Minha Primeira Modelagem

A peça da imagem tem 150mm de altura, não é para jogar, talvez numa partida de RPG no máximo. Por conta do desafio, durante este final de semana, resolvi tentar modelar esse ORC, tá ai  o cara!
 Agora falta pintar.

Sinceramente, altamente relaxante fazer isso ai.

Abraço!

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Autor: Hermes

Sereníssíma, ótima pedida, bastante estratégia e diversão.

Esse é daqueles jogos que enche os olhos, peças, tabuleiro, tudo muito bonito. Lançado primeiramente em 1996, teve uma segunda edição em 2012. O clássico de Dominique Ehrhard, para dois a quatro jogadores, é um jogo rápido e  disputado a ponto de haver combates, embora não seja um jogo de guerra.

A ideia é transportar cargas de um porto para outro. O critério é mover determinados bens produzidos em um porto e leva-los para outros portos na bacia do Mar Mediterrâneo, onde estes bens não existem. Controlar os portos é uma das ações do jogador, e  se faz necessária para pontuar  durante uma das fases de pontuação. Mas mesmo não controlando o porto, outro jogador pode vender ou comprar bens, o que é estratégico, afinal esvaziar um porto em uma fase de pontuação, reduz a pontuação deste porto, então fique atento.
O tabuleiro é divido em áreas, é usada a mecânica de movimento de área, e para cada espaço que o barco é movido, é preciso um tripulante (cubo da cor do jogador), a peça deve estar a bordo do navio, então  um cubo, um movimento, cinco cubos, cinco movimento. É nessa que o jogador, vai se ver na constante situação da falta de espaço a bordo de seus navios, pois para avançar muitos espaços precisa de muitos tripulantes, mas ai não sobra espaço para transportar os bens. Cada um segue seu caminho, sua estratégia. 
Mas a coisa não se limita a isso, pois o seu navio (ou um deles) pode ser transformado em navio de guerra, ai sim com muitos tripulantes. Mas igualmente para mover é preciso usar tripulantes, então pode haver falta de combatentes, afinal cada tripulante usado para mover, não é um combatente. Então é necessário mover e aproximar-se  do alvo, para poder usar o máximo de força no combate.
Ivo (E), Rafael.
Mas ainda assim, podem melar seus planos ao adentrar um espaço, pois onde houver navios de outros jogadores ( vide imagem), este pode impedi-lo de passar, caso tenha força de combate superior. Com tudo isso, você vai perceber que é preciso muito atenção, vai se fazer necessário controlar determinados espaços, e defender seus portos dos demais jogadores, ainda assim nada impede que seu vizinho, resolva vencer as suas custas, aquele sujeitinho que tava quieto lá no canto.
Esse é o cenário desse jogo, deverás divertido, se não tenso, a constante ameaça que seus vizinhos podem representar, ou então o  movimento de outros jogadores (mais afastados). 
Há momentos do clima de Game of Thrones, mas nada haver com a série  ou o jogo, afinal o foco aqui são as Galés de Veneza, quem sabe uma repetição da batalha de Lepanto, guardadas as proporções. 
Navios podem ser comprados e perdidos e  então comprados novamente, portos podem ser tomados, atacados e defendidos, o jogo é tenso.
Embora possa parecer que o conflito é o  centro do jogo, o que manda é carregar os navios e tomar portos, para pontuar.

Fica a dica desse jogo muito bacana, que já conta com seus 21 anos, esquecido para muitos, desconhecido por muito mais gente, mas que consegui em um leilão há alguns meses, baita aquisição.
Abraço!

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Autor: Hermes

Catan, Game of Thrones!

Faz alguns dias tinha visto esta matéria no BGG, e aqui no BoardGame Brasil, como fã da série, fica ai a chamada para registrar essa novidade.

As voltas, com a série de maior sucesso da televisão a nível mundial atualmente,  Game of Thrones.

Com muitos fãs espalhados pelo planeta, assim sendo, a Queen Games pretende largar no circuito, o Catan Game of Thrones ( The Night Watch), onde os jogadores, no papel dos Guardiões da Noite,  devem manter a muralha contra os Vagantes Brancos e demais perigos que vem do norte.


Acrescentou-se  também personagens (onze), que o diferenciam dos jogos tradicionais da linha Catan.
São escolhidos pelo jogador, e cada qual com poderes especiais e assimétricos.

Previsão para este lançamento, Outubro de 2017. Visto ser um jogo que agrada muita gente ( a Gregos e Troianos), somado a uma enorme legião  de fãs da série, deve emplacar muito bem.

Autores Klaus Teuber e Benjamin Teuber
Comporta de 2 a 4 jogadores
Duração de tempo estimada 60 minutos
Idade sugerida a partir dos 14 anos

Ficamos a aguardar.

Abraço!

Fonte BGG

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Manhattan Project, já jogou?

No último encontro do Clube Péricles, jogamos o Manhattan Project. O jogo chamou atenção ( há muito) devido ao seu tema, construir artefatos nucleares para destruição em massa, baita imoralidade!!!???… mas como não sou da turma do mimimi….é apenas um jogo e para mim esse é o foco.

Bom, cada jogador no papel de trabalhadores de um país, procura desenvolver bombas atômicas, em síntese  é uma corrida armamentista. O jogo é simples, com pouca dependência de idioma, o jogador se preocupa em alocar seus trabalhadores, do total de doze, começando com quatro não especializados.
Deve se preocupar em obter engenheiros e cientistas, necessários para realmente chegar a um resultado efetivo. Não tem como construir bombas sem estes trabalhadores especializados, por  ser requisito das cartas dos artefatos ( projetos das bombas).

Os trabalhadores sobre o tabuleiro central, podem ser alocados um de cada vez, porém alternando entre a vez de jogar dos jogadores. Ao alocar executa a ação imediatamente, estas podem ser:

1- Deck de construção disponíveis como fabricas, universidades, minas, necessárias para obter os recursos como trabalhadores, aviões, minério entre outros.
2- Para ativar o deck de construções, alocar o trabalhador nesta casa, sem limite de quantos.
3- Espionagem, permite o jogador usar instalações de outros jogadores, limitado ao nível de espionagem da escala;
4- Ataques aéreos, é preciso vencer a defesa de caças do oponente, para atingir as instalações do jogador oponente, o que retarda o programa deste jogador;
5- Reparar instalações destruídas pelos ataques aéreos;
6- Produção de certos recursos nas instalações, quase um bônus;
7- Escala de plutônio e urânio necessários para construir os artefatos atômicos;
8- Obter minério;
9- Obter trabalhadores, cientistas e engenheiros;
10- Obter projetos de artefatos;
11- Obter urânio ou plutônio;

Importante observar, os recursos obtidos nas casas 6, 8, 9 e 11, também podem ser obtidos nos tabuleiros individuais dos jogadores, mas deve ter para tal, as respectivas instalações

Os trabalhadores sobre este tabuleiro, permanecem ocupando o espaço, impedindo outro jogador de fazer a ação, só liberando o espaço quando o jogador recolher todos seus trabalhadores, o que ocorre após usar todos. Pode parecer que isso trava o andamento da partida, mas garanto que não, tudo acontece muito rápido, e os jogadores ficam sempre naquela torcida, ” não ocupa essa casa agora cara!”.

Os demais trabalhadores, são usados para ativar as suas industrias, centros de pesquisa, ou seja as cartas dispostas sobre seu tabuleiro individual. Podem ser ativados tantos trabalhadores, quantos disponíveis, ou então os necessários para ativar as instalações. A sequência é  estabelecida pela estratégia do jogador, muito bacana esse mecanismo de alocação. Essa condição acelera o funcionamento do jogo, dai a impressão de estar numa corrida armamentista.
O tabuleiro individual é assimétrico, depende das cartas que o jogador comprou, como visto na imagem:

-a- projeto de bomba,
-b- aviões de caça disponíveis para defesa contra ataques aéreos,
-c- escala de bombardeiros, necessários para melhorar as bombas,
-d- instalações diversas, como minas, fabricas de aviões, universidades, programas de enriquecimento de urânio, aqui é variado e assimétrico;
-e- trabalhadores alocados, para ativar a carta, em muitos casos é necessário o número e o tipo certo de trabalhador;
-f- Artefato atômico concluído;
-g- dinheiro, necessário como investimento na compra das instalações;
-h- reserva de minério, necessário para enriquecer urânio ou plutônio;

Alocar os trabalhadores entre os dois tipos de tabuleiros, ocorre de forma rápida. O jogador passa a vez, sempre que já alocou todos os trabalhadores no seu tabuleiro individual e um trabalhador sobre o tabuleiro principal. Se sobrar trabalhador, não alocável sobre o tabuleiro individual, passa a vez, para  somente  na próxima oportunidade, alocar outro trabalhador sobre o tabuleiro principal.
Após acabarem os seus trabalhadores, na sua próxima vez de  jogar, recolhe todos para sua área de jogo. É nessa que  os espaços são liberados sobre os tabuleiros, prontamente ocupados pelos demais jogadores.

Esse sistema deixa o jogo acelerado, ainda mais quando os jogadores se habituarem com o funcionamento, coisa que gostei bastante.

Bom de básico o jogo é isso, vence quem primeiro construir bombas cujo valor somado, igualar ou superar 50 pontos. Algumas outras opções podem ser levadas a cabo no momento de construir as bombas, como melhorar o seu desempenho, em troca de dinheiro e aeronaves de bombardeio.

Na imagem a reserva geral da partida.


Para finalizar, gostei muito do jogo, tanto por conta de sua simplicidade com regras e funcionamento, como pela rapidez além do tema relativamente bem colado. A interatividade é constante, afinal um jogador em diferentes momentos, pode afetar o jogo de outro jogador, tanto pelas escolhas como por conta de ataques visando destruir instalações do oponente.

Ai faço a pergunta…… Já jogou?

Fica a recomendação, na certa o jogo vai estar presente em outros momentos. Vale lembrar que o jogo possui diferentes expansões, incrementos que não conheço, mas que na certa devem deixar o jogo ainda mais interessante.

Autor- Brandon Tibbetts
Comporta de 2 a 5 jogadores
Duração estimada de tempo por partida, 120 minutos
Idade minima sugerida 13 anos
Complexidade BGG, 2,95  em 5

Abraço!

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Autor: Hermes

Há dez anos foi Lançado o Fronteira da Tércos.

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A pouco me dei conta que agora em 2017, fazem 10 anos que lancei o Fronteira???

Mas para começar o que é o Fronteira?

É um jogo com tema medieval, de colocação de peças (tile placemente), fazendo uso de pontos de ação (action points). Cada peça só podia ser posicionada adjacente a peças cuja a iconografia fosse compatível, ao custo de pontos de ação. Vence o jogo quem somar mais pontos, que são também os pontos de ação gastos para montar o seu reino.
Essa aventura começou com a ideia de lançar um jogo no mercado, isso nos idos de 2006/2007. Estava em uma loja, quando observei uns jogos de cartas tipo Magic, expostos numa caixa master, dai a ideia do abestado….vou fazer algo assim!!!
Passei a trabalhar nessa ideia no tempo livre, depois foram horas adicionais, ver gráficas, registrar marcas, prototipagem, testar, facas de corte, matrizes de impressão, isso em Joinville de 2007, então maravilha, tava lá o jogo e tudo mais. Encontrei um representante comercial, trocamos ideias, mas naquela época esse tipo de jogo?
Claro que existia esse tipo de jogo (importando), claro que havia grupos de discussão como a Lista BG-BR (o mercado de então), mas uma loja vender esse tipo de produto??…..  não era nada comum. Embora tenha trocado ideias com os lojistas, o discurso é um, mas vai lá vender para esse  “putos”, depois que você investiu…”é que falta a imagem de algum artista”, até esse tipo de “asneira” cheguei a escutar, mas por fim demonstra o que era o mercado da época, e o lojista quer um produto que gire, não tá lá por altruísmo, ideologia, são negócios, não conte com eles para desenvolver nada.
Bom isso agora é história. O resultado final ficou aquém do esperado, jamais recuperei o dinheiro investido, por conta de uma série de fatores.O pessoal da gráfica, não fez um bom trabalho, mas o idiota aqui, ainda pagou adiantado, dá para ver o tipinho. 
No final vendi algo em torno de 270 jogos, de um lote de 500 unidades, parece bom, mas há sempre investimentos maiores que dependiam de outros fatores, para tornar o negócio lucrativo e isso não ocorreu.
Também tenho minha parcela de culpa nessa história, fiz uma serie de besteiras como:
-registrar a marca, devia deixar o barco andar primeiro, para ver como o negócio funcionava de fato, para depois fazer isso, muita grana perdida aqui;
-a primeira versão de regras ficou mau escrita, confusa, cria uma péssima imagem;
-a qualidade gráfica como já mencionei ficou ruim, cria outra péssima imagem;
-não participava de grupos de discussão, embora acompanha-se a leitura das discussões, iria ajudar a criar diretrizes;
-pouco testado, embora o jogo funciona-se bem, teria fatalmente modificado alguns pontos antes de lançar;
Mas fazer o que, como dizia Rommel, “os planos de batalha funcionam até a batalha começar”.

Bom, chega de falar do que deu errado, outro aspecto curioso, haviam outras seis expansões desenvolvidas para o jogo, nunca lançadas, salvo alguns raros exemplares da expansão Território, que anexava tabuleiros modulares, pois a versão original era jogada sobre a mesa sem uso de tabuleiros. Mas como expansões iriam adicionar vikings, barcos, (era o passo seguinte), haveria também dragões, feiticeiras, novas construções, mercadores e mercadorias, uma miríada de nuances que tornaria o jogo sempre mais denso, embora continua-se a ser um tile placement e action point.
Contei com a ajuda de alguns amigos, familiares, cito em especial o apoio (posteriormente em 2008), do Alessandro Caporal, mentor e mantenedor da Ilha do Tabuleiro. Está ai o registro dessa história, os dez anos do jogo Fronteira da Tércos, minha primeira aventura como criador de jogos. 
Abraço!

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Autor: Hermes

Wargames na EsPCEx.

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Wargames na EsPCEX, Escola Preparatória de Cadetes do Exército, parece o lugar mais que adequado, afinal jogos de guerra são simplesmente focados em unidades militares, desde suas grandes formações em nível estratégico, até pequenas seções de combate como nos jogos táticos.

A princípio podemos pensar que os  Wargames, são mais conhecidos nos círculos civis do que militares, afinal são jogos, é lúdico. Mas isso é um engano, os jogos de guerra desde há muito são usados para prever situações, criar cenários hipotéticos, levados em conta em caso de conflitos, isso já no século XIX, o que faz todo sentido, afinal se a maquina de guerra for usada, não tem como voltar atrás. Difere que nos jogos civis, os mecanismos de cada sistema, procura expor este ao aquele aspecto relevante sobre os combates. Nos círculos militares, as estatísticas são mais importantes, de modo a compor diferentes quadros possíveis para um determinado conflito.

Foi nessa que o pessoal do Clube Somniun e  o Clube dos Generais, aliados a  pessoas do meio, como o Gerson Monteiro, militar da reserva e entusiasta dos jogos de guerra, acabaram por participar do evento na EsPCEx. O foco eram as comemorações do final da 2º Guerra Mundial e a participação Brasileira no conflito, como é bem conhecido ou pelo menos deveria.

No evento, houveram encenações de combate, com figurinos da época, exposição de relíquias militares, e também jogos de guerra, nosso foco. Tenho conversado com frequência com o Gerson Monteiro, afinal ambos gostamos dos jogos em questão, trocamos ideias sobre como fazer esse nicho aparecer, divulgar os jogos e não tem milagre.

O negócio é mesmo participar, criar eventos, quebrar a velha mistica sobre este tipo de jogo, difíceis e de longa duração, o que nem sempre é verdade., mas também volto a reiterar a importância dos já aficionados pelos jogos de guerra, DESCE DO PEDESTAL, postura de muitos se achando DEUSES DA GUERRA, receba bem o novato no meio, incentive a participação, ai sim aos poucos a coisa toma corpo.

São do Gerson, as imagens que estou utilizando nesta postagem, dai meus agradecimentos, e nada melhor do que elas para contar o que aconteceu.

Relíquias militares.

Réplicas de armamentos.

Note a insignia na manga.
Encenação.

Jogos de Guerra.

Pessoal do Somnium como monitor .

Pessoal dos Wargames.

Aqui o Gerson, junto a um entusiasta 
que participou da encenação.

Bom pessoal é isso ai, pelo que se vê estava muito bacana, exposição, encenação, jogos, cabe um agradecimento ao exército, ao abrir as portas para a interatividade com a população civil e nada mais correto que isso.

Abraço!

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Autor: Hermes

Pelo visto, o final de semana é dos Wargames.

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É isso ai, ontem postei uma chamada para o evento de hoje, organizado pelo Clube Paulista de Wargames – CPW, onde os participantes podem mergulhar na Terra Média e batalhar contra os orcs, é  jogo de guerra.

Também hoje, em evento paralelo, o Clube dos Generais e o Clube Somnium, tradicionais grupos de jogos de guerra,  participam de atividades na Escola Preparatória de Cadetes do Exército –EsPCEx.,com o sugestivo título,  Tributo a FEB, Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial. O evento conta com diversas atividades, palestras, exposições, aberto ao público, veja logo abaixo maiores informações.

Neste evento, são expostos os clássicos Hex And Counters, batalhas e campanhas históricas, jogos do acervo dos integrantes destes grupos de jogos.

Transcrevo a chamada para o evento, com detalhes.

“O Brasil na 2a Guerra Mundial – Tributo da EsPCEx aos nossos heróis

6 de Maio de 2017

A AExCamp (Associação dos Expedicionários Campineiros), o GPRH(Grupo de Pesquisa e Reencenação Histórica) “Dogs Of War” e a CVMAISP (Companhia de Viaturas Militares Antigas do Interior de São Paulo) se aliaram a EsPCEx (Escola Preparatória de Cadetes dos Exército) para a realização de mais um grande evento.

Seguem alguns atrativos:
– Exposição de viaturas militares antigas e novas
– Reencenação de fatos históricos(Dogs of War)
– Banda do exército
– Palestras
– Exposição de itens militares antigos e novos…

Mais informações:
reencenador@gmail.com

Conto com a presença de todos

IMPORTANTE:
– Será proibida a entrada com bermudas, chinelos ou camiseta regatas. Tanto para participantes como para visitantes.”



Fica a dica.

Abraço!

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