Abrindo a caixa : Lisboa

Recebi a minha cópia do Lisboa, que a Mandala trouxe para o Brasil, e frente a polêmica toda em relação a produção, achei justo fazer uma postagem tentando mostrar tudo que vem dentro da caixa do jogo para você se decidir se vale a pena investir no jogo.

Ao receber a caixa você percebe logo de cara porquê o jogo está com um preço acima da média, são uns 3kg (ou mais) de cartolina e pecinhas de madeira, numa caixa enorme, muito bem acabada com verniz localizado e uma arte linda demais.

Logo a primeira impressão ao abrir é uma das melhores possíveis, o insert é muito legal e funcional, as folhas de punch vem todas lacradas e tudo fica super bem arrumadinho na caixa.

 Insert lindão com tampinha e tudo.

Outra coisa que chama atenção logo de cara, mas isso é uma observação em relação ao jogo, não a produção, são os player-aids que são livretos de 8 páginas!!!

Ao desembalas os punchs a primeira impressão também é muito boa, os cortes estão perfeitos, e a gramatura deles é acima do habitual, e aí que começam os problemas gráficos do Lisboa.

O jogo foi todo impresso no Brasil, o que veio de fora foram apenas os componentes de madeira, e o grande problema é que não temos ainda materiais com a espessura igual ao que foi produzido lá fora, então os punchs tiveram que ser empastados para chegarem na mesma grossura e isso fez que em alguns casos a cola não pegasse direito soltando partes do punch.

Os player boards ficam lá guardadinhos e são irados.

No meu caso, isso aconteceu em apenas uma das folhas, o resto do material veio perfeito com corte, alinhamento, cores e colagem.

Outra reclamação foi a questão das cartas com cores diferentes, e isso realmente acontece em algumas das cartas com fundo azul, onde há uma diferença de tonalidade principalmente nas cartas grandes, nas pequenas até existe mais é muito suave.

Mas voltando a pontuar o jogo positivamente, os tabuleiros individuais são lindos, com aquele espacinho maroto para as pecinhas não caírem, e nenhum dos meus veio empenado ou mal acabado.

 Mas a impressão podia ter ficado melhor.

Outra das reclamações recorrentes (da versão nacional) é a falta de um “terceiro andar” nos tabuleiros individuais. Bem, eu particularmente não vejo a necessidade, MAS uma vez prometido na campanha houve realmente uma falta de informação por parte da Mandala em não avisar que a versão brazuca só teriam dois andares, mas isso em nada interfere na jogabilidade ou na beleza do jogo.

No final das contas o Lisboa está lindo demais, os erros gráficos com certeza não deveriam acontecer, mas aconteceram, vão servir de aprendizado a Mandala, e ao me reportar ao SAC deles fui prontamente atendido e agora tenho um jogo em perfeito estado.

Acho que a Mandala conseguiu trazer um excelente jogo para o nosso mercado, com lançamento praticamente simultâneo as versões lá de fora, a lição que fica é somente em relação a produção gráfica e a comunicação junto aos clientes, mas no restante mais um grande lançamento no mercado.

Muito legal o board individual com o espacinho para as peças.
Um dos tabuleiros mais lindos da coleção!

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Autor: Carlos “Cacá”

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Roll for the Galaxy

Quando o Race for the Galaxy foi lançado em 2007, seu sucesso foi imediato, Tom Lehmann conseguiu colocar elementos muito interessantes em um card-game super inteligente e desafiador, mas pra mim com o lançamento do Dominion ele perdeu um pouco do seu brilho.

Acho que até por isso que o autor resolveu dar uma reinventada no seu projeto e criou, em 2014, o Roll for the Galaxy, para provar que ele tem um produto versátil e muito bom nas mãos.

A historinha por trás do jogo continua basicamente a mesma, os jogadores estão desbravando o universo desenvolvendo tecnologias, colonizando nos planetas, fazendo comércio entre mundos e por aí vai, só que dessa vez temos como principal elemento os dados.

No início, isso é praticamente tudo que você tem.

O jogo começa com cada jogador recebendo três dados de Origem (dados brancos básicos) direto no seu copinho e dois desses mesmos dados na área de cidadão do seu tabuleiro individual.

Além disso cada jogador recebe uma facção e um mundo de origem, além de colocar um desenvolvimento e um mundo novo na área de construção.

As rodadas funcionam da seguinte forma, os jogadores rolam no copinho os dados disponíveis e arrumam, atrás de um biombo, nas ações que desejam realizar.

Como no Race, cada jogador escolhe uma das ações, aloca os dados que deseja usar nela, mas também pode alocar dados em outras ações, esperando que algum outro jogador puxe uma ação diferente.

Conforme o jogo avança, você ganha novos
planetas e desenvolvimentos.

São cinco ações possíveis : Explorar, Desenvolver, Colonizar, Produzir e a fase de Nave onde em cada uma podemos ganhar dados, novas tecnologias, novos planetas e pontos.

Ao abrir o biombo, vemos quais dados serão usados, os que efetivamente fizeram alguma ação vão para a área de cidadãos do tabuleiro individual, e os qua não são usados voltam para o copinho.

Você pode estar achando que jogar dados torna tudo mais caótico e aleatório, mas não, o Tom Lehmann conseguiu trabalhar bem para mitigar a sorte, então você consegue planejar bem suas ações e se adaptar para conseguir fazer o que realmente quer, mesmo que não saia a face que você precisa.

E o seu pool de dados aumenta com dados
mais específicos para cada ação.

Uma coisa que me chamou atenção no Roll for the Galaxy em relação ao seu irmão de cartinhas é que apesar da iconografia ainda ser bem similar, ele parece ser mais intuitivo que seu antecessor e a jogabilidade mais fluida.

O jogo vai se desenvolvendo até que as fichas de ponto acabem ou se algum dos jogadores chegar a 12 tiles entre planetas e desenvolvimento, aí contam-se os pontos e quem tiver mais ganha.

Roll for the Galaxy tem o mesmo feeling, mas ele acaba brilhando mais pela jogabilidade, pelos componentes e como o amigo que jogou comigo disse bem, é o tipo de jogo que eu me vejo jogando partidas dele daqui a muitos anos.

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Autor: Carlos “Cacá”

TOP3 : Commands & Colors

Commands & Colors é um sistema criado pro Richard Borg em 2000 com o Battle Cry e que visava simplificar os wargames deixando mais fácil para os jogadores menos experientes.

Esse sistema se popularizou e hoje existem várias versões, com os mais diversos temas envolvidos, mas a mecânica principal se mantém basicamente a mesma, um mapa setorizado, tipos diferentes de unidades, cartas para realizar as ações e dados customizados para resolver os conflitos em vários cenários propostos em cada jogo.

Aqui no blog somos fãs do sistema, e vamos fazer um TOP3 diferente, analisando os jogos nos quesitos regras, componentes e tema, e vocês decidem em qual série investir.

Battle Cry : Foi a primeira versão sistema.

O Ancients é ambientado nas primeiras batalhas da história, pegando de 3000 AC até 400 DC, focado principalmente no Império Romano o bacana dele é a presença dos líderes, que dão uma dinâmica diferente ao jogo.

Além dos líderes, que fazem com que as unidades tenham certos benefícios durante os combates e a movimentação, temos as unidades montadas e os elefantes que saem atropelando os inimigos, e por só pela existência já fazem do Ancients um jogão!

O Ancients poderia ser fácil o melhor do sistema C&C, mas os componentes não ajudam, ao contrário da maioria dos jogos do autor, ele usa blocos de madeira com adesivos e além disso tem uma arte muito simplista, que deixa o jogo mais feio em comparação com os outros da série.

REGRAS : 1º / COMPONENTES : 3º / TEMA : 3º

Battlelore 1ª Ed. foi o segundo da série a ser lançado pela Days of Wonder, que vendeu os direitos para a Fantasy Flight, que acabou encerrando a série para lançar uma 2ª Edição que não fez tanto sucesso quanto seu antecessor.

No Battlelore temos como cenário lutas medievais, só que o grande lance aqui é a forte influência do mundo da Fantasia, neste jogo temos mágica, temos monstros, temos outras raças, enfim, um universo que muitos de nós somos fãs.

Contando com esse diferencial, regras muito bem acertadinhas e expansões bacanas que trazem criaturas novas, unidades diferentes (como os anões bardos) e DRAGÕES, o Battlelore poderia ser fácil, o melhor da lista, mas a visualização dele no mapa é um pouco mais confusa (todas as unidades tem a mesma cor o que diferencia são as bandeiras) e o excesso de detalhes transformam ele num jogo menos acessível, isso além do fato dele ter sido descontinuado.

REGRAS : 3º / COMPONENTES : 2º / TEMA : 2º 

Deixamos o melhor para o final, Memoir’44 é um daqueles jogos que você se apaixona a primeira partida, um dos grandes sucessos da Days of Wonder até hoje, ele é ambientado durante a Segunda Guerra Mundial e pra mim é o jogo definitivo da série Commands & Colors.

Apesar de ter desvirtuado um pouco do sistema, usando níveis de unidades e não cores, o Memoir’44 faz melhor o que o Richard Borg propôs, transformar a experiência de um wargame em uma coisa fácil para qualquer público.

Memoir’44 : Ideal para todas as idades!

Só com o jogo base você já consegue brincar muito, mas a editora caprichou nas expansões que abrangem praticamente todos os cenários da guerra, e caprichando na caracterização das nações envolvidas.

O único defeito do Memoir’44 é ainda não ter chegado ao mercado brasileiro, tenho certeza que a hora em que for lançado por aqui vai ser um sucesso instantâneo.

REGRAS : 2º / COMPONENTES : 1º / TEMA : 1º

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Autor: Carlos “Cacá”

Campanha Imperial Assault – 5ª Sessão

Os Rebeldes continuam em busca de maiores informações sobre a arma secreta do General Weiss, e com isso Han Solo tem feito suas pesquisas pela galáxia atrás de pistas, só que os líderes Rebeldes não recebem nenhuma informação da Falcon a algum tempo, e mandam o nosso grupo para o último ponto de contato realizado por Solo.

Nessa quinta missão, vamos atrás do Capitão Solo e para isso, além do nosso grupo, levamos seu melhor amigo Chewie para essa busca.

O mapa representa um cantina espacial que está APINHADA de agentes do Império. De todas as missões até agora, essa com certeza foi a que tivemos que lidar com mais figuras inimigas até agora.

Temos dois caminhos para percorrer até chegar a uma sala que está fechada, optamos por separar os grupos, mas com o tiroteio comendo solto, estava difícil chegar até ela por qualquer um dos caminhos.

 Chewie e Gaakhan abrindo caminho na porrada!

Como chegamos ao final de uma determinada rodada sem conseguirmos chegar até a porta, ela se abre com um estrondo, e de lá saem o Capitão Solo trocando tiros com um grupo de troopers, todos já devidamente feridos.

À partir desse momento ficamos sabendo que seremos bem sucedidos na missão, caso Solo consiga escapar da cantina pela porta por onde começamos a missão, então decidimos que faríamos de tudo para que isso acontecesse, mesmo que isso tirasse algum dos nossos personagens do jogo.

 Um panorama do mapa da missão.

Foi tenso, mas conseguimos nos organizar bem, contamos com um pouco de sorte achando um equipamento para reduzir os ferimentos do Han (que já estava a 4 pontos de morrer), mas com ações bem coordenadas ele conseguiu fugir, mesmo com um daqueles gatos/ratos (o Nexu) bloqueando a porta.

Essa foi a missão mais maneira até agora, muito tiroteio, ações bem pensadas e a certeza de que o Imperial Assault é um dos jogos mais legais com a assinatura Star Wars.

Mais uma vez, vitória Rebelde!
 

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Autor: Carlos “Cacá”

Beasts of Balance

Beasts of Balance é um jogo de destreza que une peças reais com pontuação e objetivos virtuais, um híbrido entre jogo de tabuleiro e jogo digital bem diferente e interessante.

O jogo é um cooperativo onde precisamos formar um ecossistema mas mantendo um balanço entre elas, pois se você colocar mais animais marinhos, os de terra começam a enfraquecer, mesma coisa com as aves.

Uma rodada do Beasts of Balance é bem simples, você pega uma das diversas peças do jogo, passa pelo scanner e coloca na plataforma, feito isso o app vai mostrar que a nova peça foi colocada e você ganha pontos por isso.

A parada é ir empilhando da melhor forma.

Para manter o balanço entre as criaturas os jogadores precisam diversificar, tentando alternar a colocação dos bichinhos, além disso, existem outras peças que fortalecem criaturas mais fracas e até mesmo cruzam elas, criando novas e interessantes criaturas (com o Octucano, mistura de tucano com polvo).

Outra coisa legal são peças que ao serem escaneadas conferem aos jogadores desafios que são feitos diretamente na plataforma que está rodando o aplicativo, desafios como clicar no sol que aparece, ou na lua cheia, conferem mais pontos aos jogadores.

A parte analógica do jogo segue a linha de jogos como Bausack, onde temos peças de formato bem diferentes e precisamos manter o equilíbrio entre elas para não desmoronar tudo e todos os jogadores perderem.

 O aplicativo mostra os hp’s das criaturas e a sua pontuação.

Agora, o Beasts of Balance não é só beleza, por conta da total dependência do aplicativo, você só vai conseguir jogá-lo tendo algum dispositivo que funcione o jogo por perto, outra coisa é que você não tem muito controle da pontuação, então você simplesmente acredita no que o app está te dizendo.

O jogo não tem um objetivo fixo, você vai jogando até que tudo desmorone (e o vulcão do app entre em erupção) e o aplicativo vai guardar sua pontuação para ser batida em uma próxima oportunidade.

Beasts of Balance tem uma produção deslumbrante, mas que infelizmente confere ao jogo um preço bem alto (você encontra ele á 100+ dólares) o que o torna um item difícil de ver nas mesas, mas que se vocês encontrarem por aí, vale a partida pois ele é bem divertido.

O problema é tentar manter tudo equilibrado.

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Autor: Carlos “Cacá”

Attika

Prestes a receber uma nova versão, com novo tema (agora chamará US Telegraph), em Attika os jogadores são culturas competindo pelo domínio da península grega e influência no Monte Olimpo, para isso cada jogador precisa unir seus dois templos no tabuleiro, ou ser o primeiro a construir seus 30 prédios.

Durante o setup, monta-se um tabuleiro modular que depende da quantidade de jogadores, cada jogador embaralha suas 30 construções e prepara em 4 pilhas de compra desses tiles e compra a peça do topo de cada um deles para colocar no seu player-board.

O jogo funciona em séries de turnos onde os jogadores tem as seguintes opções : Comprar 2 construções novas de umas das pilhas para colocar no seu player-board, ou construir 3 prédios no tabuleiro central.

O mapa fica bem maneiro com as construções.

Na hora de construir, você utiliza cartas somado aos recursos impressos no tabuleiro, além disso, no seu player-board, os prédios são divididos em categorias que tem uma ordem correta de construção, então ao construir o primeiro prédio de uma categoria, se você já tiver o seguinte no seu player-board, pode construí-lo gratuitamente mas o prédio obrigatoriamente tem que estar adjacente ao previamente construído.

Agora, para conseguir cartas o jogo é bem de “cobertor curto”, pois você só consegue comprá-las, se deixar de fazer determinadas ações, tipo, se você está fazendo a ação de construir, pode fazer uma construção e compra duas cartas com as ações restantes (normalmente quando você está apertado, usa a ação de construir para pegar 3 cartas).

 Cartinhas somadas aos recursos do tabuleiro para construir.

Outros detalhes importantes no Attika são as colônias, pois é considerada uma colônia seus prédios adjacentes, e a cada nova colônia no tabuleiro, você gasta cartas à mais na hora de fazer a primeira construção, o que é uma coisa bem custosa e pode retardar bem suas jogadas.

Além disso podemos expandir os terrenos toda vez que algum jogador terminar uma das quatro pilhas de compra. Nesse caso o jogador da vez pega um novo tile e o coloca no tabuleiro central.

Para finalizar, quando o jogador terminar de construir todos os prédios de um mesmo tipo, ele ganha uma ânfora, que serve para estender um pouco mais a ação do seu turno.

E no nosso player-board, os prédios antes de
serem construídos.

O Attika é um jogo de muito planejamento, bote e observação, saber a hora de ficar só comprando prédios para o seu tabuleiro, ou construir tudo de uma vez para juntar os templos é muito importante, além de ter ânforas para aquele “take that” que vai te fazer ganhar o jogo.

Ele é um daqueles exemplos de jogo que pouca gente que está começando vai ouvir falar, mas que merece atenção e agora com uma nova versão dele chegando, a gente espera que o mercado brazuca seja agraciado com um euro classudo e elegante.

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Autor: Carlos “Cacá”

Dwar7s : Winter

Depois de um Outono onde os anões fortificaram seus reinos chegou o Inverno, e agora eles precisam trabalhar juntos para sobreviver aos desastres dessa estação e ao incessante ataque de criaturas dispostas a destruir tudo que foi construído… mas além de se protegerem, os anões também competem para saber quem ajuda mais nessa empreitada.

Ambientado no mesmo universo do Dwar7s : Outono, Dwar7s : Winter está fazendo sucesso no kickstarter lá fora e tivemos a oportunidade de jogá-lo, via Tabletopia, com o grande Luis Brueh, que assina o design do jogo e a arte.

Diferente da “estação” anterior, no Dwar7s : Winter, os jogadores precisam durar 7 rodadas sofrendo constantes ataques e desastres que não podem ficar se acumulando ou todos perdem.

 Pelo Tabletopia a mesa fica cheia de informação.

Em cada rodada temos quatro fases distintas, na primeira temos as desgraças aparecendo, primeiro os monstros que estão no tabuleiro se movem, depois um novo monstro aparece e por fim abrimos mais um desastre que precisa ser contornado.

Depois temos a fase de preparação, onde escolhemos sete cartas para serem usadas naquele turno.

Todos os jogadores começam com as mesmas, mas conforme o jogo avança podemos comprar novas cartas e trabalhar melhor com as possibilidades.

As miniaturas que virão na produção final.

Na fase 3, os jogadores finalmente agem contra as ameaças. Nessa fase os jogadores tem 5 pontos de ação para gastar podendo colocar anões no tabuleiro, movê-los, comprar cartas de herói (para serem usadas em rodadas posteriores) e tocar uma música.

Esse pra mim é o grande diferencial do jogo, todas as cartas tem habilidades, e elas só serão ativadas caso os jogadores toquem seus instrumentos, então você tem um espaço no tabuleiro com quatro instrumentos distintos, o jogador escolhe um deles, e à partir do jogador ativo TODOS resolvem as cartas daquele instrumento.

E fazer com que as cartas rodem é muito importante, pois é a forma que você tem para conseguir materiais e mover seus anões sem gastar pontos de ação, coisas que são extremamente importantes para conseguirmos vencer os desafios do tabuleiro.

 As cartas são importantíssimas para conseguirmos ter êxito.

O jogo avança rodada por rodada, sempre checando se existe algum monstro ativo no Castelo ou se o número de desastres é igual ao número de jogadores +2 (nesses caso todos perdem), se conseguirmos chegar ao final da sétima rodada vivos, os jogadores contam seus pontos conseguidos durante a partida e quem tiver a pontuação maior vence.

Dwar7s : Winter ainda está em campanha, mas promete ter a produção mais caprichada entre todos do Luis, com miniaturas que seguem a linda arte do jogo, e dos três que eu já joguei do autor foi o que eu gostei mais e está disponível no Tabletopia para ser jogado.

Conforme as desgraças vão entrando, mas a coisa fica feia.

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Autor: Carlos “Cacá”