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Arquivo da categoria: Mundo do Tabuleiro

Chegou, gostei!

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Agora a tarde recebi uma caixa em cuja lateral figurava a logo da Grow. Já suspeitava sobre o conteúdo, afinal a alguns dias a Ana Holanda, gerente de marketing digital entrou em contato, foi um chute mental  que mostrou-se certo.

Bom abri  a caixa e lá estava o que acho ser o melhor lançamento já feito no Brasil, ….no que tange jogos de tabuleiro. Calma lá… têm quem não curte o Puerto Rico!!!… tá bom, certo, afinal estão no seu direito e tem lá suas razões, mas de forma alguma podem dizer que Puerto Rico não é o jogo.

Passados tantos anos, olha lá que são 13, continua sendo o mesmo jogo sempre que jogamos, sempre aquele gostinho de primeira partida, ….ele é …….elegante, clássico, foi parte de uma vanguarda que ganhou força naqueles tempos, .. tempos onde muitas mecânicas eram desenvolvidas, eram originais, mas convenhamos era outro tempo….hoje com certeza, novas mecânicas originais são cada vez mais difíceis de serem criadas, afinal a coleção delas já é grande.

Bom, mas vamos ao que interessa, Puerto rico da Grow.  O trabalho no todo ficou muito bonito, componentes de boa qualidade, tabuleiros modulares reforçados, peças de mercadorias, colonos em madeira, emprestando todo aquele charme ao jogo com esse tipo de componente.

Falar da arte da caixa é relativo, embora muito bonita, é bem diferente da arte original, mas também novas versões de jogos reeditados fizeram isso, vide  Saint Petersburg, Genoa entre outros, então não é problema e sim opção da Grow.

O manual é impecável, ainda não li, vou ler pelo menos uma parte visto já conhecer o jogo, mas devido as expansões, me vejo obrigado a conhecer as respectivas regras para aplicação destes componentes,  assim checar o conteúdo e ai já vai dar para ter uma ideia do todo.

Para você que ainda não conhece o jogo, as expansões agregam novas peças e opções de jogadas, resumidamente é uma forma de ampliar o jogo. Na versão original estas expansões não fazem parte. Aqui temos outra diferença e opção da Grow, já publicaram com estas peças e assim o consumidor brasileiro pode ter tudo e perfeitamente compatível.

A arte em geral…. muito bonita, é diferente, nova!!!…impressa sobre material de boa qualidade, é mais atraente aos olhos que a versão original, mas… esse mas!???….apenas o tabuleiro modular do jogador, não agradou, isto a meu ver, não significa que esta feio, mas faltou um pouco mais de atenção, as áreas reservadas para peças de plantações parecem coladas, plantadas sobre a floresta.. a mim não agradou, mas é o único ponto e não compromete  em nada o jogo e seu funcionamento, e muita gente não vai concordar com a minha opinião sobre o detalhe.

Os barcos são simpáticos, o tabuleiro de construções e muito bacana, moedas também ficaram boas, peças de construções, cartas de ações, plantações, pura beleza e qualidade …um bom trabalho executado pela Grow, realmente agradou.

Bom pessoal, agradeço a cópia enviada pela Grow, muito obrigado mesmo, vai ficar na minha coleção com certeza. Parabéns aos envolvidos no projeto, acho que estava mais do que hora de no Brasil, com seu mercado crescente, uma editora renomada, agora atenta ao segmento (diferente dos tempos da Ila do Tabuleiro, quando se suplicava esse tipo de inciativa), tomar a frente e brindar os jogadores e mesmo o público leigo, casual com um jogo de alto nível, produzido com equivalente qualidade e competência.

Cartas de Ações
Construções

Peças de Madeira

Muito obrigado!

Fica a dica, meu atestado sobre o jogo, bom proveito que a opção é muito boa.

Abraço!

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Autor: Hermes

 
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Publicado por em 17/04/2015 em Mundo do Tabuleiro

 

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Five Tribes, vale conhecer.

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Nos últimos tempos jogamos diversos jogos interessantes, muitos deles destaques entre os  lançamentos recentes, a exemplo do Tzolkin, Istambul, Alien Frontiers. Todos jogos muito bons, dignos de sua fama e competentes como jogos, que na realidade reflete o sucesso de sua criação pelos seus autores, parabéns!….

Mas como são muitos lançamentos  todos os anos, assimilar tudo se mostra uma tarefa difícil, que exige muito tempo e principalmente dinheiro. Então nem tudo é tangível, nem todos os jogos acabamos por conhecer, mas entre esses que chegam ao nosso universo, foi o Five Tribes, aquisição do amigo Rogério, o jogo que mais me agradou recentemente.

Five Tribes (2014), mergulha no mundo do conto de fadas ou melhor no mundo dos gênios das Mil e Uma Noites, em meio a um caos generalizado, no qual o jogador deve chegar ao melhor resultado, que no caso é conseguir a maior quantia em dinheiro.

O tabuleiro modular, forma uma matriz de 5×6, com as peças distribuídas de forma aleatória, o que confere sempre novos lay outs, dai rejogabilidade. Sobre cada peça são adicionados três meeples ao acaso, sacados do “saco de Rá”. O caos surge exatamente ai, mas a estratégia também…. a necessária capacidade de observação para a  melhor jogada, visto o cenário ser mutável a cada jogada de jogador predecessor, que  torna a situação mais caótica, principalmente para quem joga por último.

Para compor o todo do cenário da partida, temos ainda a área dos gênios, onde cada rodada, são trocados  e disponibilizados  três gênios, que por sua vez podem ser obtidos por um dos jogadores, agora seus amos.O gênio, atribui poderes ao jogador que pode multiplicar seus ganhos.
Também o campo de cartas é aberto, com mercadorias exóticas, que podem ser trocadas por dinheiro, ao formar um combo de mercadorias diferentes.Também há escravos, usados por assassinos e barganha com gênios.

Por fim ao lado do tabuleiro, temos ainda o módulo de ordem de jogo, onde é preciso gastar dinheiro para comprar a posição de primeiro jogador, um leilão fixo, acionado pelo vislumbre de uma boa jogada, a mola mestra da ação de compra.

Os Gênios e as mercadorias.

Ai começa o jogo, é quando a coisa fica bacana. Five Tribes é muito simples, lembram que cada peça de tabuleiro comporta três meeples??… pois bem, o jogador escolhe um desses conjuntos e move de forma ortogonal, deixando em cada casa um dos meeples, mas o último meeple na sua mão dos três iniciais, é que conta, pois ele poderá capturar todos os meeples daquela cor onde parar o seu movimento, que no caso da primeira rodada deverá ser de três casas, visto deixar em cada casa uma das peças.
Num segundo momento, uma casa agora pode conter  mais ou menos que três meeples, e o jogador poderá então mover sempre o total de espaços, igual ao total de meeples. Onde parar é importante, porque poderá fazer a ação da cor correspondente do meeple capturado e também usar o poder desta casa.

Observe o poder de cada meeple:

Meeples brancos são o Elder, com eles na sua mão (dois no mínimo), poderá ao parar numa casa onde há a figura da Lâmpada, obter um gênio para lhe servir.

Meeples verdes, mercadores, você poderá capturar tantas cartas das disponíveis, como mercadores conseguir. A combinação de cartas diferentes permite troca-las por dinheiro, quando maior o combomaioro valor.

Vizir, meeple amarelo, é ponto de vitória, tanto por peça, como extra para quem controlar a maioria ao final da partida.

Meeple azul, construtor, multiplica a quantidade de peças capturadas pelas construções de pontuação azul, adjacentes ao local onde capturou as peças.

Vermelho, assassino, serve para eliminar um vizir, outro meeple qualquer, pode ser muito útil como os jogadores vão perceber.

Já as peças modulares do tabuleiro, podem ter um poder de comércio, quando o jogador paga X valor em dinheiro e pode sacar um determinado grupo de cartas. Em outro onde a lâmpada mágica é representado  é possível conseguir um gênio. Onde houver a representação de plameiras ou palácios, adicionar uma peça do tipo sempre que o movimento parar na casa, no final o controle de uma casa destas, contam pontos para o controlador.

Bom de básico é isso, as estratégias possíveis são interessantes, e o controle de módulos do tabuleiro, confere um bom número de pontos no final da partida.Para controlar um módulo, o jogador ao terminar o seu movimento sobre um espaço, onde captura a última peça do lugar, posiciona ali seu camelo, que simboliza o controle por parte do jogador.

Geral da partida, note o tabuleiro modular, os meeples ainda 
disponíveis, Five Tribes é um bom jogo em todos os aspectos,
 então se não conhece, tá esperando o que?

A partida termina de duas maneiras, ou um jogador posiciona todos seus camelos, ou não é mais possível executar ação de mover meeples. Na pontuação final, que praticamente pontua tudo que o jogador fez durante a partida, quem somar mais dinheiro e o vencedor.

Five Tribes, confesso que a primeira vez que vi no BGG, não chamou muita atenção, mas no WRPGF em Curitiba 2014, não cheguei a jogar mas o povo do clube jogou e falou muito bem. Agora que um exemplar apareceu no grupo, joguei e gostei muito. O jogo reúne aleatoriedade, rejogabilidade, caos, que muitas vezes deixa a partida tensa, torcendo para que ninguém mais perceba algum lance genial. A combinação  de efeitos causada pelos gênios é outro agente interessante, que só vem a tornar o cenário envolvente, interativo e divertido. O jogador vai notar que cada vez mais, ficará mais difícil fazer a jogada, as possibilidades escasseando a ponto de travar o jogo, mas é isso mesmo.

Resumo Jogão!

Autor Bruno Cathala
Editora Asterion, Days of Wonder, Rebel
Comporta de 2 a 4 jogadores, a partir dos 13 anos e duração estimada e, 60 minutos.

Fica a dica!

Abraço!

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Autor: Hermes

 
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Publicado por em 11/04/2015 em Mundo do Tabuleiro

 

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Joguei o Splendor!

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Joguei no nosso último encontro, sexta passada no clube Péricles, o tal do Splendor. Bom é o seguinte…no jogo o jogador vai em busca de diferentes pedras preciosas, são diversos tipos caracterizados pela cor  e desenho da pedra,  tipo esmeralda é verde, safira é vermelho, entre outras.

Uma matriz de X por Y, composta por cartas é formada de acordo com o número de jogadores, que passa a ser o campo de prospecção. Cada carta com sua arte, procura criar o tema em torno do jogo, pode ser uma caravela em um porto, visto estarmos no século XV ou XVI. No caso do Splendor, o jogo tem  tem toda cara de jogo criado por mecânica, com tema colado, dai poderia ser em meio a planetas que não muda nada.

Matriz X por Y, no topo os personagens.

Mas a ideia é comprar uma carta é leva-la a sua mão, e conseguir a combinação e quantidade de pedras preciosas indicadas na carta,  para poder baixa-la na mesa. Uma vez feito isso, essa carta que também têm uma figura no canto superior direito, representando um tipo de pedra preciosa, passa a contar como uma pedra do tipo que pode ser usada para baixar novas cartas.

Para baixar a carta na mão, é preciso principalmente contar  com as peças de pedras preciosas, são discos com a figura de um tipo de pedra a na cor da mesma. Existe um limite de peças de cada tipo, além do ouro que é o coringa e pode ser usado no lugar de qualquer pedra, para formar uma combinação.

O ouro, é obtido sempre que o jogador buscar uma carta na área de jogar ( X por Y), quando então  tem direito a pegar uma peça de ouro. As demais pedras, podem ser apanhadas de duas maneiras, pegar três pedras de diferentes tipos, uma de cada pilha ( até 3) ou duas de um tipo, neste caso com restrição de  minimo de pedras do tipo na reserva, ainda a observar o número de jogadores na partida , do contrário não é permito sacar duas ao mesmo tempo.

Estas são as pedras preciosas usadas para formar os combos.

Por fim temos personagens, que são sacados em número de acordo com a quantidade de jogadores e dispostos no topo da matriz X por Y. Para conseguir as peças, é preciso igualmente uma combinação de pedras preciosas.

Quase todas as cartas de pedras preciosas, têm um valor que são os pontos de vitória, também as cartas de personagens. A soma destes valores determina o final da partida, visto que para cada número de jogadores é preciso obter um determinado valor em pontos, por exemplo, num jogo em dois, é preciso obter quinze pontos de vitória, o que finaliza a partida ao final da rodada ( na imagem ao lado, note os números no canto esquerdo superior, são os PV).

Bom Splendor é um jogo bacana como jogo de entrada, ou então para fins de noitadas de jogatina, quando tá todo mundo meio cansado. Fácil de explicar, rápido, um bom gateway, que vai ver mesa, em função do tipo de jogadores do grupo. Se for um povo mais gamer, vai ser jogado e provavelmente ver mesa poucas vezes a partir dai. Não é jogão, não é ruim, a interatividade, é por conta do caos resultante, do que vai sobrando para o jogador quando chegar a sua vez de jogar. O tema é bem superficial, os personagens dispostos no topo da área de jogar, são meramente pontos de vitória, sem nenhuma aplicação maior ou efeito adicional para formar combos por exemplo.

Fica a dica!

Jogo de Marc André.
Comporta de 2 a 4 jogadores.
Idade minima sugerida 10 anos. 
Tempo estimado de duração 30 minutos.

Abraço!

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Autor: Hermes

 
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Publicado por em 05/04/2015 em Mundo do Tabuleiro

 

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N°17- Para o Oriente, Viagens de Marco Polo.

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Mais em 2015.

17- The Voyages of Marco Polo

Autor – Simone Luciani e Daniele Tascini
Editora – Hans, Z-Man, 999
N°de jogadores 2 a 4
Idade inicial sugerida 12 anos
Tempo de duração estimada  40 minutos
Tema – Exploração, medieval

Mecânicas –  Rolar dados, construção de rotas, poderes variados

Ideia do jogo- Marco Polo, vivente do Século XIII, filho de mercador, tornou-se celebre pelas descrições de suas viagens pelo oriente. Chegou até a China na corte de Kublai Khan e depois de muitas aventuras, anos longe de casa retornou para a Europa.
No jogo o jogador faz isso, vai da Europa para o Oriente reviver as aventuras de Marco Polo confortavelmente. A base mecânica é a rolagem de dados, onde a combinação permite resultados que são as escolhas do jogador  entre ações possíveis. Ao final de cinco rodadas, vence quem  somou mais pontos de vitória, resultado da melhor coleção de jogadas e cartas no seu controle.

Então, eurogame típico, diversas opções de jogadas, incremento com tiles e cartas para somar pontos de vitória. Mostra-se aquele mistura por vezes agradável ao jogar, onde a aleatoriedade dos dados, cartas, somadas a gerenciamento, são a base funcional do jogo, coisa que gosto bastante, colado ao tema medieval da história de um dos grandes ícones da época.

Fica a dica!

Link para publicação N°16  (Posthuman)
Link para listas de jogos de 2013 e 2014.

Fonte da imagem BGG


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Autor: Hermes

 
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Publicado por em 03/04/2015 em Mundo do Tabuleiro

 

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N°16- Posthuman… achei a ideia ótima.

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Outro lançado em 2015.

16- Posthuman

Autor – Gordon Calleja
Editora – Mighty Box e Mr.B. Games
N°de jogadores 1 a 4
Idade inicial sugerida 12 anos
Tempo de duração estimada  120 minutos
Tema – Aventura, exploração, dados.

Mecânicas –  Rolar dados, modular, poderes variados

Ideia do jogo-  Foi o que chamou atenção… a humanidade evoluiu além dos limites, nossos sucessores genéticos, agora já não são mais o homem que começou a jornada.
Agora como últimos sobreviventes humanos, vivendo em meio a  natureza em recuperação, mas sujeitos a erradicação por conta da nova geração mutante os Posthuman..

Os jogadores devem chegar a um lugar seguro para evitar a sua extinção. Sua jornada passa por diferentes lugares, (tipo um dungeon) e podem enfrentar os humanos mutantes (Posthumans), que em contato provocam mutações  nos últimos humanos. Você será capaz de chegar ao seu destino ou acabar um mutante em meio ao novo mundo Posthuma.

Gostei da ideia do jogo, o tema muito bacana, você facilmente mergulha nessa aventura para encarnar um sobrevivente humano com a responsabilidade de garantir a sobrevivência da espécie.Essa vai valer a pena .

Fica a dica!

Link para publicação N°15  (Forbidden Stars)
Link para listas de jogos de 2013 e 2014.

Jogo no processo no Kickstarter.

Fonte da imagem BGG




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Autor: Hermes

 
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Publicado por em 30/03/2015 em Mundo do Tabuleiro

 

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Liber Ludo de Março.

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Segue o que foi jogado no Clube Péricles durante o mês de Março que já esta chegando ao seu fim.
Começamos pelo…

…. dia 06.

Estiveram presentes os proscritos lúdicos Dieter, Rodrigo, Marcos( 1°vez no grupo), Coveiro, Rafael, Witold e eu. Lembro desse dia, eu não tava com a menor vontade de jogar, dai foi papo por minha parte. Mas a galera ficou animada com o King of Tokyo, jogando duas partidas.

Rodrigo(E), Dieter, Witold, Marcos e Coveiro,
 jogaram e curtiram o King of Tokyo.

Dia 07

Jogatina especial para os amantes dos jogos de guerra, rodamos o Tide of Iron, Rafael e eu. Gostei, tanto que rendeu uma resenha básica para apontar os pontos interessantes do jogo.

Dia 13

Galerinha firme, sempre presente, Rafael, Dieter, Maicon, Rogério, Witold, Rodrigo, Coveiro e eu.
Jogamos muito a começar por um dos meus favoritos, Race for The Galaxy, Cypher, Carcassonne Dice e Odd Ville.

Cypher, poucas cartas na mesa, hackers e muito oportunismo.

Cypher é um jogo de cartas com poderes diferentes para os personagens, rápido, ambientado no meio ficção, hacker, vale outra partida. Carcassonne dice, acabei por postar uma resenha sobre o jogo de tanto que gostei.
Já o OddVille agradou quem jogou. É  um jogo de construção de cidades, que embora com poucos componentes, permite segundo os testadores, muita variação de jogadas.

Pessoal que jogou gostou!

Dia 14

Foi um dia para festejar os sete anos do Clube Péricles. Estiveram presentes, Anderson, Witold, Coveiro, Rafael, Rodrigo, Rogério, César e eu. Foram jogadas partidas do Stone Age E Elder Sing, fechamos no entanto com pizza, não daquelas das CPIs de políticos, pizza de verdade e muita cerveja, aliais chopezinho da Heineken.

Stone Age, o pessoal gosta.

E como tudo no Brasil, terminou em Pizza.

Velinha e tudo mais.

Dia 21 

Presentes Anderson, Rodrigo, Coveiro, Maicon, Rafael e eu. Foi jogado Notre Dame ( após longo periodo sem jogar), Mice & Mystic a foi disputada por fim entre o Anderson e o Rodrigo, uma partida de instrução sobre o STB, jogo de guerra.

Mice & Mystic.

Dia 27

Coveiro, Witold, Maicon, Rafael e eu. Foram jogadas partidas do Galaxy Trucker e uma partida de teste do jogo Supressio da Tércos. Isso fazia muito que não foi feito e diria que valeu a pena.

Primeira partida de teste do Supressio da Tércos.

Bom meu povo, foi o que rolou no Péricles em Março. Foi um mês agitado, divertido, marcado pelo aniversário do clube, dai motivações a mais, afinal já são agora sete anos que a jogatina ocorre quase que todas as sextas feiras.

Post anterior da série Liber Ludo de Fevereiro.

Abraço!

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Autor: Hermes

 
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Publicado por em 29/03/2015 em Mundo do Tabuleiro

 

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Para não falar que esses grupos não existem, conheça o Somnium.

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Clube SomniumA tradicional aversão do jogador de tabuleiro no Brasil com relação a jogos de guerra, não é regra. Para reforçar esta afirmação, trago para vocês outro grupo de jogadores as voltas este tipo de jogo.
É marcante que esses grupos, são digamos “puristas”, joga e só joga jogos de guerra.
No caso do grupo que trago hoje, Clube  Somnium o pessoal nas palavras do seu presidente Reinaldo, desenvolvem seus próprios jogos, tomam uma plataforma base, um sistema, entre os diversos, e preparam campanhas, batalhas, envolvendo diversas pessoas em diferentes etapas.

Acompanhe ai….

1- Quem fundou o clube?… e quando foi?… com quantos participantes ao iniciar?
Foram seis colegas de Escola Técnica, no dia 21 de novembro de 1981. Até hoje estes seis são chamados de “fundadores”, dos quais quatro continuam ligados ao grupo, mas apenas dois o frequentam. Eu, Reinaldo, sou um deles.
Alguns dos membros do Somnium.

 2- Qual o motivo para iniciar o grupo de jogos?
Ironicamente, o SOMNIUM não começou como um grupo de jogos. Originalmente, nós éramos mais ligados em Ficção Científica e Plastimodelismo. Só em 1983 é que tivemos o primeiro contato com um wargame, através dos produzidos pela extinta JOG. E mesmo então, só eu me interessei. Só em 1985, com a entrada de novos associados, interessados no assunto, que o wargame engrenou no SOMNIUM.
 3- O que já foi feito as voltas do clube, eventos, campeonatos, são ativos a este ponto?
Internamente já fizemos alguns torneios e realizamos um “Big Wargame Day” em 2007 (e seis exposições de modelismo, mas isso não vem ao caso). Realizamos alguns jogos públicos que chamamos de “Somnium no Shopping”. Também participamos de eventos como a “WargameCon” e o “Castelo das Peças”. Atualmente não estamos desenvolvendo nenhuma atividade nesse sentido.
 4- Como funcionam os encontro? ..periodicidade, são semanais?
As reuniões costumam ser em sábados alternados, embora feriados e outros acontecimentos acabem interferindo nessa regularidade. Temos em média vinte e cinco reuniões por ano, quase todas na sede, que, atualmente, é na minha casa.

 5- Qual é o tipo de jogo jogado?
Na esmagadora maioria das vezes, são wargames tradicionais do estilo “hex-and-counter” (tabuleiro de mapas com hexágonos e peças em cartão) desenvolvidos pelos membros do SOMNIUM, seja por indivíduos ou por comissões. Jogos comerciais aparecem por aqui eventualmente, mas são mais como curiosidades, de onde se tira alguma ideia que pode ser adaptada em nossos jogos.
É Wargame mesmo que vai para a mesa.

 6- Qual é o jogo que desde o princípio é jogado, é a curtição do pessoal?
Não existe isso no SOMNIUM. No início nem sabíamos o que era um wargame. Por anos a única coisa que se jogava por aqui era WAR-II e buraco. Os primeiros wargames comprados (da JOG) ou desenvolvidos aqui hoje são reverenciados como peças de museu. A evolução dos jogos e das pessoas impôs isso. A “curtição do pessoal” é sempre o último wargame desenvolvido, seja discutindo seja jogando. A pesquisa histórica constante sempre trás novas ideias para novos jogos.

 7- Quantos jogadores participam das jogatinas regularmente hoje em dia?
Quatro. Eventualmente, esse número chega a seis. O grande impedimento para um número maior é que alguns somnianos hoje moram em outras cidades (Juiz de Fora e Recife).
 8- Quantos jogos no acervo dos membros do clube, no geral?
Não faço ideia. Nós não compramos jogos há muitos anos e não tenho informação do acervo particular de cada associado. Dos nossos próprios jogos, temos 39 wargames prontos para jogar e mais uma dúzia em diferentes fases de desenvolvimento. Boa parte deles está disponibilizada no nosso site para que qualquer pessoa que se interesse possa baixar e jogar gratuitamente.
Pessoal do clube, acervo ao fundo.
 9- Qual o jogo mais “punk” que já jogaram?… quantas horas a duração da partida?
Não faço ideia do que você quer dizer com “punk”. O jogo mais complexo e longo que já jogamos foi o “Campanha do Mediterrâneo 1943-45”, desenvolvido por nós mesmos. É o nosso “monstergame” com mais de duas mil e seiscentas peças. Começamos a última partida a 23/01/10 e terminamos a 02/07/11, ou seja, 18 meses em sábados alternados. As possibilidades estratégicas são tão grandes que já o jogamos três vezes com desenvolvimentos completamente diferentes. Isso é “punk” o suficiente?
 10- Os jogos táticos( operacionais) são jogados?… são a preferência?
Não. Chegamos a desenvolver nossas próprias versões de WGT (Wargame Tático), com base no famoso “Squad Leader”, mas a coisa simplesmente não emplacou. O pessoal daqui gosta mesmo é do nível estratégico. Os jogos táticos acabaram ficando para o PC.
 11- E os wargames de miniaturas como o Tide of Iron  ou Flames of war tem espaço com vocês?
Como os jogos de miniaturas tendem a ser no nível tático, não são nossa “praia”. Se aparecer um associado novo que traga isso para o Clube, será bem vindo. Mas hoje isso não existe no SOMNIUM, apesar de termos contato com miniaturas nos eventos em que participamos.

 12- Como o grupo se relaciona com outros grupos da região?.. ocorre esse tipo de encontro?
Outros grupos? Onde? Onde? Brincadeira. Simplesmente não conhecemos nenhum outro grupo de wargames na nossa região. Os únicos contatos que temos com pessoas interessadas são através da Internet. Estamos sempre dispostos a divulgar nosso hobby através de nossos jogos e colaboramos sempre que lembrados.
Presente no WargameCon.
 13- Em conversa prévia você mencionou, que o grupo desenvolve jogos de guerra, poderia falar um pouco sobre o assunto?
Atualmente é a principal atividade dentro do SOMNIUM. Essencialmente, escolhemos uma campanha militar específica, a estudamos através de todas as fontes possíveis (livros, documentários, Internet), definimos a ordem de batalha dos exércitos envolvidos, a escala do mapa, etc. Aplicam-se então conceitos básicos de wargames, que hoje são praticamente padronizados dentro do SOMNIUM, até mesmo para facilitar o entendimento das regras para novos jogadores. Os jogos podem ser bastante simples, ligeiramente difícies ou extremamente complicados, dependendo do interesse de seu responsável. No nosso site estão disponibilizados 40 wargames, na maioria no que chamamos “nível operacional” (intermediário entre tático e estratégico) e são bem simples. Os mais complexos (e desafiadores) deixamos para “consumo interno”. Tem que vir aqui para jogar conosco!

 14- Como os interessados podem fazer para entrar em contato com vocês e participar dos encontros?
Pela Home Page. http://www.clubesomnium.org. Se o interessado for do Rio de Janeiro ou proximidades, pode até ser convidado para uma reunião.

 15- Deixe uma mensagem para o pessoal que acompanha o Mundo do Tabuleiro?
Quando alguém disser pra você que isso é coisa de “nerd”, responda: “se você considera ser um nerd ter um lazer inteligente, que incluía diversão, estudo e pesquisa histórica, então somos mesmo nerds”.
Bom agradeço muito se enviar algumas imagens, algo como 5 ou 6 para ilustrar o post
Cordialmente:
Reinaldo V. Theodoro
PRESIDENTE
Bom pessoal é isso ai, este é o segundo grupo de jogos de guerra que trago para vocês. O porque disso??… simples, vamos botar esse tipo de jogo para dentro de mais clubes e grupos. Quem já conhece sabe o que digo, quando o jogador entra no clima dos jogos de guerra, vai perceber que são fascinantes… afinal é  planejamento, aleatoriedade, risco, stress, expectativa, tudo de uma vez só, quer mais ao jogar??
O Somnium é formado por um grupo de apaixonados por jogos de guerra e história militar, típico e comum se comparado a outros grupos envolvidos com este tema. Difere no entanto por desenvolver seus próprios jogos como nos disse o Reinaldo, aliando o prazer de jogar, com pesquisa histórica,  afim de então reproduzir a história sobre o tabuleiro, em um jogo. Isso não é comum, mas é uma opção, um caminho para outros grupos seguir.
Espero que tenham gostado, fica a dica! “
Abraço!

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Autor: Hermes

 
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Publicado por em 28/03/2015 em Mundo do Tabuleiro

 

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