Unearth

2018 começou com uma mini jogatina com bons games. Vou assumir isso como um presságio de um bom ANNO LUDENS!

Unearth tem o visual nitidamente inspirado no clássico MONUMENT VALLEY para plataforma mobile, mas não é um puzzle game. É um set collection com dice rolling.

Basicamente você tem um D4, um D8 e quatro D6 que são minions. Cada jogador, na sua vez, tem que escolher um minion, rolar e alocar em uma carta da mesa.

Ao fazer isso é possível colecionar cartas para fazer combos ou conquistar tiles hexagonais para construir prédios especiais. Tem uma dinâmica gostosa e dura meia horinha.


Imagem retirada do site Board Game Quest.

É o tipo de jogo que eu procuro hoje em dia: rápido, bonito e com replay nível médio. Se der pra usar como exemplo em aula de game design, melhor ainda.

Vamos que vamos. Que 2018 seja um ano de excelentes referências!

#GoGamers

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Autor: VINCE VADER

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Esse é o tipo de coisa que deve ser apoiado.

Mansão de peças! conhece?

Não!..nem eu!

Na realidade, conheci a ideia há alguns dias, quem passou um convite foi o Leandro Pires, lá dos idos da Ilha do Tabuleiro. Bom a ideia é simples e bacana.
Veja ai data, local e horário.

É para os criadores de jogos, e sem duvida esse é o tipo de coisa que só vem a ajudar tudo e todos, afinal é só jogo protótipo que entra e só eles serão jogados. Na primeira edição só criadores convidados, o que acho coerente, serve para medir o andamento de tudo que se passa em evento desse tipo, ocom número limitado e conhecido de jogos, ao invés de incertezas e imprevistos. Mas como foi dito é o primeiro, e haverá outros e ai o espaço se abre para todo interessado.

O evento é aberto ao público e gratuito, não é uma competição, mas um espaço para os criadores e desenhadores de jogos poderem testar suas preciosidades.

Maiores informações entre neste link.

Então amigos, esse é o tipo de coisa que já falei aqui no blog, iniciativa, CRIAR EVENTOS  e não só esperar chover na horta, espero que depois dessa, outros tomem o exemplo e façam acontecer.

Parabéns e sucesso aos organizadores.

Abraço!

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Autor: Hermes

TOP3 : Commands & Colors

Commands & Colors é um sistema criado pro Richard Borg em 2000 com o Battle Cry e que visava simplificar os wargames deixando mais fácil para os jogadores menos experientes.

Esse sistema se popularizou e hoje existem várias versões, com os mais diversos temas envolvidos, mas a mecânica principal se mantém basicamente a mesma, um mapa setorizado, tipos diferentes de unidades, cartas para realizar as ações e dados customizados para resolver os conflitos em vários cenários propostos em cada jogo.

Aqui no blog somos fãs do sistema, e vamos fazer um TOP3 diferente, analisando os jogos nos quesitos regras, componentes e tema, e vocês decidem em qual série investir.

Battle Cry : Foi a primeira versão sistema.

O Ancients é ambientado nas primeiras batalhas da história, pegando de 3000 AC até 400 DC, focado principalmente no Império Romano o bacana dele é a presença dos líderes, que dão uma dinâmica diferente ao jogo.

Além dos líderes, que fazem com que as unidades tenham certos benefícios durante os combates e a movimentação, temos as unidades montadas e os elefantes que saem atropelando os inimigos, e por só pela existência já fazem do Ancients um jogão!

O Ancients poderia ser fácil o melhor do sistema C&C, mas os componentes não ajudam, ao contrário da maioria dos jogos do autor, ele usa blocos de madeira com adesivos e além disso tem uma arte muito simplista, que deixa o jogo mais feio em comparação com os outros da série.

REGRAS : 1º / COMPONENTES : 3º / TEMA : 3º

Battlelore 1ª Ed. foi o segundo da série a ser lançado pela Days of Wonder, que vendeu os direitos para a Fantasy Flight, que acabou encerrando a série para lançar uma 2ª Edição que não fez tanto sucesso quanto seu antecessor.

No Battlelore temos como cenário lutas medievais, só que o grande lance aqui é a forte influência do mundo da Fantasia, neste jogo temos mágica, temos monstros, temos outras raças, enfim, um universo que muitos de nós somos fãs.

Contando com esse diferencial, regras muito bem acertadinhas e expansões bacanas que trazem criaturas novas, unidades diferentes (como os anões bardos) e DRAGÕES, o Battlelore poderia ser fácil, o melhor da lista, mas a visualização dele no mapa é um pouco mais confusa (todas as unidades tem a mesma cor o que diferencia são as bandeiras) e o excesso de detalhes transformam ele num jogo menos acessível, isso além do fato dele ter sido descontinuado.

REGRAS : 3º / COMPONENTES : 2º / TEMA : 2º 

Deixamos o melhor para o final, Memoir’44 é um daqueles jogos que você se apaixona a primeira partida, um dos grandes sucessos da Days of Wonder até hoje, ele é ambientado durante a Segunda Guerra Mundial e pra mim é o jogo definitivo da série Commands & Colors.

Apesar de ter desvirtuado um pouco do sistema, usando níveis de unidades e não cores, o Memoir’44 faz melhor o que o Richard Borg propôs, transformar a experiência de um wargame em uma coisa fácil para qualquer público.

Memoir’44 : Ideal para todas as idades!

Só com o jogo base você já consegue brincar muito, mas a editora caprichou nas expansões que abrangem praticamente todos os cenários da guerra, e caprichando na caracterização das nações envolvidas.

O único defeito do Memoir’44 é ainda não ter chegado ao mercado brasileiro, tenho certeza que a hora em que for lançado por aqui vai ser um sucesso instantâneo.

REGRAS : 2º / COMPONENTES : 1º / TEMA : 1º

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Autor: Carlos “Cacá”

Vem aí… Sagrada: 5-6 Player Expansion

O sucesso de Sagrada foi bem patente na última edição do RiaCON revelando-se, a par do jogo Century: Spice Road, como um dos jogos mais requisitado da ludoteca. Talvez atendendo a essa informação 🙂 a Floodgate Games anunciou a publicação de uma expansão para o jogo base que acrescenta a possibilidade de o jogar a 5 e 6 jogadores, no próximo verão.

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Sagrada é um jogo de Daryl Andrews e Adrian Adamescu ilustrado por Peter Wocken para 1 a 4 jogadores com mais de 14 anos e com uma duração aproximada de 20 a 40 minutos.

Para quem quiser saber mais do jogo já pode ler as regras AQUI. E para não perderem a fase de pré-reserva podem subscrever a notificação AQUI.

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Autor: abruk

Indian Summer

Sint-IS

Sinopse:

Com o outono a despedir-se, acenando ao inverno que se apresta a chegar, os jogadores aproveitam os últimos dias de tempo ameno para dar um passeio pela floresta, agora colorida e recheada de “tesouros” naturais como bagas, avelãs, cogumelos e penas. Cada jogador vai colecionar estes “tesouros” colocando da melhor forma as diferentes peças, representando folhas de árvores, para cobrir o seu terreno por completo. O primeiro a conseguir tal objetivo, vencerá!

Como se joga:

⇒ Setup

Cada jogador recebe um tabuleiro individual, três fichas (1 baga, 1 avelã e 1 cogumelo), uma ficha de mochila. Do lado direito da mochila colocam-se 5 peças de folha: 2 verdes, 2 laranjas e 1 vermelha (da esquerda para a direita), nesta exata ordem. A estas fichas de folhas de cada jogador chamaremos caminho privado.

No centro da mesa colocam-se os dois tabuleiros de animais e sobre eles as correspondentes fichas de animais com 6 formas diferentes. À raposa, ao guaxinim e ao texugo adicionam-se as fichas de “tesouros” respetivas: avelã, baga e pena.

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Image Ann Th.

À volta dos tabuleiros de animais colocam-se fichas de folha de forma aleatória e também o arbusto 3D, que marcará o local a partir do qual se pode ir buscar fichas de folhas para a área pessoal de cada jogador. Ao conjunto dessas fichas de folhas chamaremos caminho comum. As fichas de folhas restantes colocam-se ao lado do tabuleiro, formando uma reserva que irá servir para completar novamente o caminho comum quando este tiver 7 ou menos fichas de folhas.

Ao lado do conjunto central colocam-se as fichas de esquilo e as fichas de “tesouros” (bagas, avelãs, penas e cogumelos) formando uma reserva geral.

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Define-se o jogador inicial e entrega-se-lhe a ficha com o desenho de um par de botas.

⇒ Desenvolvimento

No seu turno, os jogadores podem optar por dois tipos de ações:

I. Ação Principal;

II. Ação Alternativa.

I. Ação Principal

Um jogador que opte por realizar uma ação principal pode:

  1. Colocar uma ficha de folha do seu caminho privativo no seu terreno; ou…
  2. Colocar uma ficha de esquilo da reserva no seu terreno.

1. Se ao colocar uma ficha de folha se ficar a ver um “tesouro” através do orifício dessa ficha, o jogador retira da reserva uma ficha correspondente e coloca-a por cima desse orifício.

Sempre que um jogador cobre completamente um dos 6 quadrantes do seu terreno (área de 3×4), pode retirar todas as fichas de “tesouros” que esse quadrante tiver sobre as fichas de folha.

A qualquer momento do seu turno (antes ou depois da ação principal), o jogador pode executar quantas ações especiais desejar, bastando que coloque na reserva geral as respetivas fichas de “tesouro”:

  • Bagas: por uma ficha de baga os jogadores podem completar o seu caminho privativo até voltar a ter 5 fichas de folha. As fichas de folha são retiradas por ordem, no sentido dos ponteiros do relógio, e seguindo assim até completar as 5. As fichas de folhas retiradas do caminho comum, são colocadas pela mesma ordem, o mais próximo possível da ficha de mala, ou seja da esquerda para a direita. Se o jogador já tiver 5 fichas de folha ou se quiser gastar duas fichas de baga, poderá colocar 6 fichas de folha no seu caminho privado.
  • Avelãs: por cada ficha de avelã entregue à reserva, os jogador podem colocar uma ficha de esquilo da reserva no seu terreno. Podem ser usadas tantas fichas de avelã por turno, quantas o jogador quiser e tiver para gastar, sempre numa relação de uma ficha de avelã por uma ficha de esquilo.
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Image Henk Rolleman

Em qualquer momento do jogo, os jogadores podem trocar bagas conforme o indicado no tabuleiro de animais:

  • 1 ficha de pena = 1 ficha de cogumelo;
  • 1 ficha de cogumelo = 1 ficha de avelã;
  • 1 ficha de avelã = 1 ficha de baga;
  • 2 fichas de baga = 1 ficha de avelã;
  • 2 fichas de avelã = 1 ficha de cogumelo;
  • 2 fichas de cogumelo = 1 ficha de pena;

As fichas de animal

Durante o seu turno, os jogadores podem colocar uma ficha de animal, se conseguirem obter a forma da respetiva ficha de animal através do alinhamento contínuo dos orifícios das suas fichas de folhas. No caso da ficha de animal cobrir orifício onde se consegue ver o desenho de “tesouros” impressos no terreno, o jogador pode ir buscar as respetivas fichas à reserva.

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2. Colocar uma ficha de esquilo é a outra ação principal disponível. Corresponde à colocação de uma ficha de esquilo da reserva no terreno do jogador. Esta ação é quase sempre desvantajosa, mas por vezes é a única ação disponível para os jogadores, especialmente na parte final da partida.

II. Ação Alternativa

Em vez da ação principal, os jogadores podem optar por executar apenas uma das seguintes ações alternativas:

  • Gastar uma ficha de cogumelo e roubar a ficha de folha mais próxima da ficha de mala de 2 dos seus adversários. Em seguida, coloca essas duas fichas no seu terreno obrigatoriamente. Só na eventualidade de não ter possibilidade de colocar uma das duas fichas roubadas, é que o jogador está autorizado a roubar apenas 1 ficha de folha. Ou…
  • Gastar uma ficha de pena para poder colocar duas fichas de folha, do seu caminho privativo, no seu terreno.

→ Regras de ouro de colocação de fichas de folha:

  1. São sempre colocadas em espaços vazios do terreno e podem ser viradas para o lado que se desejar;
  2. Podem cobrir os “tesouros” impressos no terreno e o orifício pode cobrir qualquer tipo de espaço no terreno;
  3. Pode cobrir duas áreas de quadrantes do terreno diferentes;
  4. Não podem se colocados fora do terreno, nem por cima de outra ficha de folha, esquilo e/ou animal.
  5. Não podem ser movidos nos turnos seguintes.

⇒ Fim do jogo 

O jogo termina assim que um dos jogadores cubra todo o seu terreno com fichas de folha/esquilos. A ronda conclui-se até o jogador à direita do jogador com a ficha de botas terminar o seu turno.

Em seguida, todos os jogadores trocam as suas fichas de “tesouros” por fichas de avelãs que podem gastar para cobrir espaços no seu tabuleiro que ainda estejam por tapar. Se durante este processo conseguirem fechar uma área ou mais, recolhem as respetivas fichas de “tesouros” e podem logo de seguir voltar a trocá-las por avelãs, e, eventualmente continuar a cobrir espaços abertos no seu terreno.

O jogador vencedor é aquele que conseguir cobrir completamente todos os espaços do seu terreno. Em caso de empate, ganha o que tiver mais avelãs na sua área pessoal.

Avaliação:

Indian Summer é um jogo de colocação de tiles com formas tipo tetris, cujo objectivo  é desconcertantemente simples: cobrir o nosso terreno de folhas. Este objetivo acaba por tornar o jogo num corrida onde o timing e a leitura do jogo dos adversários é crucial.

A dimensão de controlo das ações adversárias são um dos pilares deste novo Uwe: a interação.

Disclaimer: A interação neste jogo é fortíssima e pode causar mudanças repentinas do humor! É duro. Pode ser cruel. É quase sempre implacável e muito penalizador para as vítimas. Se são competitivos e amarram o burrinho quando alguém vos tira o tapete durante um jogo, afastem-se deste!… Podem parar de ler a review. Obrigado!

Continuemos…

O tema do jogo não podia estar mais ao lado. Cobrir um terreno de folhinhas com cores outonais, não lembraria nem à mais fleumática assembleia geral da Quercus numa qualquer sessão de brainstorm. Porquê folhinhas, quando na verdade está tudo numa tensão que até doí? Qualquer coisa relacionada com Mafia, um incêndio que ameaça uma estrutura de 20 andares, sei lá… Facas, punhais, intriga… Tanto tema mais adequado e foram para as folhinhas… Enfim… Cenas!

A arte, essa é sublime. As cores, um traço de realismo e muita qualidade nos materiais usados à semelhança daquilo que a Pegasus nos tem habituado. Aprovadíssimo!

Inteligente, muito exigente, muito mais que Cottage Garden (segundo aquilo que li, pois nunca joguei o primeiro título da triologia). Regras muito fáceis de assimilar e de explicar. Aqui está um resumo adjectival do que se pode esperar numa caixa de Indian Summer.

Em suma, se ainda não têm Patchwork, este Indian Summer é o título indicado para quem gosta do estilo, pois dá para jogar nas diferentes configurações (excelente a 4), enquanto o seu primo só permite jogar a 2. Quanto ao Cottage Garden (pelo que parece, o Indian Summer dá 10 a 0). É o que dizem pelo menos…

 

Ligações:

Site da Pegasus Spiele → AQUI

Site da Spielwiese → AQUI

Ficha BGG → AQUI

Resumo em português  AQUI

Comprar:

JogoEu Store  AQUI

Blog de Origem: JogoEu
Link: https://jogoeu.wordpress.com/2018/01/12/indian-summer/
Autor: abruk

Campanha Imperial Assault – 5ª Sessão

Os Rebeldes continuam em busca de maiores informações sobre a arma secreta do General Weiss, e com isso Han Solo tem feito suas pesquisas pela galáxia atrás de pistas, só que os líderes Rebeldes não recebem nenhuma informação da Falcon a algum tempo, e mandam o nosso grupo para o último ponto de contato realizado por Solo.

Nessa quinta missão, vamos atrás do Capitão Solo e para isso, além do nosso grupo, levamos seu melhor amigo Chewie para essa busca.

O mapa representa um cantina espacial que está APINHADA de agentes do Império. De todas as missões até agora, essa com certeza foi a que tivemos que lidar com mais figuras inimigas até agora.

Temos dois caminhos para percorrer até chegar a uma sala que está fechada, optamos por separar os grupos, mas com o tiroteio comendo solto, estava difícil chegar até ela por qualquer um dos caminhos.

 Chewie e Gaakhan abrindo caminho na porrada!

Como chegamos ao final de uma determinada rodada sem conseguirmos chegar até a porta, ela se abre com um estrondo, e de lá saem o Capitão Solo trocando tiros com um grupo de troopers, todos já devidamente feridos.

À partir desse momento ficamos sabendo que seremos bem sucedidos na missão, caso Solo consiga escapar da cantina pela porta por onde começamos a missão, então decidimos que faríamos de tudo para que isso acontecesse, mesmo que isso tirasse algum dos nossos personagens do jogo.

 Um panorama do mapa da missão.

Foi tenso, mas conseguimos nos organizar bem, contamos com um pouco de sorte achando um equipamento para reduzir os ferimentos do Han (que já estava a 4 pontos de morrer), mas com ações bem coordenadas ele conseguiu fugir, mesmo com um daqueles gatos/ratos (o Nexu) bloqueando a porta.

Essa foi a missão mais maneira até agora, muito tiroteio, ações bem pensadas e a certeza de que o Imperial Assault é um dos jogos mais legais com a assinatura Star Wars.

Mais uma vez, vitória Rebelde!
 

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Autor: Carlos “Cacá”