Princes of Florence

No início do século XVI, os jogadores são membros de famílias proeminentes da Itália e buscam artistas e estudiosos para aumentarem o seu prestígios e fazerem da sua família a mais importante.

Em Princes of Florence temo dois momentos distintos, num primeiro momentos são leiloados itens que serão utilizados na segunda parte da segunda fase dos sete turnos que compõe uma partida.

Nessa primeira fase são leiloados três prédios comuns (lagos, jardins e parques), cartas de arrendamento e de prestígio, peças de construtor e de bobos da corte.

Muitos elementos vão entrando durante o jogo.

Esse primeiro leilão é importante PRA CARAMBA, e é um dos mais punitivos dentre os euros “old-school”, pois se você gasta muito pra pegar alguma coisa, ou não consegue pegar o que quer seguidamente, as chances de você ficar micado no jogo são bem grandes.

Na segunda fase, os jogadores se alternam em fazer duas dentre várias ações disponíveis, ações essas como construção de prédios, comprar liberdades e cartas bônus e o principal, fazer uma obra de arte.

O que faz o jogo rodar, é tentar em cada um dos sete turnos fazer essas obras, porquê a quando você faz uma delas ganha a quantidade de pré-requisitos para aquela obra x100, e esse valor você recebe em dinheiro e também pode transformá-los em pontos.

Na nossa área de jogo vamos colocando as construções.

O lance é que a cada turno, o pré-requisito para as obras vai aumentando, e ficando cada vez mais difícil, por isso um bom planejamento em relação a quais obras você vai fazer e quais elementos você vai ter no seu principado para ajudar na confecção dessas obras é super importante.

No final dos sete turnos os jogadores abrem as cartas de prestígio que foram adquiridas nos leilões e se cumprirem seus requisitos somam os pontos a trilha e o jogador com a maior pontuação é o vencedor.

Princes of Florence foi lançado em 2000 pela Alea como a quarta caixa da coleção Big Boxes pelos grandes Wolfgang Kramer e Richard Ulrich (mesma duple do El Grande) e é um daqueles jogos super punitivos, mas que uma vez dominado torna-se um dos grandes novos clássicos dos jogos de tabuleiro modernos.

É super importante pensar como construir para
conseguir mais descontos nas obras de arte.

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Autor: Carlos “Cacá”

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Abelhas e Aranha – Versão Caseira !

Abelhas e Aranha – Versão Caseira !

Nossas Versões Caseiras são confeccionadas artesanalmente para uso pessoal somente, sendo proibida qualquer tipo de venda !

Este Jogo é mais uma adaptação do Geiblein, versteck dich!”, que tanto citamos aqui no Blog e que podemos considerar um dos Jogos que mais jogamos por aqui.

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“Geiblein, versteck dich!”, embora desconhecido da maioria dos jogadores, possui componentes mínimos e sua adaptação para qualquer outro Tema é muito fácil.


Corte da impressão feita em Folha Adesivada !

Temos por aqui Formigas e Tamanduá, que foi a primeira adaptação que fizemos e tambémDengue, que já foi postado aqui no Blog:

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Hoje estamos apresentando nossa Versão Caseira com o tema Abelhas e Aranha, sendo que utilizamos desenhos de Abelhas impressas em folha adesivada, colocado Contact, cortados e colados em Botões de Camisa.

Para as Colmeias, utilizamos Potes de Requeijão e também fizemos da mesma forma que as Abelhas, com folha adesivada e Contact.
Abelhas e Aranha – Componentes !
Já o Dado D6, utilizamos Origami Modular, com desenho nas faces utilizando mesmo método de impressão. Abaixo, colocamos uma sequência da montagem do Dado, feito com a Técnica do Origami Modular.

Estas Versões Caseiras deste Jogo são interessantes pois dá pra fazer adaptações muito legais, principalmente utilizando 1 Predador e 30 Presas ou qualquer outro tema que possa sempre ser colocado esta proporção.
Na Versão Dengue, já apresentada aqui no Blog, utilizamos 1 Mosquito e 30 Focos de Dengue, sendo que ao invés de Tampinhas, simbolizando Formigueiro (Formigas e Tamanduá) e Colmeias (Abelhas e Aranha), resolvemos fazer Casinhas, colocando os Focos do Mosquito dentro delas.
Colando impressão de Abelhas em Botões de Camisa !
Joguinho altamente recomendado, principalmente para aqueles que tem crianças em casa ou aqueles que trabalham com crianças/alunos, já que as Regras são fáceis e a montagem do Jogo mais fácil ainda, pois é possível fazer o Jogo com apenas 1 Dado D6, 6 Tampinhas, 30 Pedrinhas e 1 Semente.
Abelhas e Aranha – Componentes !
Taí mais uma dica !

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Autor: Wagner

Titan race

Poxa, esse aqui divertiu bem na última joga que fizemos em 7 de setembro. É um race to the end com monstros em cenários bizarros. Basicamente você rola dadinhos, escolhe uma manobra e segue pelos pontos do tabuleiro tentando chegar ao outro lado.

Cada tabuleiro tem um poder que interfere na corrida e as criaturas também possuem habilidades que dimamizam o andamento de uma partida.

É desequilibrado, mas é bem legal. Você pode bater e empurrar os oponentes, deixar armadilhas no caminhos e usar poderes para acabar com a jogada alheia. É uma versão dark analógica de Mario Kart. :-)

O game tem um efeito “pac man” de mecânica bem divertido: quando você chega numa beirada do tabuleiro, entra pelo outro (como um portal dimensional). Isso influencia como vc se movimenta.

O tabuleirinho poderia ser um pouco maior para uma melhor visualização, mas isso é detalhe. Poucos componentes, mas muito caprichados. Daqueles games que conversam com quase todo tipo de jogador.

 Mais um conferido!

 #GoGamers

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Autor: VINCE VADER

Nesta segunda (18) Leite Night 91: Castelo das Peças

Próxima segunda mais um Leite Night!

Iremos conversar com o Alexander Costa, o Shamou, organizador do Castelo das Peças!

Que está completando 100 edições e 10 anos de evento!
Vamos conversar sobre algumas das histórias neste 10 anos!

Tem perguntas? só mandar!

Já sabem, é ao vivo, às 20.30!
Link: https://www.youtube.com/watch?v=TjWEI6pG2vk

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Autor: shamou

Near and Far

Em junho desse ano eu joguei o Above and Below e o jogo foi uma das grandes surpresas desse ano, aí eis que soube do lançamento do Near and Far, espécie de continuação e versão melhorada do anterior, e ao jogar percebi que o jogo é tudo isso e mais.

No Near and Far os exploradores precisam continuar sua jornada, mas diferente do seu antecessor esse tem vários tipos diferentes de modo de jogo, incluindo aí modo campanha e “arcade”.

As regras diferem um pouco, você tem um personagem que funciona como um “worker” para mandar para as áreas da cidade, ou para mandar na jornada pelos diversos mapas do jogo.

O tabuleiro pessoal com várias informações.

Na cidade você pode contratar pessoas para te acompanhar na jornada, esses contratados vão melhorar seus atributos de exploração, de ataque e seu nível de “coração” que são os atributos que você usa durante sua jornada.

Ainda na cidade você pode comprar animais de carga (até 3) que te dão espaço para comprar cartinhas especiais, pode ainda ir nas minas para conseguir tesouros que te ajudam na compra das cartas maiores de pontos/efeitos (e que se acabarem na sua mão te reduzem pontos).

Já na exploração, você tem uma série de mapas com muitos locais, no início de cada partida você decide quais desses espaços terão encontros, mas tem espaços de pesquisa que te dão recursos, tem postos de comércio que vão te dar ponto, e você vai colocando suas barraquinhas pelo caminho, e as barraquinhas é que são o que marca se o jogo está para terminar ou não.

Na cidade você dá um “up” para poder partir para as explorações.

A parte dos encontros ainda é bem similar ao Above and Below, a diferença é que agora tem combates além só da exploração e na resolução dos encontros também tem textinho, o que torna a experiência ainda mais imersiva para quem curte jogos de storytelling.

Outra coisa legal, é que para quem tem menos tempo para jogar, pode optar pela versão mais “flat” que eles chamaram de arcade mode, onde tem um baralho de encontros sem textos, simplesmente “usa X pra ganhar Y” e vida que segue.

O jogo ainda conta com a versão de campanha onde os personagens vão evoluindo partida por partida, e que deve tornar a o jogo ainda MAIS bacana do que ele já é.

Durante as explorações, várias situações diferentes
para acompanhar.

Como disse anteriormente o jogo vai até que o primeiro jogador use todas as suas barraquinhas, aí contam-se os pontos ganhos por reputação, cartas, eventos subtraído dos pontos que você perde com as cartas que ficam na mão e quem tiver mais pontos ganha.

Near and Far consegue superar um jogo que já tinha me surpreendido e faz com que com a gente fique super ansioso para o lançamento dele pela Conclave!

O jogo é visualmente LINDO!

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Autor: Carlos “Cacá”

Projeto vencedor!

A Cidade Curiosa, uma associação extremamente ativa na promoção dos jogos de tabuleiro junto da comunidade de Braga, foi uma das vencedoras dos OPP (Orçamento Participativo de Portugal).

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A associação bracarense venceu com o projeto: Rede Regional de Ludoteca.

O objetivo do projeto é a criação de uma rede de ludotecas com o objetivo geral de divulgação e recuperação do jogo de tabuleiro como ferramenta lúdico-pedagógica, de socialização e integração.

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Muitos parabéns!

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Autor: abruk

Viral

Um dos maiores destaques na GenCON desse ano, Viral é um jogo de controle de área onde cada jogador é um vírus com a tarefa de se espalhar pelo corpo de um pobre “gajo” e com isso ganhar pontos vitais.

Para isso os jogadores dispõe de cartas com as zonas do corpo, e ações disponíveis para cada uma das doze rodadas (dentro de seis turnos de jogo).

Os seis turnos do Viral tem várias fases, na primeira são onde os jogadores efetivamente usam as cartas para infectar o corpo, primeiro escolhem uma zona do corpo e uma carta de ação, e pela ordem dos jogadores vão colocando seus marcadores, depois repetem esse processo, sem poder usar as cartas previamente utilizadas, o que deixa essa fase bem apertada.

Inicialmente suas cartinhas de ação e marcadores de vírus.

Uma vez que a fase de cartas termina, os jogadores recebem pontos pela dominância das zonas, para isso devem ter no mínimo um marcador em cada um dos órgãos, ao ganhar os pontos aquele vírus sobe no marcador de pesquisa.

Esse marcador é uma das grandes sacações do jogo, ao atingir o topo, aquele vírus é eliminado do corpo do paciente, e ao menos que ele seja um vírus mais forte (você pode fazer isso) você vai precisar começar sua infecção toda de novo.

Ainda tem a fase com cartinhas de mutação (com o tema muito bem aplicado e uma arte bacana), fase de crise (quando um órgão está muito infectado também há eliminação de vírus) uma rearrumação da ordem do turno (que também serve para resolver os desempates) e o turno acaba.

Eu acho que esse paciente tá indo de mal a pior!

O jogo é muito focado no que você pode fazer com seu deck de cartas, você começa com 5 cartinhas e pode receber durante o jogo mais 4 que são melhores que as iniciais (e darão pontos no final também), aí é que o jogo dá uma pecada.

Para receber essas cartas melhores você precisa passar na trilha de pontos por determinadas casas, o lance é que o cara que está em primeiro vai sempre escolher primeiro (uma vez que ele já está na frente), isso me deu uma incomodada e acho que era uma coisa que dava pra resolver e talvez incomode os jogadores mais “cascudos”.

Conforme o jogo evolui, novas cartas de ação chegam.

Depois dos seis turnos do Viral, o jogo termina e contamos uns pontinhos das cartas e da presença nas zonas e quem tiver mais pontos é o vírus mais forte.

Viral é um jogo bacana, funciona bem com jogadores mais casuais e tem um apelo visual bem legal (o jogo tem ilustrações muito boas) com um tema diferente e muito bem encaixado ao jogo e vale olhar com mais atenção pra ele.

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Autor: Carlos “Cacá”