não joguei assim tantas partidas que me permitam afirmar isto com absoluta certeza. Certo é que o jogo tem muito rejogabilidade, pois as combinações são muitas, já para não falar das diferentes variantes que elevam ainda mais essas possibilidades!

Para concluir resta-me dizer que gostei de jogar este Adiós Calavera!, gosto muito do Martin Schleger (Bangkok Klongs, Aqua Romana…) e este é seguramente um jogo que terá o seu público, a experiência de jogo é também muito interessante e é mais um bom jogo para ter na ludoteca nos encontros mensais. Para casais que gostam de desafios a dois é também uma interessante proposta, bem como para jogar com um público juvenil. Enfim, acho que devem experimentar!

Ligações:

Site da Mückle Spiele → AQUI

Ficha BGG → AQUI

Vídeo (open the box)  AQUI

Resumo em português  AQUI

Comprar:

Spiele Material  AQUI

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Autor: abruk