Explorers of the north sea

Uma derivação do Raiders of the north sea. O jogo Explorers of the north sea é um tile placement rápido com temática viking. Um Carcassonne em águas nórdicas com objetivo de coletar recursos e combater barcos inimigos.

Cada jogador controla um barco e tem uma reserva de vikings no continente. A cada rodada é preciso ir colocando os tiles para desbravar o mapa e ir movimentando seu navio por entre as ilhas.

No percurso aquático você possui quatro pontos de ação para movimentar o barco, caçar animais nas ilhas (sets variados dão mais pontos), montar outposts e combater navios inimigos. Cada jogador possui um capitão com uma habilidade que influencia a pontuação final.

Na foto acima: eu, Big e Estevão. Levei a partida por um pontinho. =)

Um detalhe que poderia ser melhor: montar ícones de animais nos tiles. Muitas vezes fica confuso sobre qual peça disponibilizar nas ilhas.

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Raiders of the north sea

Que joguinho bacana. Gostei muito de Raiders of the north sea. Um pouquinho de worker placement com gerenciamento de recursos leve e bem divertido. Encapsulando as mecânicas, uma boa e velha temática viking. Apesar de ter jogado muitos worker placement recentemente esse aqui fluiu tão redondinho que deu gosto.

A cada rodada os jogadores colocam um trabalhador no board realizando a ação e tiram um trabalhador do board realizando a ação também. Há cores específicas de workers para se fazer determinadas ações e é esse fator que compõe a estratégia do game. Você pode fazer os ataques na parte de cima do board e é aqui que recursos mais “parrudos” são conquistados. É preciso gerenciar um bom equilíbrio entre vikings que morrem e vão para o Valhalla, nível de armory para ataques mais poderosos e montagem de parties vikings.

Para fazer as invasões é preciso montar um pool de vikings que possuem habilidades especiais que podem ser acionadas ou no combate ou no descarte da mão (a arte do tabuleiro não é muito legal, mas a das cartinhas é bem bonita).

Divertido na medida e com boas surpresas na pontuação final. Logicamente, um bom jogo viking pede uma bela refeição ogra; tive o prazer de degustar esse board game saboreando uma saudável refeição de carne com queijo e provolone milanesa. Toma essa, Thor!

Mais uma boa joga!

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Otys

Esse game aqui é um excelente exemplo para usar em aulas de game design. De cara me chamou a atenção como será que fizeram o protótipo para materiaalizar a versão final do jogo. Otys é sobre scavengers recolhendo objetos do fundo do mar em um futuro onde boa parte do mundo ficou submersa.

Temática legal aliada a um gameplay interessantes no qual você tem um tabuleiro com diferentes personagens únicas em seus poderes. Conforme uma personagem é ativada o poder dela é realizado e ela sobe para a superfície empurrando as demais para baixo.

Essa mecânica é a alma do jogo, pois você deve gerenciar a posição de cada personagem visando conquistar os melhores recursos para achar melhores objetos e marcar mais pontos.

Achei tudo legal no game, menos a duração. Achei muito rápido. Quando estava começando a ficar legal, eu peguei uma peça e finalizei a partida. Talvez na próxima valesse uma house rule para fechar a partida com mais pontos.

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Android: Mainframe

Mais um derivado da série Android. Na real, esse aqui é um jogo abstrato na raiz que colocaram um skin temático de hackers e quebra de códigos para invadir o mainframe de um grande banco numa realidade futurista cyber punk.

Em mainframe cada jogador é um pirata de dados que precisa completar códigos fechando áreas do tabuleiro. Para isso, a cada rodada, usa-se cartas com poderes abertas na mesa ou cartas com poderes específicos que ficam na mão. As cartas mostras desenhos de códigos que você vai montando com barrinhas azuis no tabuleiro.

Tem um cheirinho de GO no quesito de fechar áreas com seu personagem dentro (access points). Se você fecha um quadrado com uma ficha sua vale um ponto, se fecha uma área com duas fichas leva 4 pontos e assim vai.

Jogamos em dois players e foi bem legal. Imagino que com três ou quatro deva ser bem mais caótico, mas mais divertido. Esse game sem o skin temático seria uma bela peça na coleção GIPF (com alguns ajustes, claro).

Esse veio da ludoteca do amigo Estevão, mas já entrou na wishlist. Site oficial do game (Fantasy Flight), aqui.

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Geek’s Beer: mais um lugar bacana de São Paulo pra tomar cerveja e jogar um tabuleiro

Nesse mês de junho eu fui tomar uma no Geek’s Beer em São Paulo. Chegando lá, me deparei com uma estante de games para complementar a experiência etílica. Veja bem, o local não é uma luderia, mas tem um cardápio legal de jogos de tabuleiro para quem quiser dar uma brincada.

Fica na Rua Oscar Freire, 2292. Meu grande amigo Calotão da Cervejaria Juan Calotto pintou o mural interno do bar e ficou sensacional!

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Dinosaur island

Esse aqui é a essência do Jurassic Park, mas deram um nome diferente. Dinosaur Island é um board game de criar dinossauros a partir de diferentes DNAs e transformá-los em atração em um parque temático. O jogo tem muitas coisas interessantes e outras que dificultaram um pouco o gameplay. Vamos falar de tudo um pouco.

Coisas legais: 1) existe uma questão divertida de como cada jogador acumula DNAs básicos e avançados para criar os diferentes lagartões e é preciso prever quais dinos você vai querer criar: quanto mais perigoso o bicho, mais pontos rende a atração; 2) o game tem características temáticas que aderem bem ao gameplay: quanto mais perigoso o dino, maior vai ser o nível de “excitement” do seu parque e é preciso gerenciar o nível de diversão com o nível de segurança; 3) quando seu parque é aberto para visitação terão sempre uns puladores de muro que não vão gerar lucro, para isso é necessário criar uma quantidade de atrações que comportem todo mundo (além dos dinos há lojas, lanchonetes etc.); 4) há diferentes upgrades que você pode fazer nas jaulas e diferentes profissionais que incrementam a sua estratégia; isso, sem dúvida, dá uma boa variada a cada game.

Coisas não-legais: 1) layout e cores: fazia tempo que não jogava um game que o layout do tabuleiro e a escolha de cores atrapalhava a jogabilidade; Dinosaur Island teve isso: me confundi com os ícones e cores ficando meio confuso toda hora na minha rodada; 2) detalhezinho bobo, mas o game só tem miniaturas de triceratops; poderia ter pelo menos mais duas diferentes para facilitar a visualização no tabuleiro (já que os dinos são divididos em herbívoros, carnívoros de pequeno porte e grande porte).

Eu adoro dinossauros e foi legal experimentar esse aqui. É um pouco longo (duas horas), mas bem empolgante. Valeu conhecer, mas ainda na temática de dinos eu prefiro o EVO. E jogar esse game me fez lembrar de um dos dias mais felizes da minha vida quando visitei o Museu de História Natural de NY pra ver os fósseis mais incríveis do mundo.

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Livro novo na área >> LEVEL: HARD – pesquisando, criando e produzindo games no território brasileiro

Pois é, leitores e leitoras do GAME ANALYTICZ, saiu meu livro novo essa semana! Trata-se do LEVEL: HARD – pesquisando, criando e produzindo games no território brasileiro, uma empreitada para explicar um pouquinho dos desafios de se trabalhar fazendo games no Brasil. Dois cases ilustram a “obra”: o processo criativo de War Vikings e Mind Alone.

Segue a resenha do livro: O autor Vicente Martin Mastrocola nos apresenta em seu sexto livro sobre o tema ” games ” o cotidiano de criação, da produção e da pesquisa de jogos no cenário brasileiro. Por meio de projetos que desenvolveu junto a empresas nacionais, Vicente ( ou Vince, como é mais conhecido ) narra os erros e acertos acumulados ao longo dos quase 17 anos de atuação nessa área no Brasil. No percurso deste livro, o leitor ou leitora irá conhecer um pouco dos bastidores de como surgem games analógicos e digitais em solo nacional, terá contato com a opinião de diferentes especialistas da área e acessará um compêndio de referências bibliográficas, filmográficas e, claro, de games. Que este livro garanta os pontos de experiência necessários para os desafios de se trabalhar em um cenário ” level hard ” como é o brasileiro.

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