Codenames

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Regras Codenames joga-se por equipas. Existem 2 equipas, a vermelha e a azul. Cada equipa tem um Spymaster. Dpois disso dividem-se os restantes jogadores por cada uma das equipas, estes são os agentes. Setup Existem cartões com palavras (centenas deles). Para se jogar forma-se uma grelha com 25 cartões/palavras (uma grelha de 5X5). Existe um cartão que é a chave, onde estão identificadas as palavras que pertencem a cada equipa. 9 Palavras da equipa 1 e 8 palavras da equipa 2. Existem ainda 7 palavras Neutrais e um Assassino. Os dois spymasters sentam-se de um lado da mesa, com acesso à chave. As suas equipas sentam-se do outro lado da mesa do seu lado. Este é um exemplo de uma chave. A equipa azul tem nove palavras, por isso começa a jogar.Como é que se joga? Spymaster: O Spymaster dá uma palavra como pista e um número. (exemplo: Animal 2) Os Agentes da sua equipa podem adivinhar o número de palavras igual ao número que o SpyMaster deu + 1 (no exemplo anterior podem adivinhar até 3 palavras) O SpyMaster pode dizer 0. Neste caso ele pretende dizer que nenhuma palavra está ligada à pista que acabou de dar e o número de palavras que a equipa pode adivinhar é infinito. O Master poder também dizer infinito. Neste caso não está a dar pista nenhuma mas está a dar liberdade à equipa para escolher o número de palavras que quiser. Incluindo adivinhar palavras com pistas dadas anteriormente. Se o Spymaster der uma pista ilegal o seu turno termina imediatamente e o spymaster da equipa contrária pode tapar uma das palavras da sua equipa antes de fornecer a próxima pista. Pistas inválidas Uma palavra ou forma desta que esteja à mostra (até break estar tapado não podes dizer: breakdown. broken, etc…) A letra inicial (B:3 para Bed, Break, Bug) Os Spymaster podem falar antes de uma pista ser dada para decidirem entre si se a pista é válida ou não. Agentes: Os Agentes discutem entre si e escolhem uma palavra da grelha. Caso a palavra seja da sua equipa: O Spymaster cobre a palavra com uma carta de agente da sua cor e os agentes podem tentar adivinhar outra (até ao número que o master deu +1) Caso a palavra seja da equipa adversária: O Spymaster cobre a palavra com uma carta de agente da cor da equipa adversária e o turno acaba. Caso a palavra seja neutral: O Spymaster cobre a palavra com uma carta Neutral/bystander e o turno acaba. Caso a palavra seja o assassino: O Spymaster cobre a palavra com a carta de assassino e o jogo acaba com a vitória da equipa adversária. Final de jogo O jogo termina quando se escolhe a palavra do assassino ou quando todas as palavras de uma das equipas estão cobertas.ConsideraçõesCodenames é um jogo excelente para uma grande audiência. Fácil de explicar e jogar, o divertimento é garantido.  Um jogo tão simples e que dá tanto que falar e proporciona um divertimento tão grande é um sinal de grande design. Como é que algo tão simples ainda não tinha sido criado. Deste ponto de vista o jogo é brilhante.Parece-me um jogo ideal para uma Con, ou para um ajuntamento. Podem jogar um número ilimitado de jogadores, apesar da caixa falar em 2-8. O papel de SpyMaster é de partir a cabeça e que grandes momentos se conseguem com a discussão entre o Master e os Agentes por caudsa de pistas “estranhas”.Recomendo muito para grandes grupos ou como party game.

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Autor: Carlos Ferreira

Lords of war

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Lords of war é um jogo de cartas em que 2 raças lutam entre si numa batalha feroz. Neste momento existem 4 raças disponíveis, sendo que um 3º conjunto está preste a sair (http://www.kickstarter.com/projects/388956994/lords-of-war-templars-versus-undead) As regras do jogo são bastante simples. Cada jogador tem 6 cartas na mão e o “tabuleiro” consiste numa grelha. Existem 3 fases num turno, os jogadores jogam 1 carta e depois disso há molho. Todos batem em todos ao mesmo tempo. No fim da batatada, o jogador activo vai buscar cartas até ter 6 de volta na mão, Ok, e é isto. Pelo menos a versão simplificada. Explicando em detalhe… [ ler mais ]

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Autor: Nuno Bizarro Sentieiro

Série Coin

IntróitoHoje vou fazer uma review diferente. Ao invés de fazer a review de um jogo vou fazer de uma série inteira. Parece esquisito pois a série toda tem apenas 1 jogo, mas o que eu pretendo não é tanto falar sobre este jogo em si (Andean Abyss), pois para isso farei uma outra review mais tarde, após jogar o jogo mais 1-2 vezes. O que eu vou falar aqui será das regras e inovações da própria série e não da especificidade do jogo.  [ ler mais ]

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Autor: Nuno Sentieiro

RAGAMI – Review

“- Konami ???, não, RÁ GA MI !” Quando ouvi o nome do novo projecto da Mesa Boardgames estranhei, lá me explicaram o nome e mote por trás do jogo de tabuleiro. A primeira imagem que me veio à cabeça não foi o Nicolas Cage da Cidade dos Anjos, foi antes o incrível Michael Landon e as minhas idas tardes de televisão no clássico: Um Anjo na Terra. E assim captaram a minha atenção – esses sacanas ! Ragami é nome de figura mítica que protege e ajuda as pessoas a resolver os seus problemas, uma espécie de ANJO DA GUARDA (não confundir com um irmão Rosado do interior ostracizado do país). E é também título e ponto de partida para o novo jogo de Gil d’Orey (Vintage, Caravelas…). RagamiOs jogadores (2-4) tomam o papel de Ragami, e procuram ajudar à resolução de conflitos que ocorrem numa cidade-tabuleiro de jogo. Como antagonistas, os demónios – preparados para criar muitos problemas. Mas, não desesperes, existem ainda santos e outros Ragami prontos a auxiliar-te na tua demanda. Com a força necessária, combatendo múltiplos conflitos o vencedor será o Ragami que terminar o jogo com mais Pontos de Virtude. O jogo desenrola-se numa cidade em fabulosa vista aérea (excelente arte de Pedro Soto) delimitada por quarteirões e edifícios babel. Conflitos irrompem por todo o lado e os jogadores-Ragami, do alto de catedral gótica, preparam-se para os combater. Ragami tem muitos e variados dados, mas a sorte fica bem segura nas tuas acções. E por falara em acções, os jogadores podem executar dois tipos por turno: – acções de cartas (mais sobre estas já a seguir) – e Uma acção de Dados. Acções da DadosÉ aqui que reside o motor do jogo, as asas se preferirem. Rolam-se 3 dados (D6) de acção (1-1-2-3-4-5). Cada dado corresponde a uma caixa e um tipo de acção específico no tabuleiro. O valor lançado (2-5) representa o número de acções disponíveis para esse turno. O Lançamento de 1 implica a entrada de um demónio na cidade. Desta forma os turnos e o número e tipo de acções disponíveis por turno são muito variáveis e obrigam os jogadores a programar com cuidado as suas rondas de jogo e tentar prever as jogadas dos oponentes. Os 3 tipos de acção disponíveis são: – Mover um santo, ou mover ou colocar um demónio na cidade – Biscar cartas – Propor-se a resolver um conflito (em alternativa mover um Ragami) Acções de CartaOs jogadores podem usar habilidades de cartas conseguidas em turnos anteriores e conseguir mais e melhores acções. a Minha CompanhiaSem estragar a surpresa, a chave do jogo está na resolução dos conflitos, e a melhor forma de o fazer está na companhia. Nos vários espaços da cidade, os conflitos de valores diferentes só podem ser resolvidos, com Ragami experimentados, por vezes com o auxílio de Santos ou até de outros anjos, algo de realmente positivo acabará por acontecer, nem que seja com um danoninho de sorte (Dado de Força). Em Ragami, fazer o bem compensa e é na Virtude que está o ganho… De Noite e de DiaRagami é um jogo simples, que pode ser jogado por famílias, de uma forma bem cooperativa (ainda que sempre com vencedor), mas também pode apelar à natureza competitiva do jogador mais experimentado. Turnos rápidos, dinâmico e interactivo, o jogo parece contar uma história de final feliz numa qualquer matiné de um Domingo da nossa infância. “Às vezes não é preciso mais, são as coisas simples que nos fazem felizes – The Boss”Nuno Sentieiro#nbs#[ Comentário(s) )

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Autor: Nuno Sentieiro

1989 – A queda do muro… ou da esperança

A expectativa em relação a este jogo estava lá em cima, mesmo nos píncaros. A comparação óbvia com o Twilight Struggle, um tema mais actual, em que todos (ou quase) nos lembramos dos eventos (sim, estou a ficar velho), uma nova abordagem nas pontuações, etc. Na passada quarta-feira, (16-05-2012) joguei dois jogos, um de cada lado da barricada. Sei que não dá para tirar todas as dúvidas nem ter 100% de certezas sobre um jogo, mas… já é melhor que 54% (estarei a ser generoso?!) das reviews que são feitas após um jogo apenas.Não vou abordar em grande detalhe as regras, pois isso já o fiz na minha preview. Estas serão mencionadas apenas para descrever situações específicas… [ ler mais ]

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Autor: Nuno Sentieiro