Artifacts Inc.

Em Artefacts Inc. somos donos de uma empresa especializada na obtenção de artefatos exóticos para abastecer a demanda dos museus.

O jogo é um dice game light bastante gostosinho de jogar. Na sua rodada você rola os dadinhos que representam seus exploradores e vai alocando eles nas cartas disponíveis na sua área de jogo, ou na área comum, que pode ter render novas cartas, dados ou artefatos que pontuarão no final do jogo.

Área comum, onde pegamos novas cartas e artefatos.

Uma jogada que eu achei legal no Artifacts Inc. é que as cartas que você recebe vem no modo básico, e conforme o jogo se desenvolve você pode pagar dobrões para que ela fique melhor e melhore sua ação, não é uma ideia de todo original, mas funciona legal no jogo.

O jogo segue na alternância entre os jogadores, até que primeiro deles atinja 20 pontos de reputação, aí o jogo fecha a rodada e quem tiver a maior reputação é o vencedor.

Artifacts Inc. é um joguinho que roda bem, tem boa jogabilidade e tempo de partida ideal pro tamanho do jogo, não daqueles que você precisa ter, mas vale conhecer, e mostra que o Ryan Laukat (mesmo autor do Império em 8 Minutos e Above and Below) consegue desenvolver trabalhar legal com jogos leves/médios.

Na nossa área, as cartas que nos darão reputação.

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Autor: Carlos “Cacá”

TOP 3 : Jogos de Terror!

Depois de jogar mais uma partida do Mansions of Madness resolvi reescrever meu TOP3 de Jogos de Terror para poder incluir esse jogão. Com a chegada dele o divertido Mall of Horror perde o terceiro lugar, mas fica a dica de um jogo de zumbis diferente (e que recebeu uma reedição chamada City of Horror).

O terceiro lugar fica para o mais antigo de todos, Betrayal é um jogo que quando foi lançado era super original onde os jogadores começam explorando juntos a casa e num momento de virada do jogo um dele se torna traidor e recebe um objetivo enquanto os outros lutam por suas vidas.

O jogo foi relançado em 2010 e teve uma expansão lançada em 2016 que eu estou doido para conseguir. Se você ainda não conhece, corre atrás que ele é diversão garantida.

Chegou conquistando corações e deixando os jogadores insanos (pegou a referência??), o Mansions of Madnesse une a diversão eletrônica, com os áudios sombrios e musiquinhas de fundo, ao lúdico do tabuleiro, fazendo com que você fique ligadão nos textos de apoio.

Somado a produção da Fantasy Flight e ao efeito “máquina de fazer dinheiro” deles que garante várias expansões, módulos e coisas do gênero, o Mansions é daquele jogo pra vida toda.

Falem o que quiserem, mas a família Zombicide é o jogo definitivo para quem curte terror, zumbis e coisas do outro mundo, tem de tudo um pouco, heróis, abominações, dragões, helicópteros, catapultas, perseguições, zumbis rastejantes, cachorros zumbi, enfim, uma festa.

Já contando com três temporadas contemporâneas e indo pra segunda medieval, o número de referências a cultura pop é tanta que fica difícil de acompanhar, e por ter regras e jogabilidade simples, ele é uma porta de entrada para jogadores novos e uma diversão sem fim para os veteranos.

Acho que se você tem esses três na coleção, você é um cara de sorte e garantiu horas e mais horas de diversão sobrenatural para os seus amigos.

Eu que nem sou fã de jogos de terror!

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Autor: Carlos “Cacá”

Bärenpark

Em Bärenpark somos administradores de um parque só para ursos e tentamos ser mais vistosos que os outros parques pelo mundo, para isso temos que construir mais rápido as atrações para fazermos mais pontos.

A rodada é super simples, você tem uma peça grande com espaços em branco e outros com ícones, você pega tiles e coloca nesses espaços, cada vez que um desses tiles cai por cima de um ou mais ícones você pega novos tiles para o seu estoque pessoal.

Os tiles mais simples (e menores) não pontuam, já os mais complexos vão te dar pontos que vão diminuindo conforme os jogadores vão comprando de determinada pilha.

No tabuleiro central, os vários tiles para colocar no parque.

Legal na hora de colocar os tiles é tentar maximizar as ações, cobrindo mais ícones para tentar pegar tiles melhores e até para evitar que os outros parques peguem.

Ao cobrir o ícone dos construtores você pode crescer seu parque, o que é importante, pois o jogo só termina quando o primeiro jogador completar 4 tiles de parque.

Com isso cada jogador tem mais uma rodada, contam-se os pontos e quem tiver a pontuação maior tem o Parque de Urso mais bonito.

Você vai deixando seu parque lindo, até a inauguração.

Minha dica é para que vocês já joguem com os tiles de objetivos também, eles dão uma dinâmica bem bacana ao jogo, fazendo com que a estratégia ao colocar os tiles tenha que ser ainda mais bem planejada.

Bärenpark joga-se em menos de uma hora, mas é um jogo bem estratégico, com uma pegada puzzle que eu particularmente adoro, e apesar do tema colado com cuspe, é um jogo bastante gostoso e que merece uma vaguinha na sua prateleira de médios/light.

Ao final, um Parque de Ursos cheio de atrações.

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Com essa resenha vem “de brinde” o LEMBRADOR nº2, que é um PDF com um resumão ricamente ilustrado com fotos, para ajudar a lembrar as regras do jogo e facilitar na hora de explicar para os novos jogadores. Espero que gostem e qualquer correção, escrevam pra gente : promoeaitemjogo@bol.com.br

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Autor: Carlos “Cacá”

GEN CON 50

 Maior feira das Américas, chega a sua 50ª Edição.

Faltando pouco menos de um mês, a GEN CON está aí quase chegando a sua 50ª edição, e fica difícil acompanhar o que ela vai trazer, pois só no tópico do BGG já são mais de 300 jogos prometidos para a feira.

Para quem não sabe, a GEN CON é a maior feira de jogos de mesa das Américas, e a segunda maior do mundo (só perdendo para ESSEN), mas por ser nos Estados Unidos, acaba sendo a mais chamativa e por consequência atrai mais de 60 mil visitantes.

Como já disse, é difícil apontar poucos jogos que farão sucesso por lá, mas selecionei alguns que me deixaram curioso para mostrar aqui para vocês.

O Professor Easy and the Citadel of Time me chamou atenção pelo tema (o Prof. Evil tem uma máquina do tempo e sai roubando itens pela história e você precisa resgatá-los) e pela arte, tudo nele parece divertido e confesso que acabou me chamando atenção por motivos básicões, mas vai que o jogo ainda por cima é bom né?

Já o Bunny Kingdom tem alguns fatores que me chamaram a atenção, ser um jogo de controle de área e draft já teria me comprado, ter coelhinhos e castelinhos seria um plus, agora ter sido criação do grande Richard Garfield (King of Tokyo e Magic : The Gathering).

O jogo visualmente pareceu bem legal, e lendo um pouco sobre ele parece ser estratégico, com bastante interação e ficou no meu radar.

Outro que uniu tema/visual para me chamar atenção foi o Wasteland Express Delivery Service, dos mesmos autores do divertido Fleet, ele tem uma pegada meio Mad Max com tabuleiro modular, poderes variáveis, dados, enfim, tudo pra agradar!

Mas acho que a grande vedete da feira será a segunda temporada do Pandemic Legacy.

Grande sucesso quando foi lançando, ocupando o primeiro lugar em todos os rankings no Board Game Geek, o Pandemic Legacy Primeira Temporada deixou todos os que jogaram com aquele gostinho de quero mais.

Agora com a segunda temporada sendo lançada na GEN CON, ele tem novamente a chance de ser um sucesso absoluto e ofuscar a maioria dos outros lançamentos, acho que dessa vez eu não tenho como fugir do hype e apesar de não ser fã da franquia, até eu estou curioso.

E para finalizar, dois brasileiros também estarão representados na feira, o grande Sergio Halaban estará com a expansão Merry Man para o seu sucesso Sheriff of Nottinghan e o Luis Brueh apresentando o seu sucesso Covil : The Dark Overlord. Sucesso para os dois!

Claro que só saberemos depois da feira o que realmente chamou atenção, mas aí é papo para setembro.

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Autor: Carlos “Cacá”

Mansions of Madness – 2nd Ed.

A antiga mansão no topo da colina abriga mistérios além da nossa compreensão, mistérios que podem enlouquecer e destruir a humanidade, e os nossos investigadores precisam recolher pistas, solucionar códigos secretos e enfrentar criaturas de uma realidade fantástica na Mansions of Madness!

Lançado esse ano no Brasil pela Galápagos, o Mansions of Madness é uma edição turbinada do jogo lançado em 2011 e que faz parte da família Arkham.

Nossos heróis prestes a salvar o mundo!

Esse é um dungeon-crawler que tem como principal atrativo ter o overlord digital, que apresenta o cenário, guia os exploradores durante a partida, localiza os tokens dentro do tabuleiro e dá todo o clima do jogo.

Basicamente o jogo tem duas fases distintas, na primeira os jogadores se revezam realizando ações como atacar monstros, procurar por evidências e itens que ajudem no cenário, mover pela mansão entre outras coisas.

Ao final da fase dos jogadores o aplicativo joga, ativando monstros, fazendo com que os jogadores façam alguma checagem, e verificando o andamento do jogo.

O aplicativo funciona bem e foi muito bem planejado.

É nesse ponto que eu queria chegar. O aplicativo é muito bacana, ricamente ilustrado, e mesmo que a tradução não esteja 100%, está bastante clara, mas algumas coisas me incomodaram.

O fato de você não ter muito ideia do que você está fazendo na aventura ou se o jogo está terminando me incomodou um pouco, mas nada que estrague a experiência, só fica com o tempo de partida totalmente vago.

Outro ponto negativo dele é a base dos monstrinhos, achei caído o lance de ficar colocando as fichas e determinadas bases que ocupam muito espaço e tapam a arte dos tiles (que é linda).

Muitos elementos, como de costume nos jogos da Fantasy Flight.

Tirando esses dois pontos, o jogo é muito bacana, achei a imersão dele muito legal se você estiver na pilha de ler os textos e entrar no mundinho (como diz meu amigão Fabrício), e nisso o aplicativo ajuda um bocado com os sonzinhos e textos claros.

No final Mansions of Madness é mais um jogo que me agradou muito, quero jogar os outros cenários, e ele até agora é o mais legal dessa família insana!

E quando vem os monstros, a coisa fica tensa.
 
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Autor: Carlos “Cacá”

As Viagens de Marco Polo

Quando lancei meu TOP3 de Dice Placement, todos que leram ficaram chocados em saber que eu ainda não tinha jogado o Viagens de Marco Polo, jogo que saiu no Brasil pela Devir e tem como mecânica principal essa já citada. Tirando isso como falha lúdica, fui atrás dele.

Em Marco Polo recriamos o caminho percorrido pelo explorador que dá nome ao jogo, nas suas aventuras à caminho da China, passando pela Mesopotâmia e Jerusalém através da chamada “Rota da Seda”.

Na sua área de jogo algumas informações.

O jogo se divide em cinco rodadas, em cada uma delas os jogadores primeiramente lançam seus cinco dados e com eles podem realizar uma série de ações no tabuleiro.

Entre pegar recursos, dinheiro, ordens de compra, viagens entre outras, as ações servem para que você consiga ir pontuando para no final do jogo ser o melhor dentre os jogadores.

Alguns aspectos do Marco Polo que eu achei bastante bacanas são as cartas que são colocadas em algumas cidades e que viram novos lugares de alocação dos dados, e dão alguns benefícios interessantes.

Todos amamos joguinhos com dados!!!

Outro ponto bem legal, são os personagens que cada um dos jogadores pega no início da partida, e que vão ajudar de alguma forma no decorrer do jogo.

Marco Polo é realmente um dice placement muito bom, não entrou no TOP3 (ufa!) mas num TOP5 é bem capaz de figurar, pois é daqueles jogos que no final dá vontade de arrumar o setup e começar tudo de novo.

Além de divertido, um jogo lindo.

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Autor: Carlos “Cacá”

Campanha Imperial Assault – 2ª Sessão

Para a nossa segunda aventura “numa galáxia muito distante”, escolhemos uma Side Mission, que são aventuras fora da espinha dorsal da campanha, mas que dão benefícios para os heróis, caso eles consigam cumprí-las.

Nessa missão a nossa querida Jyn Odan resolve acertar contas com um velho “amigo” contrabandista, um trandoshan chamado Szark, mas chegando a cantina onde poderíamos encontrá-lo, nos deparamos com um pequeno grupo imperial e um nexu com cara de poucos amigos.

Side mission pra dar uma moral na personagem Jyn Odan.

Os troopers até que não deram tanto trabalho, mas o nexu é um bicho bastante arisco e machucou bastante o wookie que ficou encarregado de dar cabo dele.

Uma vez que a área estava limpa fomos atrás do Szark, e novamente ele não estava sozinho, outros dois trandoshan apareceram para a festa.

Bichinho chato esse nexu, dá um trabalho acabar com ele.

As batalhas foram acirradas, mas estávamos nesse momento, em maior número, e logo os amigos do Szark foram eliminados, só sobrando fazer a limpa no local até finalmente eliminarmos o velho amigo da Jyn.

2ª Sessão terminada com mais uma vitória Rebelde, a Jyn ganhou uma cartinha especial, mas a próxima sessão tem tudo para ser mais pedreira pois voltaremos a história da campanha.

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Autor: Carlos “Cacá”