Bandeja board game do McDonald’s

Para divulgar a McDonald’s 5k, a maior corrida feminina da América Latina, a marca do palhaço Ronald disponibilizou um papel de bandeja que é um board game de race to the end.

Há duas maneiras de jogar. A primeira é analógica usando uma batatinha pra girar uma roda (que simula um dado) seguindo os eventos do tabuleiro. A segunda maneira é usando o Facebook bot respondendo quizzes para caminhar na trilha. É uma integração bem legal de plataforma mobile com game e ação de ponto de venda; os jogadores colocam seus nomes e o bot vai conduzindo cada uma das jogadas. Clica na imagem a seguir para ver a brincadeira ampliada:

A criação é da agência DPZ&T e eu fui contratado – junto com meu amigo Paulo Jimenez – para desenvolver a parte de game design/mecânica.

Portfolio lúdico crescendo com esse freela bem diferente. Bem legal ver empresas que estão apostando em linguagens do entretenimento para suas ações de comunicação e marketing.

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Autor: VINCE VADER

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Titan race

Poxa, esse aqui divertiu bem na última joga que fizemos em 7 de setembro. É um race to the end com monstros em cenários bizarros. Basicamente você rola dadinhos, escolhe uma manobra e segue pelos pontos do tabuleiro tentando chegar ao outro lado.

Cada tabuleiro tem um poder que interfere na corrida e as criaturas também possuem habilidades que dimamizam o andamento de uma partida.

É desequilibrado, mas é bem legal. Você pode bater e empurrar os oponentes, deixar armadilhas no caminhos e usar poderes para acabar com a jogada alheia. É uma versão dark analógica de Mario Kart. :-)

O game tem um efeito “pac man” de mecânica bem divertido: quando você chega numa beirada do tabuleiro, entra pelo outro (como um portal dimensional). Isso influencia como vc se movimenta.

O tabuleirinho poderia ser um pouco maior para uma melhor visualização, mas isso é detalhe. Poucos componentes, mas muito caprichados. Daqueles games que conversam com quase todo tipo de jogador.

 Mais um conferido!

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Dice Forge

Existem inúmeros games com mecânica de deck building. São aqueles que os jogadores começam com um punhado de cartas fraquinho e devem ir dando upgrade até que fique mais poderoso comprando cartas de um pool. Dice Forge segue essa lógica, mas – ao invés de dar upgrade no seu baralho – você dá um boost nos seus dados. Esse fez parte do cardápio da joga extrema de 7 de setembro.

É isso aí. Os jogadores tem dois dados com faces removíveis que podem ser turbinados de acordo com a estratégia de cada um. Todos começam com os dados com faces limitadas e, a cada rodada, devem ir acumulando recursos (por meio das roladas) para comprar novos poderes.

Alguns pontos positivos: jogo engenhoso e criativo. É possível criar boas combinações para ganhar recursos, pontos ou ouro com os dadinhos. Ilustras bonitas.

Algums pontos negativos: o game tem um skin temático que passa em branco; tem uma narrativa de deuses e oferendas que acaba passando despercebida. Desmontar as faces é difícil (precisamos usar uma chavinha de fenda durante a partida). As partidas são muita rápidas; você pisca e já acabou (acho que vale uma house rule para aumentar o número de turnos).

Gostei da dinâmica e do gamelay. Apesar dos problemas, é um game bem legal.

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CURSO DE GAME DESIGN: PROCESSOS CRIATIVOS E MODELOS DE NEGÓCIO NA CASAFAN

OPA!!!! E no mês de setembro estarei ministrando um curso super legal de “Game Design: processos criativos e modelos de negócio” na incrível CASAFAN. Não sabe o que é a CASAFAN? É a Casa do Saber Fantástico! Um espaço de conhecimento voltado exclusivamente para o universo geek, com cursos ministrados por profissionais de largo conhecimento acadêmico e mercadológico.

Neste curso, iremos discutir processos de game design juntamente com algumas das estratégias de monetização mais utilizadas pela indústria de jogos. No cenário contemporâneo, games se tornaram plataformas midiáticas extremamente poderosas, com potencial de transmissão de mensagens que extrapola o puro entretenimento. Unindo teoria com a prática, vamos estudar alguns dos principais autores deste campo e prototipar ideias de jogos analógicos (tabuleiro e cartas). O curso dará ênfase ao mercado brasileiro e às possibilidades existentes para se trabalhar na área.

Algumas informações importantes:

Prof.: Vicente Martin Mastrocola (Vulgo Vince Vader; vulgo autor deste site)
Dois encontros de três horas cada
21/09/17 – Encontro 1
28/09/17 – Encontro 2
Horário: das 19h30 às 22h30

CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER E SABER MAIS INFORMAÇÕES!

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Gravwell: Escape from the 9th Dimension

Opa! Ontem teve Workshop de Prototipação de Board Games na Encounter. Foi super legal e aproveito esse post para agradecer a todo mundo que participou. Depois de três horas de conteúdo, fomos relaxar um pouco e conhecer um jogo novo. A surpresa (positiva) do dia foi o Gravwell.

Gravwell é um game de naves e gravidade. Um belo “race to the end” espacial rápido e inteligente. Os jogadores estão tentando fugir da singularidade em um tabuleiro espiralado; para isso, utilizam cartas que podem repelir ou afastar a gravidade gerada pelas naves que estão mais próximas.

A ordem que as cartas são resolvidas vai mudando a maneira que as naves se posicionam no grid. É um pouco complicado de enxergar como a “gravidade” atua na mecânica do jogo, mas é bem genial como o autor conseguiu adicionar esse elemento na narrativa.

O game tem um sisteminha de iniciativa baseado em letras do alfabeto. O design é minimalista feito com poucos componentes e o replay é nitidamente alto. Este é o tipo de game que eu procuro atualmente para jogar ou comprar: que use poucas peças, seja rápido de aprender/jogar, gere variedade de partidas e seja de preço acessível.

Mais um bom produto nascido de financiamento coletivo do Kickstarter.

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Coleção “E agora você decide”: um livro jogo 100% brazuca dos anos 1990

No começo da década de 1990 começaram a bombar aqui no Brasil os livros jogos da série Aventuras Fantásticas. Eram jogos que você escolhia caminhos baseados em árvores de decisão e devia rolar dados quando se deparava com algum inimigo. Na época joguei todos os que foram lançados e guardo até hoje essa coleção com muito carinho. Os livros eram traduzidos do inglês, vale dizer.

Na mesma época, aproveitando o embalo da série gringa, a Ediouro lançou em território tupiniquim a série “Enrola e Desenrola”. A ideia era a mesma, mas os livros eram narrativas mais curtas, sem combates e sempre ambientados com temas mais próximos do cotidiano brasileiro. Essa semana, em uma limpeza de armário, acabei encontrando um exemplar chamado “Os Fantásticos Urbanóides”.

Só comprei esse título da coleção, mas me lembro que era divertido. Era a história de um garoto que precisava fugir de uns replicantes que passavam a dominar a cidade.

Legal saber que é produção brasileira.

Mais um achado lúdico que registro aqui. Sempre gosto de lembrar que o intuito original deste blog sempre foi fazer um registro de tudo que joguei offline em minha vida.

Até o final da limpeza do armário devo achar mais.

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LINGK

LINGK é o sétimo volume da série GIPF. É um game no qual o autor Kris Burm reuniu características dos outros seis jogos do GIPF project (GIPF, TZAAR, ZÈRTZ, DVONN, PÜNCT e YINSH) para criar um novo embate abstrato para dois jogadores. A coleção está reeditada pela Rio Grande Games e o estranhíssimo TAMSK foi excluído do pacote.

Como os demais jogos da série, este aqui também é para dois jogadores. Regras fáceis de entender e jogo difícil de dominar (como manda o contrato dos games abstratos). Cada peça circular homenageia com uma cor um dos outros seis jogos da série. Em LINGK o objetivo é fazer pilhas de cinco cores diferentes. No entanto, no início da partida, as seis cores não pertencem a ninguém. Conforme se desenrola o combate é que os jogadores podem clamar uma cor para si e, a partir disso, as cores não podem ser movimentadas pelos oponentes.

O LINGK é uma manobra do game que permite um jogador andar por cima de outras peças de sua cor para chegar em uma peça de cor diferente. Após umas poucas partidas, deu pra perceber que o LINGK é um dos mais difíceis da série de captar o mecanismo central. Ele parece rápido e simples, mas tem uma complexidade sutil e elegante.

Eu tenho a coleção completa no formato antigo, mas não vou mentir que coça a mão para vender e comprar a coleção nova com caixas quadradas e maiores.

Mais um bom abstrato para a coleção. Esse vai render boas discussões na aula.

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